Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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⁠a vida é como um cadáver, retrocede e apodrece com o tempo, não é capaz de saber o quão mal faz a si mesmo.

⁠Estabilidade: manter o equilíbrio mental e emocional o tempo todo, não o que aconteça à nossa volta. Isso requer maturidade

⁠Quando estou com você o tempo para,
não penso em mais nada.
Quero aproveitar cada segundo,
apenas eu e você no nosso mundo.

Você é insubstituível.
Não me imagino com outro alguém,
e não faz ideia de como sua presença me faz bem.
Queria poder voltar no tempo, e dizer que te amo mais uma vez.

Sei que sou complicada,
assim como a situação em que nos encontramos,
sei que nunca nem nos abraçamos
mas peço que não desista de nós.

Sinto que ainda temos muita coisa pela frente,
e que nossa história ainda não acabou.
Muito pelo contrário,
apenas começou.

Você é o meu lar.
Contigo quero estar.
Cada momento da minha vida,
contigo quero passar.

⁠"Nunca esqueça daquele tempo em que você não tinha nada além da sua vontade e a fé de um dia chegar até lá onde residem seus sonhos.
Não porque isso possa ser ignorado, mas por revelar algo essencial que por vezes passa despercebido nesse processo, a chama da esperança que sempre alimentou a energia das suas ações e nunca te deixou desistir no caminho."

⁠nem tudo
se trata de você...
não perca tempo
com a opinião
de quem sequer te conhece.
poupe sua mente!

⁠ofereça a você
o tempo que
perdia com quem
não te valorizou

⁠Sabe, estou aqui pensando: não é difícil concluir que o tempo não é culpado dos desfechos de determinadas histórias de vida. O tempo aceita tudo, mas não responde e nem se responsabiliza pelas intercorrências. Para ser compositor do amanhã é muito importante interagir adequadamente com um espaço de tempo muito especial, que se chama hoje.
Boa noite!

⁠Será que não conseguimos suportar a paz por muito tempo?

⁠Não perca tempo medindo as pessoas ao seu redor. Use sua régua para medir-se a si próprio. E veja o quanto ainda precisa evoluir .

⁠Não posso fazer voltar o tempo
Todas as letras e versos se perderam no vento
E não há mais nada a ser dito
Foi tão doce e bonito
Acreditar que havia um paraíso para nós, cá dentro dos nossos suspiros
Livres naqueles lençóis
Não quero mágoa e rancor
Foi só um risco de amor, nada mais
Quisera eu ter desistido no momento que me faltou a paz
Mas minha teimosia e rebeldia, me faziam acreditar que podia
Não, não posso fazer voltar o tempo
Para partir no primeiro olhar de lamento
Logo serás alguém de quem nem me lembro
E tudo terá se dissipado, a contento, no tempo, cá dentro de nós, não mais que um momento.

Não feche a porta para mim
Bem, feche-a por um tempo
Mas não a feche para sempre
Feche-a por um tempo
Até que minhas batidas na porta
Façam tanto barulho
Que você me deixará entrar novamente
Mais experiente em relação ao erro que cometi
E morrendo de medo de fazer você sofrer de novo
...
Pois, quem ama sempre abre a porta para o amor da outra pessoa.

⁠Nós passamos muito tempo escondendo nossa identidade. Não permitimos que vejam a pessoa que queremos ser. É até difícil lembrar que houve uma época em que tínhamos o desejo de mostrar ao mundo quem somos de verdade.

"Quando um homem chora, não é porque é fraco, mas sim porque foi forte por muito tempo."

Passagem do ano

Passagem
O último dia do ano
não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis,
farás viagens e tantas celebrações
de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor,
os irreparáveis uivos
do lobo, na solidão.

O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória,
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus…

Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte,
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.

O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida,
o recurso de Kant e da poesia,
todos eles… e nenhum resolve.

Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002.

⁠Acredite se quiser, mas não é por falta de tempo que você não faz algumas coisas, é por falta de coragem ou de vontade mesmo.

Por tanto tempo juntos, em algum momento houve amor, hoje já não há mais.
E mesmo que alí, em estado físico permaneçam, a mente vaga para outros lugares, talvez em busca de um amor que fez morada num outro coração.

⁠Não importa quanto tempo devo esperar, paciência ganha vitória.

⁠Ache um propósito um motivo , encontre um sentido pra continuar pois não se engane o tempo é implacável e não irá parar para você se refazer . Serei até mais categórico o tempo não liga se você sorri ou chora , então eu sugiro que engula o choro e se reinvente ou então encare a loucura esmagadora de tempos ociosos .

⁠Por quanto tempo ainda esperarás para que te julgues merecedor das melhores coisas? Não és mais um adolescente, já és um homem feito. Se agora fores descuidado e preguiçoso, e sempre fizeres adiamentos após adiamentos, fixando um dia após o outro o dia depois do qual cuidarás de ti mesmo, não perceberás que não progrides. E permanecerás, tanto vivendo quanto morrendo, um homem comum. Então a partir de agora, como um homem feito e que progride, considera a tua vida merecedora de valor.

⁠Os homens ainda não entenderam que o tempo das admirações superficiais passou, e que um grito de desespero é bem mais revelador do que a mais sutil das argúcias; que uma lágrima tem sempre fontes mais profundas do que um sorriso.

Emil Cioran
Nos Cumes do Desespero. São Paulo: Hedra, 2012.