Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Confie em Deus, Que nada lhe faltará e Seja perseverante na fé, respeitando o tempo das coisas, Procurando ter um coração puro, paciente e pautado sempre pela verdade e procurando viver em paz, com Amor, empatia e harmonia com seu semelhante!
Nascemos para amar uns aos outros e com o tempo passamos a suportar uns aos outros e está tudo certo! Pois na vida amamos poucos e suportamos muitos e infelizmente esse é cotidiano da vida desde sempre!
O Mundo vai te pressionar o tempo todo, mas através das orações e de sua Fé em Deus, você terá força suficiente para suportar qualquer situação que seja! Confie!
Felicidade é momento, é instante e pode durar o tempo que você se permitir estar feliz! Permita-se Mais
Na vida, coisas prazerosas custam a acontecer, duram pouco tempo e nem sempre são valorizadas como deveriam.
O dia que você vencer o medo, estará apto a fazer coisas extraordinárias e ao mesmo tempo, passará a correr grandes perigos por estar exposto a riscos e situações que possam inclusive determinar o seu fim nesse plano!
Na vida é importante estabelecer rotinas, gerenciar o tempo das coisas e organizar suas prioridades!
Vivemos um tempo onde está em falta gente verdadeira, sentimentos reais, conversas sinceras e atitudes autênticas! E nesse mundo onde a superficialidade reina, não precisamos ser perfeitos, apenas reais, autênticos, sinceros e verdadeiros conosco e com os outros!
Separadamente
É chegada a sua vez, seja feliz, agora a minha vez, tentarei ser, tempo de viver o que nos resta... que haja também, tempo para respeitarmos todos os horizontes e nossos limites mutamente... embora as nossas vidas, sigam juntas, mas separadamente, com os nossos medos, com as nossas tímidas vontades de reaprender à voar, as nossas almas à nos conduzir pelos caminhos da poesia, fazem a festa, indefinidamente.
Uma pedra
A janela do tempo chamou
a atenção da vida...
que aos poucos estava indo.
À beira do riacho, pensativa,
queria dizer qualquer coisa,
contar
que a menina que havia,
e que corria depois pelos caminhos,
sorrindo, quando as flores azuis
pequeninas colhia...
e as amava,
elas lhe causava estranha alegria,
porém a menina, não estava mais.
A descoberta aconteceu
no descer as escadas da casa,
no topo da serra, por onde
destemida atravessava o riacho,
envolvia-se com o barulho
das fontes, incessante feito
os pensamentos que ferviam.
De fundo, o verde.
Inconfundível, chamando,
cantava o sabiá-laranjeira...
ela escutava,
entre outros cantos.
De volta à realidade,
sentia a brisa
refrescante, sob o sol brando.
Pés de caminho livre, pedras variadas
de cores, algumas delas
escorregadias por força do limo.
Um sonho fugindo,
sequer aparecia.
O encanto era só da natureza,
e não da sua alma,
por dentro morriam as fantasias.
Precisava voltar para um lugar
que já não era refúgio,
enfrentaria o evidente agora!
Sem lágrimas ou desgostos,
sem desejos de nada mais percorrer...
De nada mais precisava e,
sem pedras nas mãos, delas
apenas uma, e precisava,
para pôr no lugar do coração,
aos poucos estava à morrer.
Asas do tempo
Sejamos uma leve poesia, ou um poema de amor, levados nas asas do tempo, feito as folhas secas… aos ventos, que partem em seus voos sem saber se irão voltar, (e retornarão?) Ou serão somente tímidas e simples sementes. Somos feito viajantes de uma era, deixando as nossas marcas, boas ou não.
