Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Eu concluí que me apego a determinadas pessoas hoje pq elas me lembram alguém que já partiu. É como se eu tentasse desesperadamente juntar pedacinhos de cada um pra fazê-lo inteiro de novo. Mas a verdade é que o buraco que ele deixou nunca ninguém nessa vida vai conseguir preencher, passe o tempo q for.
E eu q achava que o tempo amenizava dores descobri que ele só piora tudo.
Por favor, diga-me se eu transgredi ou até mesmo machuquei alguém sem querer nesse fantástico mundo virtual. Por vezes cometemos erros, criamos expectativas e aprendemos com eles!
Sinta-se à vontade IM, mas nada além de uma boa amizade!
Existe uma grande distância entre nós
Distância que desaparece quando eu fecho os olhos
e imagino você do meu lado.
É algo espontâneo, escrevendo coisas lindas para ti enquanto ouço música,
fonte de inspiração, porque nada é tão liberto quanto o poder das nossas imaginações,
meu grande amor.
Eu estava cansada de tudo tão igual,
Dessa mesmice habitual.
Mas do nada, você apareceu,
Diferente de tudo e tão fora do comum.
Seu jeito singular e perfeito
Era algo que eu nunca havia visto antes.
Não esperava encontrar alguém assim,
Mas cê chegou e atropelou tudo dentro de mim.
Com teu olhar cativante e presença marcante,
E essa voz alucinante,
É impossível não querer estar contigo.
Tão diferente, menino, você é especial,
Desde então o mundo não foi mais o mesmo.
Você trouxe sensações,
De trovão e calmaria, ondulações.
Com você, eu corro como um trovão na tempestade,
Ou danço na chuva como um passarinho que cura.
É ser a sua guitarra chorando ou seu piano cantando,
Ou simplesmente um apagão que some e deixa confusão em meu coração.
Entrar no seu mundo também pode ser assustador,
Pois você parece a personificação da desconexão do tanto faz.
Mas contigo, tudo faz sentido,
E a cada dia descubro algo novo e excitante
Eu juro que quis me encaixar no seu mundo Mas suas mentiras e insensatez como um lego se desfez. Parada fluvial
Cruzo a linha, espaço-tempo Sim, garota, eu quero a gente, mas agora é diferente vejo um reflexo
De um feixe de loucura ou paranoia, são palavras suas
Tempo, que me faz perder o tempo, pensando no tempo que a gente olhava a onda calma, a noite enluarada, você perdendo a calma, e eu perdendo a alma
Um brinde a mim, que sou trapaceiro, assassino do coração alheio Me perdoa, Ana Sou um tirano que te ama Meu coração também sangra
Eu sou uma alma humana, Ana
Eu estava jogando dama, enquanto observava você jogar xadrez. Eu poderia ter te dado um xeque mate, mas por cortesia, preferi perder.
Eu quero viver.
Quero o dia, o pôr do sol,
A praia, o mar, o camarão,
O suco de abacaxi com hortelã.
Quero o avião, as nuvens, as luzes da cidade ao aterrizar, a noite, a lua cheia,
Novas paisagens, novos cheiros, novos sabores, novas risadas.
Quero a estrada, o acelerador, cabelos ao vento, a música.
Quero o gramado, o cheiro de terra molhada, o milho verde, o bolo de fubá,
A serra e o frio.
A loucura de São Paulo,
A alegria do Pará,
A intensidade de Brasília,
A extravagância de Las Vegas,
O luxo de Dubai,
O capitalismo da China,
O bom gosto francês,
A astúcia italiana,
A responsabilidade japonesa,
A inovação coreana,
A boemia artística.
Eu quero o tudo e o nada,
O luxo e o simples.
Quero viver.
Quero estar aqui e ali,
Fazer isso e acolá,
Depende do momento,
De como me sinto.
Só quero ser inteira em fragmentos.
É pedir muito? Só quero o direito de escolher.
Sonhos e querer....
(Marcel Sena)
Às vezes eu acho que o mundo acabou.
Às vezes eu acho que nem começou.
Queria eu, crer na sua crença,
Queria eu, fazer a diferença,
Diferente não sou,
Entre gritos e gemidos, sussurrando estou.
Te vejo e reparo, avalio sua face,
Vulgar, indiscreto seus dotes eu meço.
Chorei, resmunguei, não quero a dor.
Incrédulo, sincero, a dor me persegue.
Na vista, um corpo domina,
Me, toma, me laça, pela vista conquista.
Queria poder profanar sua crença.
Poderoso não sou, sinceridade e tédio é o que me restou.
Sou humano, sou fraco e cheio de pecados.
Um vernáculo de amor indecifrável.
Assim segue o mundo, de crentes e descrentes impondo sua mente.
Uma coisa eu sei: amar, ser amado, improprio ou errado.
Sua vida, tuas vidas, nossas vidas, minha vida.
Acabe o mundo e assim sempre sou. Implorante ou impondo
Pensamento desconectos que o mundo mudou.
Cuiabá. 14 de junho de 2015;
eu poderia dizer que sou a única pessoa na vida que nunca me decepcionou, porém, em me doar tanto para os outros e tão pouco pra mim, preferi viver de decepção!
Acho incrível algumas pessoas se preocuparem mais do que eu com assuntos que interessam somente a mim.
Gota
Gota
Gota, gota
Goteja
Anseia
Livre e solta
Você
Me
Nega a
Gota
E
Eu
Me sinto
Solta
Sem estar
.
Pinga
Sinta
Senta
Venha
Linfa
E menta.
É a mistura perfeita...
Tenta.
Hoje sentei em minha mesa do trabalho logo cedo,
Pensando em tudo que eu havia de fazer...
E um calorzinho gostoso em minha orelha direita me preenchia suavemente, e me tocava delicadamente
Até que percebi o que acontecia: minha janela estava com as persianas levantadas
E o sol vinha me dizer bom dia ternamente, aquecendo meu corpo e iluminando meu ambiente...
Tive que escrever! Que afago gostoso... que dose de bom humor, logo cedo!
Agora as nuvens já escondem os raios... mas foi o suficiente para que eu me apercebesse
Da beleza da vida, de quão é importante, muitas vezes, abrir a nossa janela, e deixar o que vier entrar... levantar as persianas, e receber gratuitamente o que nos é dado, todos os dias...
Obrigada, Deus, por tudo.
Deixo uma lágrima cair sobre a mesa, e volto aos meus afazeres...
Diferente.
E o que eu faço com as palavras?
O que faço com o desejo incontrolável de escrevê-las, de dizê-las?
E o que eu faço com as inspirações imprevisíveis?
Com a busca incansável por respostas, com o não-contentamento que permanece?
O que eu faço com as indagações, suposições, com os pensamentos sempre surgindo, descompassados e ansiosos em serem perpetuados?
O que eu faço com a necessidade intermitente de saber, e tornar a saber depois que já se sabe?
O que eu faço com a busca pelo eu, pelo eu do outro, e pela "re-busca" e novas buscas do meu ser?
Com o desejo de estar sempre buscando o inatingível?
O que eu faço com o fato de me tornar cada vez mais introspectiva, vendo que o universo lá fora é bem menor do que o universo interior que cada um carrega?
E o quanto é gostoso e viciante descobrir que não se pode chegar ao fim?
O que faço com as palavras... todas elas que surgem do nada, e do nada se vão, para depois retornar com mais força?
É assim... dias de silêncio, dias de vazio, dias de branco. Dias e dias, dias de buscas, dias de perguntas, dias de respostas, dias de perguntas com respostas, dias de respostas sem perguntas.
O que eu faço com as palavras?
Eu as deixo livres. Elas são o que são, e eu sou apenas instrumento...
apenas mais um instrumento, à espera da próxima reflexão.
Do próximo rascunho, do próximo eco, da próxima inquirição.
Se eu te perguntar sobre algum professor que marcou a sua vida, de qual você, de pronto, se lembrará? Daquele sábio e inteligente, por isso mesmo gentil, agradável e generoso, que te ensinava com, acima de tudo, amor e paciência, ou aquele por igual inteligente, porém ignorante, crítico, rude e indiferente? Com certeza, os que marcaram a minha vida foram os sábios em ensinar a mim aquilo que eu ainda não sabia... e, da mesma forma, eu, consciente do não saber, ansiava em aprender com este mestre todas as lições que ele poderia me passar. Assim devemos ser como mestres e discípulos um dos outros... Se você deseja mesmo promover verdadeira melhora e evolução nas pessoas à sua volta, este desejo deverá vir do coração, e os ensinamentos cheios de amor e compaixão pelo próximo. A crítica sem empatia não acrescentará nada ao mundo, talvez apenas serão palavras lançadas e que machucam, mas a sabedoria que você tem poderá mudar o mundo de alguém se você propagar as lições com, antes de mais nada, amor e consciência de que, um dia, você também foi desprovido de conhecimento. Sejamos tardios em criticar e mais rápidos em compreender e dar exemplos daquilo que desejamos ver no outro.
O Grande Eu Sou
Tu sempre serás
Tudo aquilo que jamais conseguirei ser
Tão bondoso e perfeito
Por mais que eu tente, não consigo entender
Como pode existir tamanho amor por mim
Nem mesmo eu me amo assim...
Deus, Tu és o Grande Eu Sou
Tu és tudo o que eu preciso
Tu guardas a minha alma
E me defende dos inimigos
Mas meu coração
às vezes pode falhar...
Obrigado por sempre me perdoar
E tudo a minha volta transformar
Eu me rendo a Ti
Me sinto tão vazio
A alma cansada de sofrer
As lágrimas mal consigo conter
Mas meu coração sempre sente Tua presença
Mesmo que fraco eu esteja
Sei que estás comigo, Senhor!
Basta eu clamar... minha voz levantar
Tua palavra escutar, sei que irás me salvar
A tua misericórdia
é tudo o que tenho
Mesmo triste eu me convenço
e em esperança eu me rendo...
Eu me rendo a Ti...
Eu esperei. Confesso que esperei. Lá no fundo, eu fiz orações, fiz uma prece, e tinha muitas esperanças e expectativas. De que você iria reaparecer um dia qualquer, do mesmo jeito ou melhor do que o dia em que você surgiu inesperadamente na minha vida. Eu tinha aquela esperança boba, aquela certeza incerta de que você enxergaria sei lá o que no fundo do seu coração, e que finalmente despertaria de um sono profundo e notaria o nosso relacionamento de uma forma diferente. Que você veria com todas as letras tudo o que faltou você fazer por nós enquanto eu estive do seu lado. Que uma luz surgisse na sua cabeça, e que a distância finalmente te chacoalharia os miolos, neurônios, e, principalmente, os sentimentos. E que a venda caísse e surgisse aquele amor puro e profundo, que eu sempre pensei que estivesse adormecido, encoberto, ou abafado dentro de você. Eu acreditei sim, que seria pra sempre, e que você me amaria até ficarmos velhinhos e esquecidos. Tipo “Diário de Uma Paixão.” Quem nunca fantasiou com esse filme tão maravilhosamente perfeito? Sim... eu raciocinei que o tempo te faria bem. Que seria uma fase de descobrimentos. Que um dia, tudo o que eu criei tanta expectativa iria finalmente acontecer. A vida juntos, a segurança, o casamento, a família, o companheirismo. Mas os dias foram passando. No começo me senti livre, depois me senti bem, depois me senti feliz. Mas, eu não tinha percebido que parte desta plenitude morava na esperança que eu tinha de que tudo ficaria bem. E melhor. Que um milagre iria acontecer. Que tudo seria como deveria ser. Como poderia ter sido. Diferente. Completo. Bom. Ótimo. Maravilhoso. Esplêndido. E os dias passaram. E tudo aconteceu de uma forma surpreendentemente igual. Mensagens vazias. Iniciativas em cima do muro. Correr atrás? Melhor dizer que você apenas correu os dedos pra digitar uns 2 e-mails. E algumas palavras no WhatsApp. E aí eu parei pra pensar. Pra definirmos que estávamos namorando, eu tive que tomar a iniciativa. Pra decidirmos noivar. E pra decidirmos terminar. Que diabos, então, eu estava esperando? Aliás, que mundo eu estava vivendo até ontem, quando finalmente me toquei de que não, não vai acontecer nada, a menos que eu mesma faça acontecer alguma coisa?
E aí, eu senti. Toda a realidade caindo sobre as minhas costas... tão dura quanto um pedaço de concreto de 200 kg. Tão áspera quanto um asfalto velho e cinzento. Tão difícil quanto um problema de cálculo 5. Tão dolorosa quanto bater o dedinho do pé na quina da mesinha da sala. É. Não vai dar. Dessa vez, não vai dar pra eu me auto-sabotar buscando amor no vazio que é você. Não vai dar pra eu transformar o seu ponto de interrogação em uma exclamação, apenas em um simples ponto final. É isso. É o fim das esperanças, das orações, das olhadas no celular pra ver se acontece algo. É o fim do fim, o fim da nossa vida, e o começo da minha, sem você. Sem carregar aquele sorriso besta de esperança de que você irá voltar com um buquê de rosas vermelhas e a certeza no seu olhar e no seu coração. Parei. Chega de ilusão. É hora de partir pra um caminho sem você. Sem expectativas. Sem mentiras. Sem confusão. Sem insegurança. Mas com muitas possibilidades. E nenhuma que envolva você.
