Fantasma da Opera
Mesmo quando ele não está mais presente, os meus ouvidos estão repletos dos seus suspiros.
HALLOWEEN
Dia 31 de outubro
é Dia de Halloween:
o dia se torna escuro,
acontecem coisas ruins.
Sem cabeça vem o homem,
logo atrás o lobisomem...
o terror não tem mais fim!
Posso te avisar uma coisa, meu irmão pode parecer amaldiçoado, como se o amor estivesse condenado para ele.
A solidão é um vazio profundo
Que envolve o coração com um anzol
É como estar sozinho em um mar de gente
Sem ninguém para segurar a sua mão.
A tristeza é um rio sombrio que flui em nossas veias, mas também é uma fonte de sabedoria, que nos ensina a apreciar a alegria e a valorizar a nossa própria humanidade.
A comparação é uma sombra que nos segue, mas também é uma luz que nos mostra o caminho para a aceitação e o autoconhecimento, ensinando-nos a valorizar nossa unicidade e nossa individualidade.
A ansiedade é um vento tempestuoso que agita nossas mentes, mas também é uma brisa suave que nos lembra da importância de parar, respirar e apreciar o presente, conduzindo-nos à paz interior.
"Say you love me every waking moment
Turn my head with talk of summertime
Say you need me with you
Now and always
Promise me that all you say is true
That's all I ask of you"
Assim como a água que corre no rio, o coração humano também segue os seus instintos mais básicos.
(Hideo Kuze)
Quando vocês são pequenos, é fácil ser pai. Vocês não veem quem a gente é de verdade. Só veem as coisas boas. O que queremos que vejam. Mas algum dia vocês crescem e partes que você não gosta de ter ficam cada vez mais difíceis de esconder.
A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.
É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.
Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.
