Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Acho que eu fiquei desinteressante depois de você ter roubado todas as coisas que me faziam ser eu.
Sua presença
Eu a olhava todos os dias
Mas você se afastou tanto
Que eu te perdi de vista
Te olhava sorrindo
Te olhava rindo
Hoje te vejo partindo
Tento me conformar
Mas nos meus sonhos
Você faz questão de estar
Sigo minha vida
Mas sem você
Tudo se complica
O sol, nas nuvens se perdeu
Pois não achou juntos
Você e eu.
Te amei
Antes eu olhava pra você e via paixão
Hoje te olho e vejo tanta ilusão
Eu estava perdida
Quando te encontrei
Não era o que eu buscava
Mas era o que eu achava que amava
No fim
Me enganei
Achava que você faria tudo por mim
mas me decepcionei.
Na proxima vez não me entregarei como me entreguei,
Não amarei tanto quanto amei,
Porque você se foi
E sequelas deixou
Agora irei buscar alguém
Que saiba tratar as sequelas que você largou.
Mas do que adianta dizer tanto?
Se o que realmente quero e preciso dizer é um clichê e sincero
Eu te amo!
Posso dizer com a certeza de uma vida que ja pude amar,mas nunca sentir e poder dizer o eu ti amo com um animo de desejar ter uma vida ao seu lado.
Paradoxo: quando mais eu penso menos entendo; quando eu mais entendo menos compreendo; e quando eu mais compreendo mais alienado fico e, pasmem, feliz!!
Para pensar: o que expressões tão heterogêneas como “tijolo deitado” e “eu te amo” podem ter em comum? A primeira uma solução de solidez, segurança e longevidade para uma construção. A segunda, demonstrar amor, afeto e carinho para alguém, de significativa importância sentimental. Disse, para pensar......
O que fazer quando parte daquilo que somos é arrancado brutalmente? Apenas dizer ao universo: eu estou aqui.
Sempre sinta medo. O medo te orienta para o caminho certo. Alguns chamam isso de intuição, eu chamo de entendimento. A vida é cheia de surpresas.
Disse Raul Seixas: eu perdi o meu medo, meu medo da chuva... Completo: o problema é que ela me deixa resfriado!
Desenhar é construir paisagem. Quando desenho um currículo eu elaboro uma outra cena inacabada, constante e mutável.
Declarando um grande amor: Ninguém te ama como eu! Jogando um favor na cara: Ninguém te ama, como eu!
