Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Não se esqueça de que o tempo não espera por nós. Ele passa e deixa seu recado. Ou o seguimos ou ficaremos à mercê de nossas paixões.
Vivemos tão apressadamente que não temos tempo para observar os pequenos momentos que a vida nos reservou.
O tempo é um relógio que marca os momentos bons ou não, independente da nossa aprovação e da nossa vontade.
Levamos um tempo para entender que as migalhas não serão mais suficientes para nos preencher. Quando entendermos isto, entenderemos que somos suficientemente completos para não esperarmos nada externamente.
Desperdiçamos tempo demais com coisas banais e não conseguimos entender e nem encontrar o que nos trouxe aqui.
MOMENTOS VIVIDOS
As histórias sempre serão contadas. Pode ser que não seja pela boca, mas pela memória. Os momentos que foram vividos, não tem mais como apagá-los. Eles existiram e permanecerão vivos no livro de história da vida. Já faz parte de nós, da nossa trajetória e do nosso passado. Podemos até tentar tirá-los da nossa mente, mas sempre estará lá, vivos. Não devemos lamentar pelo que aconteceu.
Por mais que não aceitamos, nada mais poderá ser feito. Apenas esquecer e deixar guardado na memória do tempo. É bom ter história para contar, momentos para lembrar e inícios para recomeçar. Quem tem história, tem vida. Quem tem momentos para relembrar, já viveu algo inesquecível, seja ele bom ou não. Os momentos foram feitos para que vivamos sem preconceitos e sem arrependimentos. Portanto, vamos viver o hoje e ser feliz...
Não há tempo que volte atrás e nem batalha que se vença, quando não existe lugar dentro de nós, para a superação das nossas necessidades.
Quando gastamos boas energias reorganizando o que não está disposto para isto, gastamos também o tempo e os bons momentos da vida.
VIVA O HOJE
Viva o dia como se fosse o último.
Não pense em nada além da leveza da alma.
Cante, brinque, lute e ame incondicionalmente.
E lembre-se: O tempo sempre será o melhor remédio.
Portanto, viva o hoje como se fosse um presente.
As vezes cansamos de ser fortes. As pernas começam a fraquejar e não conseguimos mais caminhar. Ser forte dói. Dói muito. É um rasgar de pele. Uma tempestade devastadora. Temos que rastejar muito e rastejar num tempo turbulento desses, sangra. Às vezes, só queremos ficar quietinhos esperando a tempestade passar, noutras preferimos sair em busca de soluções imediatas. O crescimento é assim, dolorido, sangrento, tempestivo, mas necessário para encontrarmos o nosso verdadeiro Eu.
Desacelerar é preciso. O tempo não espera e a vida é curta demais para deixarmos de lado aquilo que mais precisamos, a nossa paz de espírito.
Às vezes precisamos ser fortes. Fortes como uma rocha. Não porque precisamos provar para alguém, mas para não cair e se ferir. A alma precisa estar bem alimentada e embalada. O corpo não, ele morre com o tempo. A alma transcende.
A vida é como uma roda. Gira sem parar. Não temos tempo suficiente para esperar. Ou seguimos seu ritmo ou focaremos a mercê das nossas buscas incessantes.
A Corrente do Tempo
É sinal de maturidade reconhecer que o saber de hoje pode não ser mais a sabedoria de amanhã.
