Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
De Repente...
De repente agora
De repente está na hora,
É hora de partir
De repente o tempo
Lhe dá um bom conselho
E diz que já passou
De repente você aqui
De repente novamente
A gente já tentou
De repente você me viu
Meu ponto fraco não sentiu
Nem frio, nem calor.
Só agora você sorriu
Só agora você me viu
Do jeito que eu sou
Só agora não mais mentiu
Só agora preferiu
Mudar o que já mudou
No passado, você quer ir.
No presente, você perdeu.
No futuro, já passou.
E agora, permaneço aqui.
Perdemos tanto tempo com orgulho e palavras jogadas ao vento, cada minuto que deixamos escapar são 60 segundos de felicidade perdida, até quando você vai jogar fora nossa felicidade?!
É tempo de recomeçar... Mais uma vez.
Conheço pessoas com todo tipo de crença.
Desde os céticos, que não creem em nada;
Aos muito crentes, no amplo sentido da palavra, que possuem uma fé inabalável apesar de todas as adversidades que a vida lhes impõe;
E aqueles que acreditam que Deus é um ser sádico, que sempre dá com uma mão e tira com a outra.
Há algum tempo achei que minha vida finalmente tinha alcançado um propósito;
Que tudo iria começar a dar certo;
As coisas se organizavam profissional, financeira e afetivamente;
Que a possibilidade de ser feliz era palpável e real.
De repente tudo se desmanchou.
Desmoronou como aqueles castelos de areia que passávamos horas contruindo, quando eramos crianças;
Faziamos torres, portões, janelas e, na menor distração, a maré subia de repente, uma onda mais forte vinha, e destruia toda fantasia criada ali.
Nesse momento é isso que sinto...
Que o divino tem um "que" de sádico.
De nos apresentar a felicidade... colocá-la em nosso alcance e, de repente, tirá-la de nós.
Sei que tudo, principalmente as coisas ruins, vão passar.
Dizem que não há mal que sempre dure e felicidade que nunca se acabe;
E que ninguém carrega um fardo maior do que pode carregar.
Mas às vezes o cansaço e a dor são tão grandes...
O medo de errar nos faz fraco, a ânsia de acertar nos faz errar, o tempo da paciência nos inquieta a exigência da perfeição nos frustra e o medo de arriscar nos impede, quando poderíamos apenas deixar acontecer, ver que no final tudo da certo!
Nosso amor sera como as arvores que com o tempo irá envelhecer ele pode perder suas folhas mas sera para sempre
Amizade é um fruto que so colhemos com o tempo!As vezes so conhecemos os verdadeiros amigos com a distancai por uqe vemos quem lembra dos amigos...
Sou como o deserto, onde a areia se move com vento e as dunas com o tempo mas que apesar de tudo, continua sendo aquele mesmo velho e árido deserto.
A vida é feita de momentos, e sempre achamos que teremos tempo de dizer TE AMO, CONTE COMIGO... A verdade é que nunca sabemos o que nos espera! E muitas vezes as despedidas são necessárias entre aqueles que se amam, porém, ficam as lembranças daqueles que, enquanto perto, só nos fizeram felizes.
As tristezas, os sofrimentos e até mesmo o próprio tempo nos tornam rasos ao ponto de permitir que nossos sentimentos voem com o vento.
Quando trazemos dentro da gente lembrança de sentimentos, nem mesmo o passar do tempo consegue desvencilhar o amor do coração.
E mais vale o tempo que dorme, que paira no vento feito borboleta, que aquele que é escrito antecipadamente, com a mais fiel das canetas. Porque, se há na vida uma certeza, é de que nada se apaga.
Se há algo do qual temo, aprendi que, aos poucos, o temor vira marca, e que somos todos um conjunto de marcas, todas intactamente preenchidas, escuras, que nos tornam exatamente o que somos. E mais vale o que se é em segredo, que aquilo que se mostra, sem medo, aos olhos alheios.
Ouvi dizer que o tempo corre
E, com os pés amarrados,
tudo que seria nascido, no tempo, morre
tudo que fosse perdido, no tempo, era achado.
Porque as horas são tão belas vírgulas
Partículas infinitas de instantes entrelaçados
Porque o tempo, ora, não deixa saídas
Mas há entradas por todos os lados.
E a espera continua parada lá fora,
Com os olhos voltados para o amanhã que vem
A vida brinca entre o presente que se deita,
Entre o tempo que não respeita ninguém.
