Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Eu resolvi te escrever a última carta para te dizer que ainda te amo mas sou obrigado a te esquecer só não me culpe foi você que pediu pra te esquecer juras de amor ouvi você falar estava cego de amor por você que aquelas palavras eram da boca pra fora já eu como um tolo cego louco de amor por você hoje sei que entreguei o meu amor verdadeiro a você
Você é a pessoa que eu escolho todos os dias, para amar, respeitar e cuidar. Meu amor por você é infinito e cresce a cada dia que passa.
Ass CICERO LYRA
Hoje eu escolhi sorrir. Amanhã a gente ver o que faz o presente se vivi as lembranças ficam e a vida segue seu rumo
Ass CICERO LYRA
Eu sou amazonense,tenho amor ao meu Estado, tenho orgulho da minha gente!Nossas matas, nossos povos, uma cultura diferente. Eu sou fruto dessa terra, sou filho dessa gente...
Eu sou daqui! Dessa gigante Amazônia, onde o verde reflete beleza e os rios com suas riquezas me causam admiração. Eu sou daqui! Sou caboclo aventureiro. Sou mestiço brasileiro, sou gene desse lugar. Eu sou daqui! Desse imenso rincão, onde a terra é de todos mas exige preservação. Eu sou daqui! Sou amazônida verdadeiro e amo por inteiro, cada canto desse verde-mar. Eu sou daqui. Já estive em muitos lugares, mas sempre sinto saudades e volto para o meu lar. Eu sou daqui. Eu sou Amazônia!
Mãe, Eu Quero Voltar
Deixei teu abraço, tua voz, tua mão,
Com sonhos de glória e a pressa em vão.
"Não vá, meu filho", teus olhos diziam,
Mas jovem e cego, eu mal te ouvia.
O mundo, mãe, não é como eu pensei,
Me abraçou com mentira, me usou, me ferrei.
Promessas brilhantes, caminhos sem fim,
E hoje só resta o vazio em mim.
A chuva me molha, o frio me abraça,
A vergonha me pesa, a saudade me amassa.
Tuas palavras ecoam, conselho tardio,
Mas a lição veio, dura, no aço do frio.
Lembro teu rosto, tua prece, teu olhar,
E hoje só penso: Mãe, eu quero voltar.
Não trago riqueza, nem orgulho, nem glória,
Só um coração quebrado, marcado na história.
Perdão, minha mãe, pela dor que causei,
Pelas noites de choro que te entreguei.
Por não ouvir teu amor, tua razão,
E trocar tua casa por ilusão.
Se me aceitares, volto em silêncio,
Com o coração pobre, mas cheio de intento.
Prometo, mãe, ser teu filho de novo,
E cuidar do amor que deixei no povo.
Mãe, se puder, me espera no portão,
Que ao cruzá-lo, se cura o meu coração.
De peito aberto, ao teu lado ficar,
Pois aprendi, mãe, que o mundo é teu lar.
Eu gostaria de ver aqueles que analisam meus passos investindo essa energia na cura das próprias feridas kármicas, libertando-se de uma vez.
Eu vejo a tristeza que carregam, e em vez de virar as costas, permito que minha luz dance ao lado, convidando-os gentilmente a lembrar da própria claridade.
Desastres Ambientais ... ser humano desastrado...
Eu me preocupo com todos esses frequentes desastres ambientais,
da mesma forma que me atemorizo com toda a banalização
com que o ser humano reage diante de tais desastres,
como se fossem considerados fenômenos corriqueiros.
Vivemos uma era de graves e irremediáveis tragédias ecológicas
onde somos uma sociedade que com profundo desinteresse superficialmente se interessa do clamor da notícia e nada mais.
Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...
Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.
Oh! Oceano Atlântico!
Eu sempre sonhei em ser como Vós Mercê
naquelas tardes em que a vida
sopeava na ternura do meu tempo
que brotava na beira-mar
do seu horizonte.
Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu fecho os meus olhos
eu respiro a poesia de Vossas ondas
e eflúvio de saudade?
Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu abro os meus olhos
eu transbordo os versos salsos da Vossa maresia
e eflúvio de serenidade?
Eu sei
que Vossa mercê sabeis
que a minha alma
É bordada com o Vosso sal.
Eu perdi a conta de quantas vezes
metade de mim foi fortaleza
sò porque a outra metade de mim
foi frágil e precisou do meu ombro para chorar...
Ser forte e corajosa sempre,
mesmo quando fragil...
eis a minha sina !
É sempre assim
eu me desligo do mundo
me dou tão por mim
que nem sei como e por que
só sinto a serenidade na alma
quando estou de frente para o Mar.
Eu tenho medo e me preocupo com um certo desgosto de que a crueldade do preconceito possa se tornar humanamente um conceito banal.
Tal aberração humana não pode e não deve ser usada como argumentação em discursos vários para alimentar polêmicas políticas/partidárias, mas sim ... para desenvolver a consciência humanamente humana.
