Feiura
"Não fale de feiúra antes de se refletir no espelho pois o interior pode estar cauterizado de feiúras irreparáveis"
Nem toda FEIURA é Fria. Nem todo Pássaro é Ligeiro. Nem toda DOR é Passageira. Nem toda FELICIDADE é Duradora. Nem todo ESCRITO é Verdadeiro!!! Rolemberg.
"Filosofia é desafiadora na lógica da feiura, porque a beleza não põem mesa, mas é anfitriã da casa cheia de plenas cores"
0533 "Geralmente quem cria, ama tanto o que cria que não consegue ver erro, feiura ou defeito nas criações... Nem aceitam que os outros pensem diferente!"
Se usar máscara para te proteger do vírus não te motiva, use máscara para nos poupar da sua feiúra!
Não adianta fingir beleza,se na carapaça que usas,escondes uma feiura interior,capaz de causar aversão ao corcunda de Notre Dame!
Falando de amor!
''agente quando ama nao ve feiura nem buniteza acha que a pessoa é totalmente perfeita''busaca algo que não existem na pessoa,e lhe dajtiva coisas inpossivél,acho que é porque o amor é cego...
Contraponto
É bom que existam dúvidas,
para que se encontrem as certezas.
É bom que a feiura exista,
para que saibamos ver as belezas.
É bom conhecermos o ódio,
para valorizarmos o amor.
Bom que existam pessoas frias,
para podermos lhes mostrar o calor.
Todos os contrapontos devem existir,
para que possamos ter chances
de a cada instante, poder servir.
Amor, ódio, frieza, coisas que o homem traz,
bom é, tê-las por perto,
Para mostrarmos do que o amor, é capaz.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B/S.J.do Rio Preto
Membro Honorário da A.L.B/Votuporanga
Membro da U.B.E
Ele era tão feio...
Mas tão feio...
Que era um assinte...
Em concurso de feiúra...
Ganhava de prato cheio...
De olhos esbugalhados...
Sampaco...
Narigudo...adunco...orelhudo...
Seu gogó imenso...
Muito pronunciado...
Parecia um marreco engasgado...
Rosto chupado..
Sem carne... só osso...
Labios finos...
Distorcidos....
Muito magro e bem alto...
Braços alongados...
Pernas muito finas...
Um espantalho...
De chinelos notei seus pés...
Pisando torto, desengonçado...
Tinha unha encravada...
Um joanete ao lado...
O joelho enrugado...
Igual cara de velho...
Coxa dura e seca...
Um boneco...
Muito mal vestido...
Debaixo da chuva impiedosa...
Em nada se importava...
Com a rua caudalosa...
Mas tinha um traço peculiar...
Que a tudo isso escondia...
Um brilho no olhar...
Em sorriso lindo que abria...
Então tudo transformava...
Um encantamento surgia...
Atrás da feiúra aparente...
Beleza verdadeira escondia...
Tudo que era fora de proporção...
Fazia sentido...
Se o sorriso era lindo...
Era nato e magnífico...
Naquele vulto distorcido...
A feiúra se transformar...
De um sapo errante...
Príncipe virar...
E com tal afinco sorria...
Que ao seu redor tudo mudava...
De tarde chuvosa...
Linda noite prometia...
Descobri assim...
Que na rua não devo mais sair...
Toda vez que isso faço...
Para comer pastel ou outro salgado...
Perto da maria-fumaça...
Sempre tem um babado...
Sandro Paschoal Nogueira
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