Felicitações pelo Nascimento do Filho

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Encontros e despedidas (crônica poética)

E como já dizia Milton Nascimento em uma de suas composições '' a hora do encontro é também despedida''.
Estava eu sentada na varanda em um dia de chuva refletindo sobre esse vai e vem, essas idas e vindas, esses encontros e desencontros que a vida nos proporciona. Tanta gente passa pela gente e tão pouca realmente fica, cada pessoa que cruzam nossos caminhos levam um pouco de nós e deixa um pouco de si.
Lembro bem daquelas férias de verão do ano anterior, conheci pessoas tão especiais e, uma apenas uma específicamente, me encontrou, encantou, fez sentir, fazer sentido, me inspirou, tocou fundo e foi tocado. É meus caros leitores, tanta gente passa mas somente aquela faz seu coração vibrar! Digo eu tão jovem, mas também tão inexperiente na arte de amar.
Esse tal de amor tão impontual e imprevísivel me deixou impaciente, sonhadora e iludida. Poucos experimentaram nessa vida a sensação de sonhar acordada, esperar uma ligação, aguardar ansiosamente pelo fim de semana com aquele sorriso estampado no rosto que chega até soar brega e cafona.
Mas havia um questionamento, porque um sentimento abrangente poderia me tirar o sono, porque o sinônimo de amar seria sofrer e porque aquela afeição passou aligeirada e intensamente.
É, agora eu entendo esse chegar e partir que vai se repetindo nas estações, tem quem vem e quer ficar, quem veio só olhar, gente que vem pra acrescentar e aquelas que vão pra nunca mais. É assim, encontros e despedidas.

Inserida por brendaacruz

NASCIMENTO E A MORTE, E SUAS COINCIDÊNCIAS
No dia do nascimento, a face do bebê é que define quem ele é e como ele é.
No dia da nossa morte, é o nosso rosto que nos define também. Inerte, somente o nosso rosto fica à mostra, pálido ou com certa cor, triste ou com ar de tranquilidade... É tudo que se busca em nós, no dia da nossa morte, o nosso rosto.
Flores são bem-vindas no dia do nascimento, flores adornam o dia do fim.
Pessoas nos visitam, na chegada. Pessoas nos visitam no dia do adeus.
Nossos olhos estão fechados quando chegamos ao mundo, não é diferente quando vamos embora dele.
Os que nos amam choram no primeiro dia. Os que nos amam choram na partida.
E se dói, ao respirarmos pela primeira vez, dói mais no dia final. Quando percebemos o ar faltando nos pulmões, dói no corpo e dói na alma.
Começamos e terminamos a vida sendo carregados.
Quantas coincidências ainda poderíamos elencar aqui? Muitas, se insistirmos em relacioná-las. No entanto, duas destacam-se por serem assombrosamente interessantes. Então, vejamos a primeira: do pó viemos e ao pó retornaremos, trazendo à tona um conceito de insignificância no início e no fim.
Agora, analisemos com minúcia: o pó nos constrói e nos desconstrói. Fora de qualquer convenção, o pó nos deixa desconfortáveis pela sensação de temporariedade, de finitude, de prazo de validade.
Que impacto insuportável e destrutivo seria essa coincidência em nós, não fosse existir outra, ainda mais surpreendente, que a neutralizasse. Falo da alma. Se somos corpo perecível, também somos alma vivente. A existência da alma é segunda coincidência de que falava. A mais bela de todas, ouso dizer.
Se o corpo frágil está no começo e no fim, a alma vivente está no começo, no fim e ultrapassa o fim. A grandeza da alma está em ser transcendente, seguir livre eternidade adentro. Enquanto o corpo nos aprisiona, a alma nos desencarcera.
Curiosamente, o nosso corpo começa sem forma no ventre materno, e disforme se revolve no ventre da terra, até desaparecer plenamente. Quando pensamos no corpo nos vemos um verme destituído de graça. Mas se olhamos para a alma, pelo contrário, elevamo-nos à compreensão do amor incondicional de Deus. Se o corpo é um pó desprezível, a nossa alma é o artigo de luxo, de valor inestimável, cuja essência está no hálito do próprio Deus que a soprou em nós e a fez existir. Braços e pernas e órgãos e todo resto que se diz corpo vieram do barro e ao barro retornam. Já a alma habita no corpo e dele se vai carregada no colo de Deus. O corpo é um ponto final e alma são as reticências.
Quando criança, quem já adormeceu no sofá da sala, e acordou na cama do seu quarto, compreende bem o corpo e a alma; o início e o fim; e todas as suas coincidências. Porque é assim o dia do nascimento e o dia da morte: no sofá, dormimos desajeitadamente, com o corpo torto e encolhido, descoberto e com frio, mas nos parece bom estarmos ali. Até que nosso pai nos pega no colo e nos leva à cama. Ele nos apoia na cama macia, nos cobre e sussurra palavras de carinho. Fecha as cortinas da janela, cuidadosamente, e o quarto fica à meia luz. O sono tranquilo toma conta de nós e os bons sonhos o adornam. O fato é que nos apegamos ao sofá. Deixar o corpo é como deixar o sofá da sala, aparentemente penoso. Não sairíamos dele se dependesse de nós mesmos. Então, Deus o fez perecível, como uma casa que vai ruindo até os escombros estarem todos no chão. Só então há liberdade para alma seguir o caminho de volta, feliz como a borboleta que acha o vão da janela e voa em direção ao sol.
E as coincidências? Arrisco-me a pensar que elas foram minuciosamente arrumadas aqui e ali, para que o homem se desapegasse do sofá e percebesse o conforto aprazível da cama. Mas a percepção é uma porta que podemos fechar dentro de nós, infelizmente. E é por negligenciarmos as evidências, que seguimos sofrendo com a iminência do ponto final, como se não houvesse alma, como se não houvesse reticências.

Inserida por mos365

BREVÍCULA DE SENTIR (Luiselza Pinto)

Do teu nascimento à tua morte
Tu aprendes durante as quedas
Mas cuidado para que tal sorte
Não te leve ao sentir das pedras./

Inserida por luiselza

O único amor Eterno, vem a nossa convivência muito antes do nascimento, sem ao menos lhe vê, sua mãe já o ama..

Inserida por reevoluir

O nascimento de uma criança, trás o límpido brilho, de progressão da vivência...

Autor: Antonio Cícero da Silva - Águia

Inserida por AntonioCicerodaSilva

O processo da vida começa com o nascimento e conclui-se com a desencarnação, em seguida será prolatada a sentença dos nossos atos.

Inserida por adelmar

" Será que o nascimento interfere no sucesso pessoal? Sim, e muito".

Inserida por IrleiWiesel

O LUTO e o NASCIMENTO são acontecimentos que unem verdadeiramente as pessoas. (TODOS IRÃO ENFRENTAR MAIS CEDO OU MAIS TARDE). A morte e o nascimento são fatos encantadores que sempre serão grandes mistérios da humanidade. Não sabemos o que vamos encontrar do lado de lá e quando voltamos também não nos lembramos de nada. Não devemos ver com maus olhos a SENHORA MORTE, em todo seu mistério, em todo o pavor que nos causa tem um brilhantismo. Sempre saímos da devastação causada pela PERDA com um ensinamento: Viva se queira viver mas sempre com a certeza de que há algo do outro lado.

Inserida por Linastefanie

A morte é tão banal e o nascimento, fatal.

Inserida por RodrigoQuito

"Há três acontecimentos na existência humana: nascimento, vida e morte. Nascemos sem saber, morremos sem querer e esquecemos de viver."

Inserida por Crobalv

"O Universo está cheio de Milagres.
O teu nascimento foi apenas o começo.
Cada bater do teu coração é um Milagre.
Cada vez que inspiras e expiras é um Milagre.
Cada vez que os teus olhos contemplam beleza isso é um Milagre. Cada vez que sentes, que o teu coração se apressa e os teus lábios cantam, a tua mente permanece positiva, e não existe dor, isso é um Milagre.
Milagres acontecem sempre que queiras.
Não é preciso fazer nada. Só é preciso deixar que aconteçam."

Inserida por cidasilva

Nascimento é vida,
vida é tempo,
tempo é destino,
destino é traço,
traço é risco o que voçê corre se nao te prevenires do "sida"

ame a vida use o preservativo....

Inserida por ivanzao

Todos Morreram

Todos morreram antes de meu nascimento. E minha mãe (Matilde Benevides Meirelles) se foi quando eu tinha apenas três anos. Fui criada por minha avó materna, Jacinta Garcia Benevides, nascida nos Açores, Ilha de São Miguel.

Inserida por giovaninha28

Ser cidadão não é apenas possuir certidão de nascimento ou uma carteira de identidade que indique a nacionalidade da pessoa. Tampouco basta ter um título de eleitor que obrigue ir às urnas em tempo de eleição. Exercer cidadania é ter o senso de pertencimento à nação que ajudamos a construir todos os dias, participando ativamente da vida econômica e política do país, assumindo a cultura e a dinâmica social de nossa gente como identidade e transformando o direito a voto na maneira de exercer o poder de forma justa, responsável e consciente.

Inserida por junbru

ser feliz é ver que por onde você passar deixa saudade ser feliz é ver grandeza no nascimento de uma criança e maravilha-se no desabrochar de uma flor é agradecer a Deus por cada dia pode dizer bom dia olha o teu filho e dizer que o ama ver uma pessoa progredir em algo e se alegrar com a felicidade alheia ser feliz é fazer de um pequeno gesto momentos inesquecíveis

Inserida por meryem

Nos preparamos para o nascimento de uma criança, aprendemos a dar o cuidado necessário ao adolescente e respeitar o adulto. Aos idosos o que sobrou?
Em síntese não nos preparamos, cuidamos ou respeitamos como devia, como se o que ele viveu não fizesse nenhum sentido ou valor. Tratamos como um sapato velho que fez o seu papel na caminhada da vida e esquecemos os ensinamentos durante as suas caminhadas.

Inserida por iakulo

Tudo na vida possui um ciclo de existência - nascimento, crescimento, doença e morte. Aquele que compreender essa nobre verdade, encontrará a felicidade absoluta.

Inserida por barthodias

Vejo flores, sinto cheiro de terra brotando verde, exalando nascimento, recolhendo as folhas secas e acolhendo a natureza no pólen. Os pássaros cantam e os girassóis anunciam à primavera em grande estilo adentrando os jardins e ruas afora! Que seja uma primavera perfumada e viçosa, então, um caminho de rosas seja plantado e regado todos os dias em cada coração!

Inserida por SiResende

O cérebro é o órgão de maior destaque. Funciona durante 24 horas, 365 dias, desde seu nascimento… Até que você se apaixona.

Tudo na vida tem volta. Tranqüilo você pode ficar, riscos de amar sem ser amado, você não há de correr não. Amor de verdade você não sabe diferenciar. Dizer que vou ser feliz agora? Quem sabe? Dizer que você vai se dar bem? Tomara! Aprendizados são pra vida toda, mas amor unilateral na vida da gente uma só vez é suficiente.

Eu preciso disfarçar que não paro mais de rir, mas aí olho pra você e você também está sempre rindo. Eu quero eternizar o seu sorriso lindo – mas eu nunca falei dele pra você. Nem falei do seu cheirinho bom.

Quando ele sorri, doce, imagino meus filhos.

Me empresta seu sorriso para eu achar graça na vida.

E quem diria. Quem diria. Ontem mesmo, conversando com vários amigos, eles me disseram que eu não mais parecia comigo. Eu pareço eu sim, mas vou ganhando o mundo quando abro algumas brechas da minha prisão. E de brecha, vou me ganhando também. E quase vira o estômago mas sou tomada por uma fome boa que eu nem sei o nome. Talvez acreditar assim, sem medo, em algo descontrolado e de alguma forma justo, seja acreditar em Deus. Durmo em paz. Tudo na hora certa. As coisas são como são.

Já se foi o tempo em que tentava ensinar algo a alguém. Antes eu tentava entender, tentava ajudar, compreendia “tadinha, é imaturidade”. Hoje, perdi a paciência. Saí do jardim de infância e fui direto pro mestrado: pra estar comigo, tem que entender do assunto.

Inserida por carlinharios

Escolheram-me a data de nascimento;
O nome de batismo;
A roupa que visto;
Até meus perfumes escolheram;
Mas eu;
Escolherei sozinha a vida que quero.

Inserida por MarinaNogueira