Fantasia
Quanto menos nossa própria fantasia nos assustar, menor será o risco de sucumbirmos aos maus instintos.
Fantasia
Como seja bem improvável que ocorra,
fantasiemos ,olhemos daqui deste
lugar ,o qual não é, mas deixemos que
seja :__Vemos ao horizonte o sol se
pondo e a brisa deste mar esverdeante
à nos acariciar ,neste contexto,dentre
tudo que seja mais gracioso e abençoante ,
o que mais aflora é nossa amizade ,por isso
posso lhe afirmar que tens peso e firmamento em minha existência ,independente do nosso amor ser ,o é
fantasia .
Música é terapia...
Música é emoção...
Música é fantasia...
Música é sedução...
Música é alegria...
Música é paixão...
Música é sinfonia...
Música é harmonia...
Música é o alento da alma e do coração.
O abandono não faz parte do amor. Quem age assim não ama de verdade, apenas fantasia sentimentos e relações.
Sua voz me invade, me possui, me deixa em transe...me acaricia e me perturba ..
A fantasia da palavra...da respiração..do encontro de almas..
A fantasia é a mãe da satisfação, do humor, da arte de viver. Apenas floresce alicerçada num íntimo entendimento entre o ser humano e aquilo que objetivamente o rodeia. Esse ambiente envolvente não tem de ser belo, singular ou sequer encantador. Basta que tenhamos tempo para a ele nos habituarmos, e é sobretudo isso que hoje em dia nos falta.
(A respeito do devaneio)
Viva a fantasia de um natal sem fim, de um doce bom só pra mim, dos heróis no dia a dia, da casa perfeita, do malvado que vem pro bem, e de amar, amar imensamente a vida e ver que tudo isso.. nem limite tem
EXISTEM 4 VISÕES SOBRE QUALQUER FATO:
A FANTASIA - o que imaginamos ser... o fato, adjetivado por quem sonha;
A VONTADE - o que queremos que seja... o fato, filtrado por quem ganha;
A REALIDADE - o que verificamos ser... o fato, descrito por quem pensa;
A VERDADE - o que é... o fato, definido por quem conhece.
Dependendo das proporções,
Misturando as primeiras, obtemos ideologias ou empreendimentos.
Misturando as intermediárias, reforçamos o orgulho ou a humildade.
Misturando as últimas, conhecemos a Ciência e a Revelação.
Menina das Cordas
Cavalgando de adorno a fantasia,
Tal como humano, a folha ao vento.
Sendo o tempo e a memória que não queria.
Puro nó bebendo da claridade
E da epístola, sendo ombros da excentricidade.
Curador de poucas verdades,
Sobeja pra ti os olhos e os tons das vossas bondades.
Clama os reinos e as tábulas, que flutuam hoje nas águas.
Rio de lágrimas, onde todas sois vós vossas majestades.
Deslumbrada e adornada a fantasia,
Plana, como voa o albatroz, pelas plumas da maresia,
Rumo ao mar e ao horizonte da voz,
Onde o clamor do por do sol,
Mergulha sobre a silhueta, doce mel,
Contornando de oiro os tons da tua pele.
Menina, das curvas e dos meus horizontes!
Se eu me apaixonar sem desdém,
Será pelo radiante azul do teu olhar
E pelo que advém, do teu sonhar!
Flauta de cordas e do acordar, fio de cerol.
Medida de pena, grandeza de mol.
Vossas majestades, perdoa de mim minhas verdades.
De fronte, vejo teus doces cabelos de oiro,
Encobrindo os ombros da excentricidade.
Coroa Elfos e cavaleiros de vossas majestade
Mãe terra, tua vida concebida sem pecado.
Chora rios, chora mares, chora alarvidade
Chora se de novo voltares, a parir humanidade!
INCONTENTADO (soneto)
Saudade sem dor, amor sem fantasia,
Que aperta o suspiro dentro do peito,
Que no sim perpetuado, assim queria,
Que nada mais se sente tão satisfeito.
Emoção, que o doce sossego repudia,
Na palavra rude dita sem o respeito,
E, tirando dos sorrisos toda a alegria,
Fica ferido, e sem qualquer proveito.
Que viva sempre a sede e a tua fome,
Paixão sem queixa, e sem lamento,
E que ebule o amor em suas rimas.
Sempre tenha, o nome que consome,
Que eu tenha sempre, contentamento,
No incontentado amar e suas pinimas.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, setembro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Tudo é encanto.
É beleza.
É leveza.
Tudo é formosura.
É fantasia.
É nostalgia.
Tudo é amor.
É emoção.
Tudo é pura sedução.
Um amor regado a prazer,vinho e fantasia não dura mais que uma ou duas garrafas,é como um cigarro aceso no vento.
Já fui doçura, fui paixão...
Já fui pranto, dor e desilusão.
Já fui sonho, fantasia e aventura.
Fui paz, fui serenidade, fui ternura.
Fui medo, incerteza, fui fraqueza. Mas nunca covarde, nunca desistente nem fui metade.
Hoje sou alegria, intensidade, sou verdade.
Sou força, sou garra, sou vigor.
Hoje sou fé, esperança, sou AMOR.
Sou Ana Barros
