Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Diferente da maioria dos teólogos do seu tempo e dos atuais, a teologia de John Wesley é exuberantemente soteriológica, e sem surtos epistemológicos.
A Volta de Jesus e o Tempo
Os efemerópteros são insetos com uma vida muito curta. Eles vivem no máximo 24 horas, e por mais incrível que pareça, o que para nós não é nada, para eles é tudo. O que nós desprezamos, para eles é um tempo de vida. Isso quer dizer que o homem vive muito tempo? Claro que não! O tempo de vida do homem também não é lá grande coisa (Sl 144.4; Sl 103.15; 1º Pe 1.24).
A percepção de tempo e sua atuação sobre os entes em causa constituem-se em fatores chaves e distintivos. De igual modo, quando levarmos em conta que a dinâmica e a mecânica temporal na eternidade são totalmente diferentes das que temos aqui (no plano finito), podendo mil anos para nós equivaler nada mais que um dia para eles (2º Pe 3.8), então perceberemos que Jesus não está demorando. O tempo na Eternidade não funciona como aqui. Agostinho dizia que lá existe um eterno e infinito presente atemporal.
Não é de admirar que passados mais de 2.000 anos, Jesus disse: "E, eis que CEDO VENHO, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo as suas obras. (Ap 22.12)".
Portanto, Jesus não está demorando; nós é que somos demasiadamente finitos. Jesus disse: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade (Atos 1.7); mas tão somente devemos vigiar, orar e estarmos preparados (Mt 25.1-13); porque certamente o mestre vem (Ap 22.7). O Rei chegará a qualquer momento em toda Sua Glória e Majestade (Mt 16.27; 2º Ts 1.7; Ap 1.7-8).
(...) Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus! Apocalipse 22.20.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Abraão viveu a promessa na fase mais improvável de sua vida. O tempo passa, mas a fidelidade de Deus não. Gênesis 21.5.
Eclesiastes 3.1: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Tempos de prosperidade geram felicidade; Tempos difíceis geram maturidade; Tempos de transição geram evolução; Tempos de decepções geram sabedoria; E no tempo de Deus se estabelece o destino.
A incoerência dos “pastores” da famigerada “teologia” da prosperidade é descarada. Ao mesmo tempo em que eles dizem que as pessoas devem se sacrificar ofertando os tesouros da terra e oferta-los no “reino dos céus” (ministérios pessoais e campanhas estapafúrdias) eles se apropriam dessas ofertas e acumulam esses tesouros da terra para enriquecimento pessoal.
Infelizmente estamos vivendo um tempo de profunda apostasia no altar. E isso que fica evidente nas pregações que omitem temas como pecado, juízo final, inferno e mudança de vida. Qualquer líder que omite esses temas é um falso profeta infiltrado no rebanho. Um líder segundo o Evangelho e que ama o rebanho de Deus nunca omitiria esses temas que são decisivos para vida eterna.
A Promessa do Copeiro
Gênesis 40.1-23, fala sobre o tempo em que José esteve na prisão no Egito. No versículo 23 deste capitulo, tem algo que todos nós já vivemos ou estamos vivendo; pois, quem nunca recebeu a “promessa do copeiro”? Eu já, e algumas vezes.
No início da minha caminhada de fé, ainda imaturo, eu ficava entusiasmado, jubiloso, cheio de esperança e sonhos na expectativa de que o “copeiro” realmente se lembraria de mim, cumprindo sua promessa, mudando minha sorte. O tempo passava, os anos iam embora, a ansiedade ia e vinha, e com o tempo as promessas desapareciam e o que sobrava era um talvez outro dia.
Escutei muitas vezes: “maldito o homem que confia no homem”, mas aprendi que não é pecado confiar no homem, desde que tal confiança não esteja acima ou em detrimento da confiança em Deus. No fim, a verdade é que confiamos no homem pela confiança em Deus, e é assim que, se nossa confiança no primeiro for frustrada, ainda assim não ficaremos de todo frustrados, nem tampouco desesperados, pois restará a confiança n'Aquele que não pode mentir nem mudar. Ademais, quem confia primariamente em Deus é capaz de receber com alegria até mesmo o esquecimento do copeiro, pois pode vê-lo como parte da divina providência, a qual mostrará, a seu tempo, que o mesmo está em ordem ao governo do Egito.
Portanto, continue acreditando que Deus usa homens e mulheres que no determinado tempo serão instrumentos para mudar o destino da sua vida. Eu conheço dezenas de histórias assim.
Pense nisso e ótimo fim de Semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Aprenda de uma vez por todas que a mídia mente o tempo todo para você. Eles mentem nos filmes, nos documentários, nas séries, nos desenhos, nas novelas, nos telejornais etc.. A mídia é um dos instrumentos mais eficazes dos controladores do mundo, e tudo que eles criam tem um propósito bem definido. O objetivo é te desinformar, alienar, manipular, e te tornar fonte de renda ou mão de obra barata para manutenção do status quo da burguesia.
É tempo de estarmos com os pés na igreja, com os olhos firmados na palavra e os joelhos dobrados em oração.
Os Vários Grupos do Tempo de Jesus
O ministério terreno de Jesus foi cercado por vários grupos que exerciam forte influência na vida do povo do seu tempo.
Resumidamente falaremos sobre cada um deles nesse breve artigo:
Os Sacerdotes. Os sacerdotes eram ministros religiosos, habilitados para participar e conduzir as cerimônias religiosas de culto. Estavam divididos em três categorias: os sumos sacerdotes, os sacerdotes e os levitas. Os sacerdotes haviam sido distribuídos por Davi em vinte e quatro classes (1º Cr 24.1-19). Em Lucas 1.5, lemos que esta organização subsistia ainda na época de Jesus. Os evangelhos só mencionam dois sumos sacerdotes: Anás e Caifás (Mt 26.57 e Jo 18.13-14). Esperava-se do sacerdote que servisse de mediador entre Deus e os homens, e também que fosse capaz de pronunciar-se sobre questões éticas e legais.
Os Escribas. Eram homens cujo trabalho era estudar a lei, transcrevê-la e escrever comentários sobre ela. Eles eram conhecidos como os doutores da Lei (Mt 13.52). Eles eram uma espécie de “acadêmicos” dos tempos bíblicos.
Os Fariseus. Fariseu deriva de um vocábulo hebraico que significa “separado”. Eram extremamente apegados à Torá, o livro sagrado dos judeus. Eles foram uma reação conservadora á influencia grega. Por isso desenvolveram uma teologia de separação étnica e ritual. Foi o grupo mais popular entre o povo. Não se misturavam. Escribas e fariseus eram simpatizantes entre si.
Os Saduceus. Principais opositores dos Fariseus. Eles beberam muito da cultura grega. Eles eram amplamente constituídos pelos elementos mais ricos da população. Entre seus componentes se encontravam os sacerdotes mais poderosos, mercadores prósperos e a classe aristocrática da sociedade. Estavam associados ao poder e á riqueza. Eram uma espécie de pré-cessacionistas antigos, pois não acreditavam em anjos, demônios e na vida futura.
Os Zelotes. Eram patriotas com motivação religiosa. Tinham crenças parecidas com as dos Fariseus, mas não aceitavam espécie nenhuma de governo sobre eles. A grande revolta Zelote em 66 d.C. gerou a destruição de Jerusalém em 70 d.C. Temos o registro bíblico de que antes de ter-se convertido, Simão, o Zelote, um dos doze apóstolos de Jesus, havia pertencido a esse partido revolucionário (Lc 6.15 e At 1.13).
Os Essênios. Este grupo levou as ideias do farisaísmo ao extremo. Vestiam-se de branco e tomavam banhos rituais de imersão diariamente. A maioria não se casava e vivia no deserto. Evitavam o comércio, se afastaram do sacrifício no templo, possuíam bens em comum, amavam-se uns aos outros, mas odiavam os de fora. Rejeitavam a ressureição do corpo e esperavam um Messias sacerdotal e outro político, que faria uma nova aliança com eles.
Os Herodianos. Formavam mais um partido político do que um grupo religioso. Eram assim chamados por serem partidários assalariados da dinastia de Herodes. Eles acreditavam que era possível uma aliança política com os romanos. Esse grupo tinha a antipatia do povo e mantinham contato direto com os saduceus numa manobra política para eliminar Jesus (Mc 12.13-17).
Os Samaritanos. Os judeus excomungavam os samaritanos, considerando-os a escória da raça humana. As fortes objeções dos judeus eram: a insistência dos samaritanos em considerar o monte Gerizim o principal local de culto e a rejeição destes a Jerusalém como cidade sagrada (Jo 4.20).
Os Publicanos. Costumava-se dizer: “Só os publicanos são ladrões”. Na época de Jesus a profissão de publicano era a pior. Eles eram comparados aos pecadores da pior espécie. Quando um judeu exercia esse ofício, e, sobretudo, quando cobrava de seus irmãos o imposto destinado a Roma, era tratado com enorme desprezo.
Como disse, foi apenas um resumo!
Pesquise mais e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Todos devem estar preparados; pois no Reino de Deus existe um tempo de aviso e um tempo de cumprimento.
