Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Dizem que o tempo tudo cura, mas a verdade e que nem sei como pude. Hoje a minha solidão, eu a chamo por solitude.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
Pra quê perder mais tempo com o passado?
O mundo grande e perigoso lá fora
Faz pensar que eu 'tô sempre errado
Um dia alguém me perguntou:
Nelson, se pudesses voltar atrás no tempo, mudarias alguma coisa?
Eu respondi: não, porque se o fizesse, provavelmente não estaria neste momento a escrever estas palavras.
Percebi há muito tempo que, se eu quisesse ter sucesso no mundo dos homens, eu teria que seguir as regras deles.
ENTERRAMADO
Eu sou a muito tempo a petrificação da raiva.
Meu corpo já foi assim.
Meu corpo já foi liquidificado.
Meu corpo já juntou na terra.
Eu já fui enterrado,
em terra amarrado,
enterramado.
Meus pais, filhos e avós já choraram,
E já desistiram de lacrimejar.
Minha compania já se casou no verão,
Nem vem mais me visitar.
E eu sou solidão,
Aqui no fundo do mar.
Do mar bíblico,
onde o colosso da justiça,
lança o pecado.
Cá estou .
No mundo do esquecido.
Oque fiz eu pra isso?
Bom não me lembro,
morro esquecido.
Lembro do pior acontecido.
Morri.
Não foi de febre,
Nem de saudade,
Não foi porque quis,
Nem pela idade.
Morri por má sorte,
Porque encontrei no caminho o espírito covarde.
E os anjos estavam ocupados.
Sei lá, talvez no céu ceavam.
E eu fui machucado.
Me espancaram.
Me mutilaram.
Me enforcaram.
Me alvejaram.
Me estruparam.
Me jogaram no lago.
Mas calma,
não foi simples assim .
Me machucaram, quando voltava da missa, próximo do ponto de ônibus me raptaram, me doparam, me usaram.
Me quadricularam, me puserram fogo,
me deixaram na terra.
E como esses, meus outros também me abandonaram.
Me espancaram, quando fui ouvir minha música favorita,
riram da minha roupa,
me chamaram de bicha,
me jogaram no chão,
arrastaram pelos cabelos,
me segaram com os próprios dedos, arrancaram minha roupa e enfiaram todos os dedos em mim.
Depois levaram minhas feias roupas,
sem deixar meu corpo eu cobrir,
nem minha mãe me descobrir,
eu não tinha nem um dente,
minha cabeça se fundiu com a calçada, quem me viu ,
até hoje não consegue dormir,
minha mãe acha até hoje que na verdade eu só fugi.
Me mutilaram, quando neguei dois tragos.
Me espalmaram a cara,
me prenderam no quarto,
e tiraram do peito meu filho,
me empurraram pela casa,
me levaram pra fora,
levaram também uma faca,
ela andou por tudo,
andou bem mais que as minhas lágrimas,
só perdeu pro meu sangue na caminhada,
com cigarros me queimaram,
onde já nem doia,
doía deixar meu filho ainda no início da vida.
Me largaram lá mesmo do lado de fora as traças,
depois do jornal eu fui capa,
meu filho já estava longe,
e eu nem constava no mapa.
Me enforcaram, quando menti dizendo que não sabia onde ela estava,
tinha medo que ela acabasse enforcada,
fui levada pro banheiro,
ajogada na privada,
eu gritava mas a TV estava ligada,
me deram vários tapas na cara,
me ergueram pelos cabelos,
me estrangularam na mão,
deixaram a vida me escapulir de olhos abertos,
foram perversos.
Me alvejaram,
perto de casa,
eu só caminhava com uma sacola de pão,
a morte vinha automatica,
seu barulho eu conhecia,
me veio não sei de onde,
foi de costas possívelmente,
esse tipo de morte,
por satisfação e lazer nunca vem de frente.
Corri mas já era tarde,
senti sede mas nessas horas a garganta arde,
a vizinha gritou,
chutou a roda do covarde,
a sirene soou mas já era tarde.
Na sirene mais alarde,
na minha morte mais covardes.
Me estruparam,
quando fui tomar banho de rio,
quando me escondi atrás da pedra,
Escondida do meu tio,
quando corri entre a plantação de pinho, quando me espremi entre os frepinhos, quando cai em meio aos espinhos,
quando eu não tinha nada,
nem sabia falar os corrigindo.
Me deixaram ali as margem do rio,
e naquele dia choveu,
fui pra depois da fronteira,
o porco da selva fria meu corpo comeu.
Me jogaram no lago, quando beijei ele depois da aula,
se consumiram de inveja,
me seguiram até a passarela,
me pediram satisfações,
eu não tinha pra lhes dá,
então levaram meu celular,
gravaram eu apanhar e me empurraram de lá,
aproveitaram que ninguém viu chamaram seus primos,
e me tiraram da água,
brincaram comigo,
me lançaram no fundo do lago,
que é tão frio que até hoje existo.
Em dois planos em alma vivo,
entre esse lago ou aquele do destino esqueçido.
Há quem sou ,
Ou melhor quem eu teria sido.
Não vale a vida ,
Se na verdade nada é vívido.
Não tem razões me dar um nome,
se passar o resto dos anos no subsolo pérfido.
Não queria ter pisado nesse mundo perdido.
Não tenho se quer um túmulo vazio,
Eles casaram,
Morreram de velhice,
Foram condecorados,
Praticaram outros assassinos,
Voltaram pra casa e almocaram.
E eu estou aqui,
pra sempre calado.
Eu sou o morto,
Eu sou o que colhe os frutos do cruel.
Se existir justiça,
Ela não está nem aí na terra,
Nem aqui no céu.
Depois de um tempo, deixei de correr atrás dos amores intensos. E hoje eu só espero por alguém que permaneça.
Eu vi amor pequeno bem lá no riso do abismo do que é louco
E o tempo é curto e pouco pra tanta beleza livre
Sem rimas, sem poema algum, irei dizer:"O tempo, a morte e amor. Eu aprecio o tempo sei de sua importância e tento fazer o relevante mas nem sempre consigo fazer o suficiente, o engraçado é que ele passa tão rápido e vejo muitas pessoas que dizem não ter tempo ou possuir pouco, sim posso dizer que todos fazemos nosso próprio tempo mas prefiro dizer eu entendo, o difícil de responder é quando perguntam como você tem tempo para isso? Penso eu que deveria responder que isso é importante para mim então dessa forma eu me esforço para fazê-lo , é inevitável que o tempo irá passar e não voltar e ainda não acredito que possam criar uma máquina do tempo, para mim isso é impossível.Acho interessante a morte apesar de não deseja-la freneticamente, mas não gosto dela para os outros ainda mais para aqueles que amo, mas gosto da ideia para mim, pois ela é completamente individual e não há nenhuma concordância entre todos a cerca da morte, uns dizem fim, alguns é apenas o começo ou uma mudança para o que já foi um dia, não é como se eu quisesse morrer, porém vejo com olhos de curiosidade essa palavra tão pequena e impactante, muitos tem medo da morte, mas eu apenas não quero sentir dor, tenho certeza que grande parte das pessoas gostariam de ter uma indolor, precisamente dormindo, porém seria ainda mais peculiar esse tipo de morte, principalmente se a pessoa estivesse sonhando antes de morrer, seria algo surreal.O amor é algo que nos move isto realmente eu amo pois é o amor ,no entanto temos conceitos muito errôneos sobre o mesmo, talvez porque seja difícil entender, a partir do momento que conseguimos separar paixão de amor companheiro tudo fica mais esclarecido, pelo que aprendi paixão é o estado inicial do amor o qual pode ser chamado também de amor romântico e isso compreende o estágio onde se pensa automaticamente na pessoa, estando com níveis de felicidade altos e hiper mega motivação, portanto não falta nenhuma atitude que demonstra preocupação e afeição para com a pessoa, isso é um pouco mais complexo, isto pode durar até dois anos, isso complica um pouco as coisas, mas quando ela acaba há a possibilidade de surgir o amor companheiro mas nesta fase a tomada de atitudes para o bem estar da pessoa amada não é algo automático, e os pensamentos já não são contínuos relacionados para com a pessoa que se ama, então deve partir as ações de quem ama de uma forma mais racional pensada e não automática como antes, por conta das pessoas não perceberem o final da paixão e não fazerem nada por quem se ama os relacionamentos se complicam e esfriam levando ao término de qualquer tipo , mas existem outras relações de amor como de uma mãe para com o filho o que é muito grande, sincero e admirável, temos de um pai para com o filho, entre irmãos e amigos e essas formas de amor são puras e mais nítidas aos nossos olhos pois não se envolve estágios, é apenas o amor.''
Eu acho que com o tempo criamos laços grandes e afetivos com pai,mãe,filhos,irmão..e isso nos faz continuar de pé.Quando algo terrível nos acontece acontece com eles também.Acabamos por esquecer nossas dores,deixa-las de lado e fazer por eles...por amor,por carinho,por obrigação..por retribuição de tudo que fizeram por nós,eu acho que laços familiares são algo que nos faz esquecer de nós e viver pelo outro.Assim acontece com eles tbm..É algo que aprendemos,nos foi ensinado.qdo crescemos nos sentimos instintivamente ligados.Isso para mim é importante,não me deixa cair.Me mantem forte mesmo qdo estou para cair,chamem de amor,de obrigação,de comprometimento,de gratidão...do nome que quiserem
Nas areias do tempo
Sou eu quem lhe dar as mãos solidão
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Texto de Renata Pereira (Relopes)
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SERVIR E PROTEGER, ESSA É MINHA MISSÃO
Houve um tempo em que eu era
Apenas uma menina inocente
Que sonhava muito alto
E encantava muita gente.
O tempo passava
E o gosto pelos estudo só aumentava
Minha mãe até pensava
Que ser professora seria meu legado
Mas o amor pela Guarda
Em meu peito estava guardado.
Meu interesse pelos estudos
Ao concurso me levou
E logo ao ser aprovada
Tomei posse com amor.
Hoje faço ronda nas escolas
Onde vidas vivo a guardar
E nos olhos das crianças
Fico sempre a me enxergar.
Ao chegarmos nas escolas
Nas crianças vou enxergando
A sensação de serem protegidas
Em seus olhos vão brilhando
E na certeza do dever cumprido
Assim vou me renovando.
Eu sinceramente cansei de ser passa tempo de alguém!
É muito chato ficar com pessoas somente pra passar o tempo, Isso machuca muito e coloquei na minha cabeça que serei mas maduro e procurarei apenas um único amor ♡
Você escolheu tempo, ao invés de tentar outra vez... Eu jamais o escolheria, pois ele é traiçoeiro, vezes a melhor opção, vezes o peso que nos afunda mais (...).
Somos à Exceção
Quando eu te reencontrar irei compensar todo esse tempo perdido,
Tivemos um começo especial, mas potencializamos as regras,
Nós somos a exceção no universo do amor, entre o pouco e o muito, entre o que é real e o que é luxo e entre o inexplicável e ser extraordinário, existe eu e você,
Uma alma com muita vontade se renova, reagi, ressurgi, quando ela escuta os conselhos do coração fica vibrante e brilha como a luz de uma tempestade re raios,
Vamos permanecer, vamos pertencer, vamos nos realizar, vamos ser abrigo e cuidar um do outro, tudo isso vai acontecer quando eu te reencontrar.
O dia em que eu amei a chuva.
Foi se o tempo em que eu amava a chuva.Quando criança achava que Deus estava fazendo xixi na gente por ter tantas pessoas ruins no mundo entretanto a chuva faz parte de nossas vida, sem ela não se criam poças para que os animais possam beber água alias ela juntamente com a terra forma uma perfeita combinação de dar a vida as plantas. Ha muitas formas de se descrever a chuva. Ela não seria tão diferente das pessoas, hora esta mansa e gostosa, hora parece que o mundo desabaste em cima de nos,hora esta fria, hora refrescante e ou relaxante, hora esta confusa. A chuva se parece com as pessoas, porem a chuva não sente, não ama, não sente ódio e nem rancor, isso é o que diferencia a chuva de pessoas. No inicio eu disse que amava a chuva, de certa forma eu amei fui ser humano, pois eu amava eu sentia, sentia oque hoje as obrigações do mundo me afastaram desse sentimento e faz com que esqueçamos e esqueçamos de que um dia amamos a chuva. A chuva te faz lembrar, lembrar de que um dia você soube amar coisas que hoje são empecilhos na nossa vida coisas intoleráveis que antes eram toleráveis ,e assim nos tornando pessoas frias, amargas e fúteis. talvez eu conte esta historia para os meus netos: "O dia em que eu amei a chuva". Por que talvez? Não Saberei se estarei cheio de obrigações, pois a chuva me atrapalharia contar uma boa historia.
Tem coisas que o tempo levou
a coisas que o tempo tras de volta
Eu quero apenas viver a vida
sem ter que me preocupar
Porque a vida é curta
e o momento passa!
Shirlei Miriam de Souza
