Faz de Conta Qu eu Acredito
Eu vi quem prometeu segurar minha mão,
Soltar, e ir embora sem aceno.
Aprendi que nem toda chegada vira morada.
Não sou se onde venho
Não sou de onde moro
Sou de onde eu amo..!
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Eu coloquei aquela coisa
lá em cima pra ninguém pegar.
Em cima de onde?
A coisa sumiu, não está mais lá.
Alguém pegou a coisa..
Quem pegou a,coisa...
Ninguém pegou a coisa criatura.
Será que guardei a coisa em outro lugar?
Vou procurar pela casa
Acho que guardei a coisa numa gaveta
Qual gaveta..
Não está naquela gaveta.
Já sei!
Lembrei coloquei a coisa naquele jarro de decoração na mesinha do canto onde coloco as coisas..
Ah também não está no jarro de coisas..
Onde está aquela coisa..
Como era mesmo o nome da coisa..
Não sei!
E coisa tem nome?
Tem?
Qual
Zero a esquerda...
É esse o nome
Imagine!
Coisa é um nome tão significativo.
Sonia Solange da Silveira
É
Ssolsevilha Poetisa do Cerrado
Ssolsevilha
Porque Deus me protegeu me guiou.
Não fiquei a margem do cominho onde me abandonaram,
eu caminhei na direção da luz.
E encontrei meu lugar.
Poetisa do cerrado
Sonia Solange da Silveira
Não sou de onde venho
Não sou de onde moro,
Eu sou de onde eu amo,
Por todos os lugares que passamos,
Que vivemos
Deixamos um pedaço de nós
levamos um pedaço das pessoas
Levamos um pedaço dos lugares
Mas pertencemos somente
ao lugar que amamos
Sou de onde, eu amo.!
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Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Espere ai e me ouça
Eu nao fui escolhida
Fui fabricada
Fui desenhada para
Rasgar os céus. !
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Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Me perguntaram sobre nós, eu respondi: não sei,
acho que foi a distância,
acho que nao
Foi falta do contato físico
Eu acho que não. ou foi rejeição Foi escolha, alguém, parou, para pensar.
Nos distanciamos, e nos perdermos, e agora não nos encontramos, não nos falamos, não sei quem se perdeu primeiro.
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Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Uma boa pergunta é como uma janela que se abre na alma. Quando sussurramos "quem sou eu?", "qual o sentido da vida?" ou "o que é real?", o coração começa a sonhar acordado. E, devagarinho, as ideias velhas que moravam presas na cabeça vão soltando as mãos e voando. Perguntar não é brigar: é dançar com o outro, é convidar para pensar junto. Então descobrimos, com um sorriso, que muitas certezas eram só roupas antigas. Falar de quem somos e do que é real é como colher estrelas: nos deixa mais leves, curiosos e cheios de amor pelo mundo. Precisamos nos ouvir...
Coisa de Gente...
Paz não se negocia. Se a sua intenção for construir diálogo, eu escuto; se for para criar discórdia, a conversa termina aqui.
"Um coração pensante transformaria o 'eu te amo' em uma tese de doutorado, mas provavelmente morreria de tédio ao descobrir que a lógica nunca soube abraçar ninguém."
“Eu, sem saber como celebrar as minhas conquistas, porque na minha mente era uma obrigação conquistá-las.”
