Faz de Conta Qu eu Acredito

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Evite ao máximo falar eu te amo para uma namorada ou namorado do mesmo sexo ou do sexo oposto. Fale que gosta muito da pessoa. Você não precisa amar alguém para se relacionar. Se você quer trocar afeto, é o suficiente para ter um relacionamento afetivo saudável.

Você não tinha o que eu não tenho. Será que temos uma ligação covalente? Meu silêncio falou mais que mil palavras. Seu olhar e sua verdade me cativaram.

Quando a maturidade chega, um gostar muito sincero e verdadeiro pode valer mais do que um eu te amo falso.

Eu nunca comprei um barco
Eu nunca comprei uma lancha
Eu nunca comprei um jetski
Eu nunca comprei um iPhone
Eu nuca comprei um jatinho
Eu nunca comprei um helicóptero
Eu nunca comprei um carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém
Que orgulho eu tenho de mim!

O que eu posto depende
do meu estado de espírito.
Tem dias que quero salvar o mundo;
em outros, sou calmaria e silêncio.
Aprendi que a beleza está justamente
em acolher todas as minhas estações.

Saibam: aqueles que apenas usavam o meu tempo para o seu próprio tempo, que achavam que eu não iria aprender a andar sozinho no meu tempo… eu agora não tenho mais tempo pra perder tempo com quem está cheio de tempo pra perder tempo. Eu estava com tempo quando tinha tempo, agora estou sem tempo e correndo contra o tempo para viver feliz com aqueles que têm tempo pra mim. Apressado pelo tempo do outro, desrespeitado pelo tempo do outro, pressionado pelo tempo do outro, desequilibrado na linha do tempo, eu caí feito um garoto. Amadurecimento pra saber que tempo é tudo o que se tem pra oferecer, por isso cabe a mim valorizar você, seu tempo, sua pausa, sua causa, seu querer. Eita tempo bom de respeitar você e tudo que há de bom pra se viver. Pare de viver o meu tempo e pare de achar que o seu tempo é o melhor de todos os tempos. Temporais passarão por todo tempo, mas quando o tempo se abrir, eu irei estar lá todo o tempo disposto para somar meu tempo com quem sempre esteve por aqui, ao meu lado, me dando o seu tempo…

O amigo sussurrou: Posso te ajudar.
O inimigo sorriu: Eu já ajudei.
Um deles mentiu,
não importa qual.
Eu já sabia.
Sempre saberei.

Eu demoro a gostar de alguém; mas quando deixo de gostar da pessoa, é instantâneo.

Fazia tempo que eu não me sentia tão feliz, rindo sozinho, em total harmonia com o silêncio. Não é solidão, é luxo. E antes que alguém diga que sou antissocial… não, eu só aprendi que paz vale mais que companhia inútil.

Lembre-se: eu não me importo se você gosta de mim ou não. O que importa para mim é saber se você realmente merece que eu me importe com você. Afinal, se eu próprio às vezes nem gosto de mim, imagine eu querer te obrigar a gostar de mim.

Me perguntaram se ela era só minha amiga.
Eu disse que sim.
Depois me perguntaram se ela era a minha vida.
Eu disse que não…
Mas se um dia ela precisar que eu dê a minha vida por ela, pode ter certeza: eu dou.
Porque algumas pessoas não são apenas parte da nossa vida,são o motivo de ela ter sentido.
E às vezes, o que sentimos vai além do simples "amor" …
é algo que simplesmente não precisa de explicação.
Isso te faz lembrar de alguém?

Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.

Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?

Enquanto eu continuar te enchendo o saco, “brigando” e te provocando, tenha certeza de que eu ainda me importo... Comece a se preocupar quando eu me calar.

⁠Eu costumo dizer que há 2 tipos de pessoas... A que dá bom dia, e a que responde bom dia... Nesses tempos foram criadas um terceiro tipo: a que não dá, e não responde.

Existem muitas coisas que não sei sobre você! Mas as que sei, eu sei taaanto. Te quero tanto!

Eu vou pedir ao sol
Pra iluminar nosso caminho
E todas as estrelas, pra enfeitar nosso destino
Me leve aonde for, segure a minha mão
Pois sei que você vai ser a minha direção.
(Incondicional)

Até que o tal do amor me encontre, eu estarei aqui. Até porque sou péssimo em me esconder.

em nome de quem?

Eu passei tanto tempo procurando respostas que, em algum momento, comecei a desconfiar da própria pergunta. Talvez seja esse o castigo de quem tenta encontrar sentido em tudo, quanto mais fundo se procura, mais coisas deixam de fazer sentido. Eu olho para a minha vida e não consigo decidir se devo agradecer ou perguntar porque. Sei que existem pessoas atravessando dores que eu sequer seria capaz de imaginar, sei que seria pequeno demais colocar a minha história acima de todas as outras, e justamente por isso me sinto ainda mais ingrato quando reclamo. Mas agradecer não apaga a dúvida. Eu posso reconhecer tudo o que recebi e, ainda assim, olhar para o céu e perguntar que espécie de amor exige tanto de alguém antes de deixá-lo simplesmente viver.

Se tu realmente estás no controle das coisas, então eu preciso entender algumas delas. Quantos aprendizados ainda faltam? Quantas vezes uma pessoa precisa quebrar para finalmente compreender o que tu queres dela? Porque eu fui abandonado quando ainda nem sabia o que significava ser abandonado? Por que algumas ausências aconteceram justamente quando eu precisava aprender o que era presença? Por que certas coisas precisaram acontecer dentro de uma criança para que um adulto tivesse que passar anos tentando consertar aquilo que não foi ele quem quebrou? Se tudo isso deveria me moldar, por que a forma dessa moldura ainda dói tanto? Se existia um propósito naquilo, por que o propósito parece ter vindo acompanhado de feridas que eu continuo carregando sem saber onde colocar?

E então tu tiraste de mim quem eu mais amava, ou pelo menos foi assim que pareceu. Colocaste outras pessoas no meio da história, outras mãos, outras bocas, outros caminhos, como se cada uma carregasse uma peça de alguma resposta que nunca chegou inteira. Algumas não serviram para nada. Algumas só me confundiram. Algumas fizeram estrago e foram embora como se nunca tivessem passado por aqui. E depois, quando eu já estava tentando aprender a viver com a falta, tu devolveste aquela pessoa para mim. E isso talvez seja uma das coisas que mais me confundem, porque eu não sei se chamo de milagre, coincidência, consequência ou simplesmente vida acontecendo enquanto eu tento atribuir significado ao que não consigo controlar. Se foi tu quem devolveu, por que tirou? Se foi tu quem juntou novamente, por que permitiu que a história precisasse se perder antes? O que eu deveria ter aprendido com a distância que eu não aprenderia com a presença?

É nesse ponto que a minha fé começa a parecer uma conversa unilateral. Eu falo, tu não respondes. Eu interpreto o silêncio, encontro sinais onde consigo, transformo coincidências em pequenas revelações porque preciso acreditar que existe alguma coisa do outro lado me ouvindo. Mas existe? Você está me escutando? Porque eu não quero um Deus inventado para caber nas minhas necessidades. Não quero transformar qualquer coisa boa que aconteça em prova da tua existência e qualquer coisa ruim em uma lição conveniente. Não quero ser aquele que só acredita quando a vida obedece. Eu quero saber onde termina a minha responsabilidade e começa a tua. Quero saber quanto da minha história foi escolha, quanto foi consequência, quanto foi acaso e quanto foi simplesmente uma coisa que aconteceu porque o mundo é cruel o bastante para não precisar de uma explicação.

Eu tenho culpa. Sei disso. Carrego decisões que foram minhas, impulsos que foram meus, erros que ninguém colocou na minha cabeça além de mim. Eu me saboto, volto para lugares que sei que podem me ferir, destruo com as próprias mãos algumas coisas que passei anos pedindo para construir. Não posso colocar tudo em tuas costas só porque é mais fácil acreditar que alguém escreveu a minha história antes de mim. Mas então por que eu sou assim? Se tu me conhecias antes que eu pudesse me conhecer, se cada parte minha já era conhecida antes de eu aprender a pronunciá-la, onde termina aquilo que fizeram comigo e começa aquilo que eu escolhi ser? Quanto de mim é liberdade e quanto é herança? Quanto das minhas ruínas é responsabilidade minha e quanto foi construído por coisas que eu nunca tive idade suficiente para entender?

Eu queria acreditar sem precisar pertencer. É estranho, porque quando me perguntam no que eu acredito, nenhuma resposta parece suficientemente minha. Eu não consigo me encaixar perfeitamente em dogma nenhum, não consigo transformar o mistério em regra, não consigo fingir certeza onde só existe uma espécie de intuição. O que eu acredito parece íntimo demais para caber numa instituição, pessoal demais para ser resumido por alguém que nunca esteve dentro da minha cabeça. E talvez isso também me assuste, porque se a minha fé é tão particular, como sei que não estou apenas adorando uma versão de Deus criada pela minha própria necessidade de que alguma coisa faça sentido?

E se eu estiver perseguindo um fantasma?

E se todas essas conversas que tenho contigo forem apenas o homem tentando responder a si mesmo através do céu? E se eu não for teu filho? E se não houver ninguém ouvindo quando eu falo sozinho no escuro? E se a humanidade passou séculos construindo templos para uma ausência, ajoelhando diante de algo que nunca respondeu, inventando nomes para o desconhecido porque era insuportável admitir que talvez não soubéssemos de nada? Estamos adorando o quê, afinal? Uma presença? Uma ideia? Uma esperança? Um pai? Um espelho? O medo de descobrir que a morte é simplesmente o fim?

Eu não sei.

E talvez essa seja a coisa mais honesta que consigo te oferecer.

Porque o mundo inteiro parece estar andando na contramão daquilo que deveria ser. Gente boa sofre sem explicação, gente cruel parece prosperar, crianças carregam dores que nunca deveriam conhecer, pessoas se encontram depois de anos quando já deveriam ter seguido caminhos completamente diferentes, outras se perdem justamente quando tudo parecia finalmente no lugar. Eu vejo isso e tento encontrar uma ordem escondida, uma linha invisível costurando tudo, mas as vezes parece que estamos apenas jogando os dados e depois chamando o resultado de destino.

E ainda assim eu continuo falando contigo.

Isso é o que mais me irrita.

Depois de todas as dúvidas, de todas as perguntas, de todas as vezes em que achei que tu me abandonaste, alguma coisa em mim continua olhando para cima. Não sei se isso é fé ou medo. Não sei se é amor ou necessidade. Não sei se estou procurando Deus ou procurando alguém que consiga me dizer que a minha vida não foi uma sucessão aleatória de dores, encontros, perdas, escolhas e consequências.

Porque eu preciso saber para onde estou indo.

Não quero viver acreditando que cada sofrimento precisa necessariamente esconder uma lição. as vezes uma dor é apenas uma dor, e talvez o significado venha depois, quando alguém decide o que fazer com aquilo que recebeu. Mas se for assim, então o sentido da vida não está em descobrir por que tudo aconteceu, e sim em decidir o que fazer com o que aconteceu. E isso me assusta porque devolve para mim uma responsabilidade que eu gostaria de entregar a alguém maior.

Eu reclamo quando as coisas não andam, mas também sei quantas coisas andaram. Sei quantas vezes a vida me deu uma oportunidade que eu não reconheci, quantas pessoas chegaram, quantas portas se abriram, quantas vezes eu sobrevivi a versões de mim que eu jurava que não sobreviveriam. E mesmo assim, quando tudo para, quando aquilo que eu queria não acontece, quando o caminho fica silencioso, eu volto a perguntar onde Tu estás. Como se a Tua presença pudesse ser medida pela velocidade com que os meus desejos acontecem.

Talvez eu seja ingrato. Talvez eu seja humano. Talvez sejam as duas coisas.

Eu só sei que estou cansado de sentir que preciso escolher entre agradecer e questionar. Eu quero poder agradecer com raiva. Quero poder te amar sem te entender. Quero poder dizer que não gosto do caminho e ainda assim continuar andando. Quero poder admitir que algumas coisas me parecem injustas sem transformar isso numa sentença contra ti. Quero poder dizer que tenho medo de ter sido abandonado e, ao mesmo tempo, reconhecer que talvez nunca tenha estado sozinho.

Mas preciso de alguma coisa além do silêncio.

Porque se tu realmente está aí, eu preciso entender por que me fizeste tão capaz de sentir e tão incapaz de compreender. Por que me deste esse impulso de procurar significado em cada detalhe, de transformar encontros em destino, perdas em sinais, retornos em milagres e fracassos em culpa. Por que me deixaste com essa cabeça que não consegue simplesmente viver sem perguntar o motivo de estar viva.

Qual é o sentido de eu estar me questionando tanto?

Qual é o sentido de existir, se existir parece ser aprender a perder, aprender a amar, aprender a errar, aprender a perdoar, aprender a recomeçar e, depois de tudo isso, perceber que ainda não sabemos absolutamente nada?

Eu não quero uma vida sem dor. Talvez isso nem exista. Eu quero apenas saber se a dor está indo para algum lugar.

Porque as vezes eu olho para tudo o que aconteceu comigo e penso que fui punido por alguma coisa que não lembro de ter feito. Outras vezes olho para tudo o que recebi e me sinto um miserável por ainda pedir mais. Em alguns dias acho que sou forte. Em outros, acho que só aprendi a esconder melhor aquilo que ainda dói. E entre uma coisa e outra continuo tentando construir uma vida enquanto carrego perguntas que não cabem em lugar nenhum.

Então me diz, se tu está me escutando quantas vezes eu ainda preciso me perder para entender quem sou? Quantas pessoas ainda precisam entrar e sair da minha história antes que eu compreenda por que algumas foram permitidas e outras foram devolvidas? Quantas versões minhas precisam morrer para que eu finalmente pare de fugir de mim mesmo? Quanto da minha história ainda é minha para escrever e quanto já estava escrito antes que eu pudesse segurá-la?

E, principalmente, se tu realmente me ama, por que amar a vida as vezes parece tão difícil?

Eu continuo aqui.

Não porque tenha encontrado as respostas, mas porque, apesar de todas elas, alguma coisa em mim ainda espera.

E talvez seja isso que me mantém olhando para o céu mesmo quando tenho vontade de virar as costas.

Não a certeza de que existe alguém lá.

A esperança de que, se existir, tu finalmente esteja me ouvindo.

Se eu escolhi ficar do seu lado, acredite, tive que ficar contra muitos.