Faxina na Alma Carlos Drumond de Andrade
Tempo ao Tempo.
Leny Andrade e Doris Monteiro.
A diva do jazz brasileiro foi improvisar no palco eterno, juntamente com sua inseparável amiga...Doris Monteiro.
O show não pode parar!
Trabalho Excelência Emanuel Andrade
No deslumbre de começar uma nova etapa de excelência, o abrigo é protegido por a minha vontade de viver onde recai as minhas metas passagens pelo tempo delineadas que quero conquistar.
O propósito é ser diligente, sábio no viver, adquirindo conhecimento nos livros da vida de homens de Deus e da ciência, porque uma está ao lado da outra.
Materializar todo conhecimento e experiência, pairar por um espaço meu, que percorre um vasto percurso de pesquisa, na literatura, na arte na economia, na humanidade e na gestão de recursos...
Pautando um serviço de bem estar e autossuficiencia, pela atenção a saúde a paz e amor do ser humano.
Apaziguando vencendo os conflitos, os desafios e atritos que circundam nosso ser
Resplandece o desejo de querer aprender e de aperfeiçoamento pessoal e do meio que circunda a cada instante um passo avante, com o objetivo de promover uma melhoria no meu eu, mergulho profundo no meu eu, avalio o caminho e entro numa nova fase a espera de querer tudo e nada e ser um para os outros e pelos outros.
Penso num contexto amplo de uma convicção que tem esperança no que não se vê.
Alçando a minha responsabilidade e dedicado a mesma olho para traz e digo venci hoje, cumpri com minha missão hoje ainda a possibilidade de fazer algo mais por isso faço, dou porque também me dão.
Estou longe e tão perto de mim quero encontrar o que está em aberto, guardado está o buscado para aquele que há- de comer.
Desviado o vento livre da tormenta, vejo o sol a espreita.
Jornada de trabalho, puro amor que dura pelo sopro do espírito do fruto árdua luta.
Que não se esqueçam das disputas, das despesas e contas e consultas.
Viro a página e é sempre o melhor do estado um gosto especial pela manhã louvo e pronto para começar um novo dia.
Começa a reluzir a vida por vezes cintilante outras vezes constante, outras acendo a cadeia para dar luz ao fundo minha pessoa,
Origem por Emanuel Andrade
Se Deus é incolor é visível com olhos espirituais, quando olhamos para os nossos semelhantes, porque fomos feitos a sua semelhança olhando uns nos outros vemos a cor de Deus que é a pureza, e o que simboliza a pureza?
É o nosso coração que simboliza o nosso pensamento.
O que sentimos é o que pensamos, logo porque vivenciamos.
A nossa consciência é que forma padrões de pensamentos acepções entre a origem do ser entre uns e outros somos seres humanos todos temos os mesmos órgãos, concerne ao espiritual, antes de ser já era, já vivíamos como seres celestiais antes de habitar esta terra, e viemos a este mundo por causa da queda, de Adão e Eva, para nosso aperfeiçoamento onde passamos a ter livre arbítrio, o descobrimento entre o bem e o mal, e nosso conhecimento sobre esse discernimento, levou a tirar-nos do nosso estado de pureza, e passamos a pecar, para isso Jeová nos Céus, quiz resgatar -nos e houve Lúcifer e Jesus Cristo que o primeiro se ofereceu para salvar a humanidade, mas nós não tínhamos livre arbítrio,o segundo que foi Jesus ofereceu-se mas nós tínhamos livre arbítrio que nos dá conhecimento e nos faz evoluir. E Jeová aceitou a proposta de Jesus Cristo, contudo houve uma guerra nos céus, e o inimigo foi expulso, com uma legião de seres de luz se rebelaram contra Deus e seus anjos,posto isto:vivemos num mundo dominado por Lúcifer onde jaz o maligno, onde a dúvida,a mentira,a falsidade e todas as contendas prevalecem, os filhos de Deus combatem as trevas e pela expiação de Jesus Cristo podemos se arrepender de nossos erros e reconciliar com o pai, que é o pai o filho e espírito Santo num só unidade.
Digo quem está no pai está no filho e no espírito e pelo filho vai a pai, e terá para seu consolo o espírito santo.
Estamos nesta caminhada de volta ao pai celestial temos provações e tentações e nelas se as vencermos e formos perseverantes,estaremos no mundo sem ser do mundo, vamos ser mais felizes e não nos preocupar com ventos menos bons, os desafios, mantendo-nos vigilantes e firmes.
Sem obediência não há igreja, mas sim desordem.
Seja ela qual for a crença, devemos respeitar.
A igreja que frequento dá-me a confirmação e a revelação que Deus Vive e que Jesus Cristo é nosso Salvador, isso, posso testificar pelos número indeterminado de milagres na minha vida desde que batizei na Igreja e decidi seguir o caminho de Cristão.
A Igreja ao falar de Jesus Cristo consigo enquanto fiz as pazes consigo e consegui encontrar, e encontrar uma direção, apesar de eu estar na busca não preciso de confusão e ser mais um contra, mas sim um a favor, e ao serviço e na minha minha missão a procura da minha salvação.
Mário de Andrade e Oswald de Andrade não eram irmãos. Mas parece que também não foram inimigos, apesar de propalada antropofagia.
KARMA SODAR OLIVEIRA
Tirando a única ANDRADE que construiu a vida junto com o LOPES em igualdade, o restante dos OLIVEIRAS vieram com o Karma SODAR, deram tudo e os que chegaram ficaram só na sombra do boi.
As artes plásticas da Amazônia, inicia com M, de Manoel Santiago e de Moacir Andrade, por felicidade ambos foram meus mestres em vida e eternos amigos. Aprendi a amar a grande floresta, suas paisagens, a mitologia e lendas com os melhores mestres da cultura, filhos honrados que a terra amazônica brasileira gerou.
Moacyr Andrade, meu grande mestre sobre a arte e a cultura amazônica sempre foi forte e gordo, tinha muita fome em comer generosamente as cores, os sons e os mitos da Grande Floresta. Uma fome gratuita e bela, onde o coração de quem ama é bem maior que a barriga, o comer de conhecimentos para generosamente passar para quem aprendeu a amar também por respeito e liberdade. Hoje sei que quem sabe verdadeiramente distribui o que sabe. O mundo ainda não reconheceu o valor da extensa cultura amazônica deste grande pesquisador e artista. Moacyr Andrade e Manoel Santiago foram meus mestres por graça divina e devem ser considerados os maiores expoentes desta rica cultura regional brasileira.
2022 Brasil Cultural, o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1922, está mais vivo do que nunca. Viva o canibalismo estrangeiro nas artes, resgatem a brasilidade pois o "Abaporu" de Tarsila já vive no exilio incondicional.
o artista Moacir Andrade foi o meu maior mestre sobre as cores da Amazônia. Tudo de um jeito simples, como é típico de quem sabe, entre os igarapés, igapós e balneários da Grande Floresta. Suas palavras embebidas de magia do dia a dia, das que se encontra por esperança nas populações ribeirinhas ecoam no meu imaginário nas noites de lua cheia.
O mundo magico, simbólico e conflitante do amigo Farnese de Andrade Neto era da noite, das sombras, das sobras, das novas imagens que se movimentavam e se misturavam lentamente pelas paredes a luz de velas. Dentro de sua própria atmosfera nova e velha, reflexiva e auto-flagelante familiar e moral, enquanto transpunha se entre o ser pintor, escultor, desenhista, gravador e ilustrador que se fundia de forma genial dentro de sua própria linguagem. Um dos grandes artistas brasileiros que ainda não teve sua arte reconhecida como um todo. O mundo magico de Farnese de Andrade, ainda tem diversos capítulos a serem escritos distante das falsa criticas e finita leituras de pedaços. O simbolismo metafórico em linguagem na obra do amigo atordoado Farnese era e é por si só indivisível mas creio eu, como o vi e conheci ainda não foi devidamente alcançado.
Estou fazendo faxina no meu coração jogando fora amores antigos namoros desfeitos promessas quebradas porque afinal de contas coisas velhas e usadas só servem mesmo pra ocupar espaço.
Dia de faxina
Havia tempos eu precisava fazer uma faxina em mim.
Me desfazer daquelas coisas que vamos acumulando nas gavetas e prateleiras, tralhas socadas numa caixa jogada no chão.
Jogar na lata do lixo pensamentos, mágoas, tristezas e falsas esperanças. Tirar o pó do sorriso, a ferrugem de sonhos adormecidos e limpar as vidraças da alma, para ver o mundo com clareza.
No fundo de uma gaveta, achei a carta de amor que nunca enviei, aquele adeus que nunca esqueci e algumas lembranças que não quero lembrar.
Na prateleira superior no meio de um livro que nunca li, as pétalas da rosa murcha pelo rancor, lembretes de dividas de amor – e uma foto – que lembrou um tempo de sorrisos largos e tardes de sol.
Na fotografia encontrei o sorriso que virá, e numa caixinha no fundo do armário, meus sonhos esquecidos e alegrias pretendidas.
Fui tirando tudo que não prestava e colocando num saco de lixo, desejos contidos, palavras rudes, gestos fúteis, solidão, desamores, arrependimentos, ódio e um amontoado de mágoas. Um a um, prontos para partir rumo ao nada.
No meio de tantas coisas encontrei preciosidades, um por de sol a beira mar, aquela música que faz chorar, um afago do pai, um colo de mãe, o primeiro beijo. Olhando e lembrando de cada um daqueles momentos, fui selecionando e fazendo minhas escolhas. Abri a gaveta especial, aquela onde se guarda o que se tem de melhor.
Comecei a arrumar e limpar, com cuidado acomodei o amor, dei um brilho no olhar, e arejei a fé, os desejos foram passados a limpo e alojados junto com a pasta das metas. E antes de fechar apliquei algumas gotas de esperança.
Algumas lembranças, medos, ansiedades e sofrimentos, coloquei em uma caixa pra avaliar melhor, mas acho que amanhã o destino dela. Será o lixo também.
Aquelas preciosidades deixei bem a mostra, com as lembranças de infância, bem ao lado da minha capacidade de amar e recomeçar.
Uma boa faxina emocional começa com a escolha cuidadosa de uma trilha sonora. Uma que te deixe alegre e te incentive a jogar fora o que não serve mais. Fuja daquelas que te trazem recordações ou você terminará com mais entulho do que quando começou.
A chuva faz uma faxina no mundo, elimina as energias densas deixada pelas pessoas. Quando chove a natureza se alegra, as cores ficam mais vivas e nós somos os grandes beneficiados.
Chega uma hora que é preciso fazer uma faxina na vida. Dispensar certas pessoas, esquecer lembranças (as que doem e fazem mal), soltar as amarras e sentir-se livre.
Sábado é meu dia de fazer uma faxina. Não sabia por onde começar. Resolvi começar por dentro (de mim). Livrei-me dos acúmulos, do pessimismo, dos pensamentos negativos; livrei-me de coisas que já não fazem o menor sentido. Tire o pó daquele quadro de família; acendi uma vela nos lugares mais escuros, fiz uma prece, cultivei o que me faz feliz, me sentir vivo. Depois fui cuidar da casa.
Vassoura, balde e aspirador de pó. Hoje é dia de faxina na minha Casa Coração.
De hoje em diante não meço mais as palavras...
Escancaro as portas do meu íntimo e varro para fora tudo aquilo e aqueles que me consomem...
Dentro dessa minha casa chamada Coração, arrasto todos meus amores de lugar ... Precisam mudar de posição...
Tiro o pó das minhas amizades e algumas delas ainda deixo sobre a estante... Outras vão pra caixa e serão cuidadosamente e carinhosamente guardadas no armário do meu porão...
Tiro as cortinas das janelas do meu olhar... Quero ondas de luz inundando meu ambiente pensador dia e noite...
E o tapete vermelho que havia na entrada vai permanecer por lá... Mas pela porta da frente só entram dois seres: Deus e eu.
Hoje é dia de faxina, pegue todos os seus medos , problemas, ansiedade, sofrimentos, tudo aquilo que te impede de ser FELIZ e jogue na lata de lixo.
