Felicidade Alegria Sorriso
Sou de Muitos Feitos
Sou das folhas que caem,
Do sol que queima,
Da chuva que tempera a terra.
Sou do ar que dá vida,
Do suor que batalha,
Da multidão que trabalha.
Sou da flor que brota,
Da raiz que fica,
Do tronco que não se entorta.
Sou da porta aberta,
Da chegada e partida,
Da alegria e despedida.
Sou do mundo inteiro,
Do canteiro, jardineiro,
De quem perfuma e adorna.
Sou de muitos feitos,
De quem tem defeitos,
De quem erra e acerta.
Sou da fé que persiste,
Do Deus que em mim há.
Da prece que me fortalece,
Do bom da vida,
Da vida que me faz amar.
Vejam, senhores, vocês observam um pôr do sol encantador, uma bela árvore num campo, e logo que olham alegram-se completamente, inteiramente, no entanto, retornam a isso com o desejo de deleitar-se de novo. O que acontece quando voltam com o desejo de alegrar-se novamente? Não há alegria nenhuma, porque é a memória do pôr do sol de ontem que está agora fazendo vocês voltarem, que os está impelindo, incitando-os a alegrarem-se. Ontem não havia memória alguma, só uma apreciação espontânea, uma resposta direta, no entanto, hoje estão desejosos de recobrar a experiência de ontem, ou seja, a memória está interferindo entre vocês e o pôr do sol. Portanto, não há nenhuma alegria, nenhum esplendor, nenhuma plenitude de beleza. Novamente, vocês têm um amigo que lhes disse alguma coisa ontem, um insulto ou uma cortesia, vocês retêm essa memória, e com essa memória vocês encontram seu amigo hoje. Realmente não encontram seu amigo – carregam a memória de ontem, que intervém; assim, continuamos cercando a nós próprios e as nossas ações com memória, portanto, não há nenhuma inovação, nenhum frescor. Essa é a razão pela qual a memória torna a vida cansada, enfadonha e vazia.
Chorar, chorar e chorar
Assim talvez a alma lavar
Chorar, chorar e chorar
E um novo dia esperar
O choro dura dias e noites mais
Ansioso roga o ser por alegria voraz.
Rotina. Assim vivemos e morremos, dia após dia, percorrendo os mesmos caminhos, tornando nossas carreiras desestimulantes, nossos relacionamentos insípidos. Desencanto, alienação e desespero. O prazer e a alegria são raros. E voláteis. Somos completamente infelizes em nossa infelicidade e brevemente felizes em nossa felicidade. Estamos sempre aguardando o dia seguinte, quando tudo o que era para ter sido e que não foi supostamente acontecerá.
Viver é uma arte contínua de aprender!
A busca pelo aprimoramento de nós mesmo, possibilita uma vida mais abundantemente e feliz. Neste estágio, saímos da ignorância para a concientizacao de nossas más inclinações. A autoaceitacao de que não somos perfeitos, nos oportuniza a mudança, a transformação daquilo que não é bom. Nos tornando pessoas mais alegres, agradáveis.
Chorar
Não me pergunte as razões, mas preciso chorar. Isso não é coisa de um coração magoado ou dor de algum amor inacabado. Não, não é! É explosão dos guardados. Excesso de opção. É pó acumulado onde não deveria mais estar. Preciso chorar, isso é fato! Desenterrar algumas verdades. Semear alguma metáfora sobre ser gente sensível e repetir com as infalíveis lágrimas a limpeza da alma. Preciso chorar com a mesma força com que os colibris sugam as flores. Desmanchar todos os precipícios e aumentar a possibilidade de envelhecer por entre os olhos. Preciso chorar nem que seja um choro de paz, dando dicas de que ou virá primavera por aí, ou o outono aumentará sua força derrubando as folhas que ainda sobraram de minha sombra. Preciso chorar sem fazer nenhum barulho. Sem discurso explicativo e improvisado. Preciso desse mau costume. Milhares de vezes, preciso chorar. Ser silêncio engasgado. Palavra não dita. Seria até muito árduo explicar e eu não convenceria a humanidade, mas se consola saber, preciso chorar para aliviar, corrigir, respirar. Sem nenhum pesadelo que me inocente do ato, sem arrumar desculpas e sem sofrer de dúvidas; preciso chorar. Recolher as histórias indecentes, os pensamentos impróprios, a preguiça social e continuar com o incerto com a coragem apenas para chorar. Chorar uma inundação e nem sequer ficar marcas do vendaval. Nos próximos dias, sem muitas reações, sem abandono da vida, preciso chorar. Mastigar as lágrimas e soprar para o vento os últimos respingos. Esperar o choro tal como se espera uma ressaca de um porre e sobreviver sem nenhum efeito colateral. Feita terra fértil, preciso verter o choro e deixa-lo se desfazer devagar. Sem essa de pressa, preciso chorar lentamente. Devastar as flores mortas. Preciso chorar e ficar cinza. Me apossar dessa perturbável vontade que hoje é um luxo até que a missão do choro esteja cumprida e definitivamente traga uma satisfação intima.
Desde já, eu me autorizo a chorar.
Luciana Trintin
Minha Quarentena
A quarentena não acabou
mas está para acabar
Pense numa coisa chata
Na rua não posso brincar.
Com meu pai aqui em casa
não fico no tédio não
Princialmente na hora
em que vamos pro colchão.
Eu escuto do meu quarto
esses bocas de sacola
Quando eu chego no quarto
-Isabella, olha a hora!
Então volto pro me quarto
toda, toda entristecida
amanhã podemos conversar
penso logo em seguida
Quando acordo mamãe diz:
- Glícia te ligou agora
Então falo pra ela
- É pra fazermos as tarefas da escola.
Quando terminamos a tarefa
vamos logo jogar
Mas mamãe acaba com a alegria
Quando diz que precisa do celular
Esta é minha quarentena
para mim, ela é legal
mas pros meus queridos pais
é difícil e radical.
Quantas e quantas vezes deixaremos de ser quem somos para alegrar alguém? Todas as vezes que esse alguém estiver mais triste que você.
Há momentos em que me apetece fazer com que os ponteiros do relógio andem para trás e livrar-me de toda essa tristeza, mas tenho a sensação de que, se o fizesse, desapareceria também a alegria. Assim, fico com as recordações à medida que elas surgem, aceitando-as as todas deixando que me guiem sempre que possível.
"Falaste-me do destino e da morte... Mas que há neles de bom? Se não soubesse que existiam, seria mais alegre, porque saber pensar não torna a vida melhor"
Queres ter
Uma vida bem sucedida!?
Que tal fazer
Uma faculdade destas qualidades!?
"Amor, alegria, paz, paciência,
Bondade, benignidade,
Fé, brandura, autodomínio!
Contra tais coisas não há lei."
Se o poder de contágio está em você, então, faça bom uso dele, sorria e, saia por aí com leveza, espalhando o vírus da alegria. Ele é altamente contagioso!
"Às vezes, as melhores experiências são simples e vividas em um dia comum. Não faziam parte dos nossos sonhos, não estavam entre os nossos medos, mas nos lapidaram: pela dor ou pela alegria."
Palhaço é alegia,
É a alma da plateia,
Palhaço é filosofia,
Ele também é ideia.
O circo sem o palhaço,
É lobo sem alcateia.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
E de repente, aos vinte e poucos anos, meus filhos me fizeram mãe.
Sem manual de instrução, sem tutorial, sem Google para pesquisar.
Mas, abraçaram a aventura de serem de filhos.
Hoje são minha alegria, exemplo, inspiração...
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