Faz de Conta Qu eu Acredito
“No meu caminhar, senti pesares, também senti temores, já senti o mundo escurecer em minha volta, senti espinhos feri os meus pés, a ponto de parar no meio do caminho, mas também senti que não conseguiria viver sem meu Jesus, e isto foi o motivo maior de suportar tudo, e continuar caminhado até lá chegar, pois Ele é a minha maior Esperança”.
“Pode até não chover mais, poder a sequidão querer me minguar, só não pode deixar de existir a fonte da vida no meu coração”.
“Lembrem de mim com alegria, pois já alcancei a minha coroa que a mim estava reservada, enquanto aos que ficam que procurem alcança-la também, porque não vi maior tesouro do que este.”
“As pessoas que amamos são as maiores perdas da vida. Se pudéssemos perder a morte, perderíamos e não nos importaria em perdê-la, pois teríamos a vida, com ela desfrutamos do carinho, da amizade, da companhia das pessoas que amamos. A morte é a maior tragédia que pode acontecer na vida do ser humano; o maior pesadelo; o maior vilão da história. Por isso digo: “Pra mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Filipenes 1:21. Nisto consiste o único benefício que a morte pode fazer para aqueles que estão em Cristo Jesus, pois quando ela vem, nos leva a descansar nos braços eternos de Deus”.
Nada é tão simples, nem tudo é tão complexo. A homogenia da
flor e o voo do beija flor não são tão simples como parecem.
E não é tão difícil conduzir um lápis para que se produzam gravuras que parecem tão complexas. A vida num todo é simples, o amor é muito complexo.
A simplicidade de um raio de sol e a complexidade de uma bomba Atômica são tão similares, mas os olhares são complexos, o que os meus olhos veem nem Freud explica.
Nada é tão complexo. Nem tudo é tão simples.
Com os olhos cheios de lagrimas, escrevi diversas vezes para você, tentando explicar tudo isso que eu sinto aqui dentro. Porque por momentos me sinto tão aliviada em colocar para fora esse sentimento, as vezes é difícil de guardar tudo isso aqui dentro. E contar para um outro alguém, não resolveria, porque ficaria ainda mas transtornada. Ninguém entenderia, eu sei. Ou até me entenderiam, mas já consigo prever os conselhos: ´´ ele não vale a pena ´´ , ´´esquece ele menina.´´ Então eu te escrevo, mas não te envio. Porque provavelmente você irá achar que sou maluca, mas sabe? Isso é amor. E mê desculpa, não sei lidar como isso. Eu não escolhi sentir tudo isso por você, simplesmente aconteceu. Não sei como explicar.
- Alguém que nunca vai saber. - Leticia Lima.
A minha vontade é de te encontrar e dizer logo de uma vez, sem parágrafos, virgulas e pontos tudo o que eu sinto. É tão difícil, porque nem eu mesma sei e mesmo que soubesse com certeza ficaria vermelha, a voz não sairia.
- Leticia Lima.
Você sabe que a pessoa não gosta de você, porém você continua insistindo, só porque não tem nada de melhor para fazer.
Queria estar ae com vc agora...
Olhar nos teus olhos e dizer o quanto vc é linda...
Tocar suavemente seu rosto e beijar seus lábios...
Como se não existisse mais nada...
Como se não existisse mais ninguem...
só eu e você.
Era uma vez um príncipe chamado "P"
um lindo botão chamado "S"
um monstrinho "B"
e um gênio "L"
Era uma vez uma guerreira,
uma guerreira mãe,
uma mãe "IZA"
Era uma vez coração,
coração apareceu de repente , e
assim tão de repente quanto sua aparição foram os olhares.
Eu olhei para coração
Não sei bem se coração me olhou
Talvez sim, talvez não...
Era uma vez uma garota,
não frágil , não dócil,
não bruxa, nem fada.
Era uma vez um escudo
e era uma vez ALINE.
O Amor de hoje esta sintetizando-se... amam o corpo e esquecem d'alma! A eternidade esta durando uma vida e estão trocando tudo isso, por um momento!
Cristiano de Campos
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
