Fatos Sociais
Redes sem descanso
Diferentes das redes típicas da Amazônia, as redes sociais são uma terra sem lei, sem filtro e sem noção.
Há pessoas ganhando muito dinheiro divulgando conteúdos nada construtivos, enquanto há outros com material riquíssimo que parece não interessar à grande massa.
Vídeos com grosseria e desrespeito são virais, vídeos que denotam gentileza sempre ficam para trás.
Existem pessoas que têm milhares de seguidores, mas talvez nem tenham um número necessário de amigos.
Muitos são extremamente espontâneos em vídeos, mas sequer conseguem socializar com pessoas da vida real.
As redes sociais criaram pontes digitais, mas também produziram muros sociais.
Por isso que não fico muito nas redes sociais.Elas tem produzido pessoas alienadas,sem linha de argumentação. E quando estas mesmas perdem a linha,partem para a ignorância de fato,perdendo o respeito. Atacam as pessoas e não os argumentos!
Estou abandonando as redes sociais por tempo indeterminado. Percebi que estava perdendo os meus melhores momentos tentando registrá-los, em vez de simplesmente vivê-los. Onde quer que eu esteja, estarei presente por inteiro, e não através de um perfil.
Em um mundo saturado de redes sociais, onde cada post pode ser uma arma velada, as indiretas se tornaram o refúgio dos covardes emocionais. Mandar indireta para alguém – aquelas frases crípticas, stories enigmáticos ou legendas cheias de subtexto – é uma prática profundamente antiética. Por quê? Porque transforma o conflito pessoal em um espetáculo público, ferindo sem assumir responsabilidade. Se você não está satisfeito em uma relação, seja ela amorosa, amizade ou familiar, o caminho ético é simples: converse abertamente ou saia fora. Ponto final.Imagine uma discussão que poderia ser resolvida com duas palavras: "Vamos conversar?". Em vez disso, opta-se pelo veneno diluído: uma música que "não é sobre ninguém", um meme que "todo mundo entende" ou uma frase que cutuca sem nomear. Isso não é maturidade; é imaturidade travestida de inteligência. A ética das relações humanas exige transparência. Indiretas sem fundamento – aquelas sem provas, sem diálogo prévio – são puro sadismo digital. Elas humilham, isolam e perpetuam ciclos de dor, alimentando uma cultura de toxicidade onde o outro vira alvo sem direito de defesa.Não tolero isso porque vai contra o básico da convivência: respeito mútuo. Se há insatisfação, expresse-a com coragem. Saia da relação se for o caso, mas não deixe um rastro de farpas anônimas. Relacionamentos saudáveis florescem na clareza, não na névoa da passivo-agressividade. Hora de escolher: indireta ou integridade? A escolha revela quem você realmente é.
Não poste nada sobre a sua vida, muito menos as tuas conquistas nas redes sociais. Porque nem todos que te seguem querem o teu bem e ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso. Uns só te seguem pra conseguir como te atingir e te destruir...
Lembra-se: você pode ser santo e justo, sempre haverá judas e fariseus torcendo contra você.
Sumiu de tudo? Eu também sumi.
APAGUEI redes sociais, agora eu não consegui sumir do que me domina, a arte da escrita, me faz ser viva.
Escrever, sobre nós, sobre tudo, sobre a vida...
Como vai você, aí do outro lado do universo?
A ilusão de pertencimento nas redes sociais barateou o palco, mas destruiu o valor da conquista.
Nas redes, o barulho é recompensado e a mediocridade é aplaudida, enquanto gênios e sábios permanecem invisíveis por optarem pelo silêncio.
POESIA NAS REDES SOCIAIS
Aproveite as redes sociais
E transmita o amor
Com boas ações
Vocês aliviam corações
Estamos tão preocupados com os algoritmos das redes sociais que esquecemos que a vida também responde aos nossos estímulos.
"Assim como as árvores se livram das folhas mortas,
eu me livro dos lixos sociais que me impedem
de seguir feliz e em paz."
-Paz, a melhor das conquistas!
Haredita Angel
13.08.18
Basta chegar o Carnaval para as redes sociais desfilarem santidade, mas basta acabá-lo para o mundo virar um inferno.
Entre os que se valem da folia para se divertirem e os que se valem do nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fico com os assumidos e previsíveis.
O calendário mal anuncia o Carnaval e as redes sociais se fartam de santos improvisados: perfis austeros, discursos moralistas, dedos em riste…
A fé, a virtude e os bons costumes desfilam com mais rigor que qualquer escola de samba instrumentalizada.
Mas é curioso como, ao soar da última batucada, esses mesmos altares virtuais se esvaziam — e o mundo, sem aviso, volta a parecer um inferno cotidiano.
Talvez o problema nunca tenha sido a folia, mas o julgamento dos que se acham mais dignos da Misericórdia de Deus do que os outros.
Porque há quem não goste do Carnaval — e isso é legítimo.
O que soa dissonante é a necessidade de condenar a alegria alheia, como se o gosto pessoal fosse mandamento divino.
A virtude que precisa julgar e humilhar para existir já nasce manca.
Se os “santos” que rejeitam a festa julgassem menos e evangelizassem mais, talvez a hipocrisia não tivesse tanto espaço para sambar.
Faltaria palco.
Afinal, moral que só aparece em datas específicas não é princípio — é só outra fantasia.
E essa, convenhamos, também acaba na Quarta-feira de Cinzas.
Infelizmente, como existem "crentes" em redes sociais, agindo como antissociais e falando sem pensar, ferindo a torto e a direito, desapontando neste caso, tanto a sabedoria secular, quanto a orientação bíblica de se falar menos e pensar mais.
Infelizmente, as muitas distrações, sejam elas séries, jogos ou redes sociais, serão o verdadeiro motivo pelo qual muitas pessoas boas esfriarão na fé."
Se tivéssemos nos interessado pela política — antes da instrumentalização das Redes Sociais parir essa corja de Políticos Influencers — talvez não estaríamos tão apaixonados por esses Criadores de Conteúdos brincando de governar.
As redes sociais exibem o brilho, mas não revelam as cicatrizes do caminho onde Deus nos sustentou quando o coração sangrava.
Janice F Rocha
