Faz de Conta Qu eu Acredito
Seja um ser iluminado que irradia luz para os necessitados, que não guarda mágoa e rancor em seu coração, que perdoa, que ora sempre, que age com serenidade e conpreensão e que nunca perde a fé em Deus.
No fim das contas, paradigmas nascem para ser quebrados, não é? O dogma do ser talvez possa se tornar o reinventar. Reinventar-se dia a dia, quem sabe?
A saudade chega sem pedir licença e se instala. E somente com algumas lágrimas é possível lavar o coração e tirar aquele aperto grande que o está fazendo sofrer. Minha mãe já dizia que lembranças são boas, mas doem! E acho que concordo com ela.
27 de março de 2013
A verdadeira felicidade esta em viver o estilo de vida como uma pedra de mármore. procura nada sentir, nada demonstrar... So se precisa estar sempre bonito aos olhos de quem vê!
Tem dias que fico pensando em como pude conhecer você. Deus cruza caminhos não é por acaso, sim por um motivo. E esse motivo eu descobri a pouco tempo.
Sozinho consigo pensar o quanto você é importante para mim, maldita sensação de solidão quando você não está por perto. Ela some quando você esta em meu lado... meu amor por ti é inexplicável, palavras são poucas para descreve-lo....
Lute, Lute, Lute, e quando perceber que nada está dando certo, lute mais um pouco, a vitória pode estar além de mais uma luta.
Bruna.
Ah, Bruna...
Menina da fala doce,
Da valsa dos sonhos,
Do encanto envolvente,
Dos olhos de mel
Senhorita das minhas canções,
Dos sete vestidos de filó,
Das luvas de cetim
E do caminhar dançante
Mulher fonte súbita,
motivo dos sabiás,
dos sinos das catedrais
e da multidão suburbana
Mulher desejo,
que leva consigo, por onde passa,
o olhar atento do Don Juan,
e a atenção do analítico DaVinci
Mulher Surreal,
Deusa de ébano,
Perséfone pela manhã,
Afrodite no cair da noite
Éstu, ó Bruna:
Meu anseio mais ardente,
minha escolha mais difíciil,
meu orgulho, minha graça
És tu e não mais ninguém,
minha lenda francesa
de rendas e babados
e um laço nos cabelos
És tu, ó, delicadeza.
Meu ego, meu íntimo,
Minha moira,
Bruna.
Por que somos tão rápidos em publicar nossas vitorias, mas tão tímidos em expor nossos fracassos, por que somos tão especialistas em divulgar o ápice de nossas conquistas, mas tão descriativo em anunciar nossas quedas. Provavelmente deve ser fruto de uma cultura onde perder é sinal de fraqueza, onde cair é sinal de impotência, onde assumir suas debilidade é sinal de deficiência. Que possamos entender que a vida nem sempre nos proporciona só vitoria, mas as vezes nuvens escuras surgem, mas pode ter certeza mesmo por trás delas o sol brilha, e do meio dela água límpida surgirá.
A vida é um jogo, e jogar é arriscado, pois quem joga está sujeito a ganhar ou perder, só existe um tipo de pessoa que não está sujeita a perder: é aquele que não entra no jogo, mas por medo de perder prefere se trancafiar em um mundo pequeno, onde não há sensação, mas apenas a neutralidade de uma vida sem sabor.
