Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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Se o mundo vai de mal à pior, que eu não me corresponda com ele.

Faça distinção sábia entre religião e salvação:
a primeira é aquela que eu sigo e não mudo; a segunda
é aquela que eu ouço e me transformo.

Eu não te devo nada, você não me deve nada ... Vida que segue, capítulos novos, página virada!

Eu devia te odiar pra sempre...mas ensinei o meu coração a não devolver maldade pra quem só me semeou maldade.... Não sei ser uma pessoa ruim... Eu só distribuo amor porque mora amor em mim.....

Talvez eu só não saiba ficar

Aprendi a me curar sozinha, a engolir o que doía e a continuar como se nada tivesse acontecido. Mas, no caminho, também aprendi a me afastar.

Quando não estou bem, desapareço. Fecho portas, levanto muros e me escondo dentro de mim. Não porque não queira ninguém por perto, mas porque me acostumei a acreditar que preciso conseguir sozinha.

E, às vezes, a solidão que um dia foi proteção começa a parecer uma prisão.

Carrego dúvidas, inseguranças e medos que nem sempre consigo explicar. Sinto-me presa em um túnel, caminhando sem saber onde ele termina.

Ainda assim, continuo desejando.

Quero mudar, conquistar, viver e construir uma vida que faça sentido para mim. Mas, quando as coisas ficam difíceis, algo dentro de mim se apaga.

Eu desisto.
E depois me culpo por ter desistido.

Durante muito tempo, pensei que não queria o suficiente. Afinal, quem realmente quer luta, insiste e persiste. Então comecei a questionar tudo:

Será que sou superficial?
Será que nunca amei verdadeiramente os meus sonhos?
Será que, se quisesse de verdade, teria força para continuar?

Mas talvez eu esteja sendo injusta comigo.

Desistir não significa necessariamente não querer. Às vezes, significa ter medo: de falhar, de não ser capaz, de tentar novamente e sentir a mesma frustração.

Talvez eu recue não por falta de desejo, mas por ainda não saber lidar com a distância entre aquilo que imagino e aquilo que consigo fazer hoje.

Até coisas simples parecem enormes, como tirar a carta de condução. E então penso:

“Se nem isso consigo, como vou conseguir tudo o que sonho?”

Talvez eu não seja o obstáculo. Talvez seja apenas alguém aprendendo a permanecer quando o caminho se torna difícil.

Talvez eu não precise de mais força, mas de mais paciência comigo.

Posso querer e ter medo. Posso cansar, cair e parar para respirar. E, ainda assim, continuar desejando.

Persistir talvez não seja nunca desistir, mas aprender a voltar:

depois do medo,
da frustração,
de um dia ruim.

Voltar para mim.

Talvez a pergunta não seja: “Será que quero o suficiente?”

Mas sim:

“O que acontece dentro de mim quando aquilo que quero exige que eu acredite em mim?”

Talvez seja aí que eu precise começar: aprendendo, pouco a pouco, a não me abandonar sempre que as coisas ficam difíceis.

Não temo o que ruge. Sou filho do silêncio que antecede o trovão. Eu tento apenas enxergar, no escuro, aquilo que me constitui, porque a noite já não me apaga nesse frio imensurável. Não peço abrigo ao mundo, pois sou feito da mesma matéria que o inaugura — sou, portanto, este mundo. Por isso, para mim, eliminar-se em nome da memória é apenas uma forma elegante de dizer que se suicidou.

O mundo me ofertou carro e dinheiro,
mas eu não quis,
é um saco ser carregado
e de que adianta eu ter tanto na minha casa,
se meu irmão não tem nada?
Quanta gente passando fome nesse planeta,
então prefiro aqui na Terra,
falar da mata e sua beleza,
prefiro apenas ser poeta...
Não ligo para luxo
e isso magoou o mundo!

"Eu fui tudo por você
e esqueci de mim."


Amar o outro não é se nular
e sim, se complementar: com respeito, confiança,
carinho e atenção.

Dizem que cada átomo no nosso corpo alguma vez foi parte de uma estrela, talvez eu não vá embora, talvez eu vá para casa.

⁠"Se eu juntasse toda a humanidade, não conseguiria fazer uma mãe"

“Como eu não poderia amar minha mãe com todas as minhas forças?
Se o próprio Deus declarou que o amor de uma mãe é o amor humano que mais se compara ao Seu.
E, cá entre nós, Deus me deu o privilégio de ter uma mãe extraordinária. Foi ela quem escolheu um pai incrível e Deus me presenteou com irmãos maravilhosos.
Sou imensamente grato a Deus por essa família.”

Não existem avisos para os momentos finais. Se eu soubesse, teria segurado o seu abraço por mais tempo, teria esquecido o relógio e dito, com clareza, o quanto você era a pessoa mais importante do meu mundo. Mas a vida não avisa o que vai acontecer; ela simplesmente muda tudo e nos deixa com planos e promessas que nunca vão se realizar.Dói perceber que o que mais machuca não é só a sua falta, mas o silêncio que ficou entre nós. Guardei muitas palavras pensando que o tempo nunca mudaria, que teríamos outros dias, outros cafés e outras chances de consertar os pequenos erros. Agora, fico pensando no passado, tentando descobrir o momento exato em que eu deveria ter agido de outra forma.Essa sensação de que faltou algo é um peso diário. É uma saudade que não tem para onde ir, um fim que não faz sentido porque nunca teve uma conversa de despedida de verdade.Escrevo isto não para pedir que você volte, mas para colocar para fora o que ficou preso no meu peito. Quero que saiba que, mesmo com o nosso distanciamento, você foi muito importante. Cada palavra que guardei virou um desejo sincero de que você esteja bem e em paz, onde quer que esteja. Estou aprendendo a conviver com esse vazio sem deixar que ele acabe comigo, transformando a falta do seu adeus na minha própria força para continuar a minha vida.

Eu sou o que você vê e não o que as pessoas falam de min.

Telepatia: entre o real e o imaginário


— Eu amo você todinho...


Não, não é aquela música.


— Amo a sua orelha...


— A orelha?


— Aham...


Amo o seu cabelo, mesmo sem nunca tê-lo tocado, sem nunca ter sentido seus fios entre os meus dedos...


Amo a sua testa.


— A testa?


— Sim. É meio grande, mas eu gosto...


Amo os seus lábios.


Não só porque são lindos...


Mas porque queria que se encontrassem com os meus.


Amo as suas sobrancelhas, as duas...


E os seus cílios, mesmo sem vê-los nitidamente, eu amo.


Amo os seus olhos, mesmo sem saber direito qual é a cor, apesar de já ter olhado para eles um milhão de vezes.


Mas não sei... algo estranho acontece.


Não sei se, quando os vejo, passo direto ou volto para os meus.


Em algum lugar, eu entro.


Vou muito fundo, seja em você ou em mim.


É um lugar desconhecido, e eu não sei o caminho.


Mas não desisto.


Vou além, até na contramão.


Sinto as batidas de um coração e sempre me pergunto:


— É o meu ou o seu?


Onde estou, afinal?


Estou dentro de você ou dentro de mim?


Independentemente de onde esteja, eu me sinto bem.


E queria fazer uma morada, construir um ninho e nunca mais sair.


Mas alguma coisa me tira de lá.


E, tão rápido quanto um raio, volto à realidade.


Confusa, sinto saudades.


Da minha casa ou da sua?


Seja onde for, é lá que eu queria morar.

"Eu não quero ter que te convencer de nada, então tome decisões baseadas no seu próprio entendimento."

Tô tão acostumado com o fundo do poço que já estou até trazendo água pra não acreditou que eu sairia de lá beber!

Hoje eu te deixo ir com a certeza de que não volto mais. Meu coração está em paz por saber que lutei a cada minuto, e que me machuquei até demais tentando fazer a gente dar certo. Talvez esta seja a minha última mensagem para você, então, mais uma vez, obrigado por ter entrado na minha vida e por ter me ensinado tanto.
Levo comigo as lembranças boas e o aprendizado de que, às vezes, amar também é saber a hora de soltar a mão. Desejo, do fundo do meu coração, que você encontre a felicidade que busca, assim como eu seguirei agora em busca da minha. Sigo meu caminho com carinho pelo que fomos, mas com a convicção de que o nosso amor termina aqui. Adeus, e cuide-se.

Hoje, eu abro mão daquilo que mais amei. Não por falta de querer, mas por não ter mais onde buscar forças para lutar nesta batalha de um homem só. Eu te entrego ao destino com a alma em pedaços, mas com o peito limpo de quem sangrou cada gota de esperança tentando resgatar o que restava do nosso amor.
​Dói — e como dói — admitir que o meu amor, por mais vasto que fosse, não foi o suficiente para nos manter de pé. Saiba que, em cada batida frenética do meu coração, houve um grito pelo seu nome. Você foi o meu sol e a minha tempestade, o meu cais e o meu naufrágio. Te deixar ir é o sacrifício mais lancinante que já fiz por mim — e, acima de tudo, por você.
​Obrigado por ter sido o meu capítulo mais intenso; por ter me mostrado a beleza do céu e a agonia do abismo. Eu te amei com uma força que as palavras são incapazes de alcançar, e é justamente por esse amor devoto que eu, finalmente, aceito o nosso fim. Que a vida te conceda a paz que eu não soube dar, e que o tempo cure em você as feridas que eu não pude consertar.
​Adeus, meu grande e eterno amor. Sigo só, mas sigo inteiro... por um dia ter sido, inteiramente, seu.

Amor, volta para mim? Sem você, eu confesso que perdi o meu chão e já não sei mais como é viver. Eu te quero aqui, do meu lado, preenchendo cada espaço vazio que você deixou.
Eu te amo com uma intensidade que as palavras mal conseguem explicar, mas quero passar o resto da vida te provando isso em cada gesto, em cada abraço e em cada detalhe. Você é o meu mundo, e a minha única certeza é que a vida só faz sentido se for com você. Volta para os meus braços?

Porque algumas coisas não podem mais ficar presas apenas ao pensamento. Sabe, eu guardei todo o amor que tenho por você aqui dentro, em silêncio. Não foi por falta de intensidade ou porque ele diminuiu com o tempo; foi apenas porque eu ainda não tinha encontrado a coragem de entregá-lo novamente a você — ou a qualquer outra pessoa.
​Esse sentimento ainda tem o seu nome gravado. Ele carrega as suas lembranças e aquele jeito único como você entrou na minha vida e mudou tudo, sem que eu sequer percebesse a transformação que estava acontecendo em mim.
​Às vezes, eu tento me convencer de que deveria seguir em frente, fechar essa porta de vez e deixar que o tempo leve o que restou. Mas o meu coração parece não aprender essas coisas tão facilmente. Ele é teimoso. Ele insiste em guardar esse espaço, em esperar e em acreditar que, talvez, em algum momento, você olhe para trás e perceba que ainda existe um lugar aqui transbordando de amor, esperando por você.
​Então, por enquanto, eu escolho deixar esse sentimento aqui, guardado com todo o cuidado do mundo. Não faço isso para viver preso ao passado, mas porque acredito que o que sinto por você é raro demais para ser simplesmente esquecido ou jogado fora.
​Quem sabe, um dia, você aceite o que tenho a oferecer. E quem sabe, nesse dia, todo esse amor finalmente encontre o lugar que sempre será seu.