Família Casa
E, não é a primeira vez que voltava pra casa sem nada nas mãos. Talvez por se deter nas capas, ou por querer prever
uma história inteira em meia dúzia de palavras..
Tributo ao trombadinha
Menino que anda na rua sozinho
Sujinho, faminto, sem casa, sem pão
Olhando as vitrines, sonhando os brinquedos
Pedindo esmola, mas sempre em vão
Menino vadio, que encontro nas ruas
De olhar assustado, barriquinha a roncar
Te olho e choro, te amo sem preço
Na medida certa que pude encontrar
Fico triste ao te ver, menino que assusta!!!
Sua vidinha difícil te marca demais.
Menino sem dono, que dorme nas ruas
Que treme de frio e frio se faz!
Menino perdido, sem mãe, sem carinho
Que aprende de tudo pra sobreviver
Que esbarra nos outros, tirando relógios
Roubando comida pra fome vencer.
Menino que um dia, nem foi consultado
Se desejava nessa vida habitar...(vegetar)
Se gasta em dias, tristonhos, vazios
Sem hora sem pressa, não precisa voltar.
Te entendo menino, menino desprezado
Porque de sozinha me sinto você...
Me vejo faminta, pedindo, esperando
E a vida negando sem dizer o porquê.
Me sinto perdida em seus passos sem rumo
E tremo de frio sob meu cobertor
Espero o carinho que espera seus braços
Esbarro nos sonhos, roubando calor .
Não queria mais te ver pelas calçadas
Será o tempo nosso eterno cobertor?
Será a vida nossa eterna covardia?
Serão em sonhos nosso encontro com o amor?
Minha vida não é assim tão fácil,
mtos me veêm por ai sorrindo mas não me veêm em casa chorando,
trabalhar é cansativo, coisas ilícitas são perigosas,
amar é gostoso, perder é triste.
São todas emoções, sentimentos, sensações as quais estamos dispostos a passar para estamparmos em nossos rostos sorrisos, mtas vezes falsos porem que com o tempo torna-se verdadeiro.
As mentiras em nossas vidas estão a tanto tempo presente que tornam-se verdades. Preferimos acreditar nelas do que viver com a dura verdade.
Nos iludimos por uma boa impressão de quem nos vê, para nos passarmos por fortes mesmo nos momentos mais dificeis em nossas vidas.
Essa é a natureza Humana: "Mostrar-se forte em frente aos outros para quando olhar-se ao espelho desabar em choro e insatisfação.
O homem nasce , cresce , fica bobo e casa e ainda aparece alguem para parabenizá-lo por isso , sadismo tem limite
Quando falo de solidão. Não sinta pena de mim.
Solidão para mim é poder estar em casa.
Solidão me faz livre. Me dá asas.
Quando eu voltei nem quis acreditar
Aquela casa, o meu lugar
Tudo era igual na aparência
Nosso jardim
O tempo maltratou
Mas ainda havia flores
Que você plantou.
Ele me chamava de lua
Eu sempre
o chamava de sol
Quando ele
chegava da rua
A casa inteira
se abria
E respirava
um tempo novo
E suas histórias ficavam
E se misturavam
nas coisas da casa...
Ele me embalava
no vento
Seu beijo tinha
gosto de céu
E quando chegava
o momento
Em que
os dois corpos
se uniam
Parecia que era chuva
Banhando a Terra querida
De paz e de vida
Me trazendo força...
Meu amanhecer, foi te conhecer
E teu despertar, foi me procurar...
Senhor Javé,
o tempo veio sentar-se
à porta da minha casa
para ver passar as horas
e contar as madrugadas
a partir dos sons
e das sombras.
Às sombras
chamamos noite;
aos sons chamamos dia.
Até que Tu chegaste e,
juntos, entramos
na mesma casa
das coisas e dos sentidos
para libertar o silêncio
das formas sem alma
e dos rostos sem olhar.
A partir da sabedoria
e do coração,
aprendi a contar os dias
e descobrir, na Tua palavra,
a direção do vento
e, na Tua mão,
a segurança da minha.
Ensina-me a não
ter pressa de viver;
mas, chegar
apenas contigo,
ao mesmo tempo
e entender, na erva
que ontem morreu,
a eternidade dos sonhos
que hoje nascem.
Amém! Aleluia! Louvai a Javé!
Lá na casa do Jota Cê tem:
Rede minha jogada por lá.
Gato que gosta de esparramar.
Coração quente acostumado com o bronze de amar.
Nordestina quando ama é assim...
... amanceba o amor fogoso, só pra emprenhar a saudade com gosto.
~*Rebeca*~
-
Ó senhor protege esta casa como protegestes a arca de Noé.Com amor ao seu povo ao seu redor pusestes o banquete.
sonho dia 21 de janeiro de 2011
Nunca vou entender porque nós chegamos todos os dias em casa com um sentimento de faltar sempre algo. mesmo tendo o outro ao lado.
Porque será que que quando se trata de amor é sempre tão sem saída?
Um dos sentimentos mas xaropes e controlador que eu ja tive contato.
Os outros nos prendem mas nos deixam consciente de todas as nossas decisões.
O amor não é assim, ele chega, se instala e passa a comandar tudo.
E é por isso que em daqui a alguns dias, quando eu tiver trocando os canais da minha TV, você vai me ligar e me chamar pra sair. E mesmo sabendo que você não presta, que provavelmente ira sumir depois da primeira noite, mesmo sabendo que você vai me querer no escuro, eu vou aceitar. Não porque eu seja alguma imbecil, não porque eu não tenha nada de melhor pra fazer.
Mas porque é assim que funciona o amor. Nós não entendemos nada, mas ainda continuamos achando que será diferente.
Eu não preciso de riqueza. Não preciso de uma casa luxuosa, de um carro do ano, de roupas de marca, nem de uma vida cheia de futilidades. Tudo o que eu preciso pra ser feliz é ter você ao meu lado, é formar a nossa família e, juntos, continuar a construir a nossa história. Se eu tiver você comigo, eu serei inteiramente feliz, sempre!
Quando eu voltei
Nem quis acreditar
Aquela casa
O meu lugar
Tudo era igual
na aparência.
Nosso jardim,
O tempo maltratou,
Mas ainda havia flores
Que você plantou.
Meus passos tristes
me levaram, sem eu ver
E novamente eu fui rever
Aquele quarto antigo.
Minha saudade enlouqueceu
E eu compreendi o quanto
errei naquele adeus.
Eu já não sei
O que eu vim fazer aqui
Eu fico deslocado, sem você
Você esqueceu o endereço de voltar
Sou um estrangeiro em nosso lar!
Devolva as mãos
Que eu aprendi a amar
Traga de volta o meu olhar
Faça feliz meu rosto.
Um estrangeiro como eu
Precisa sempre de um amigo
Pra recomeçar
Eu já não sei
O que eu vim fazer aqui
Eu fico deslocado, sem você
Você esqueceu o endereço de voltar
Sou um estrangeiro em nosso lar!
Sou um estrangeiro em nosso lar!
Para casa de Elisa Lucinda e seu moradores
Geovana,
Obrigada pela sua meiguice de menina
que encanta no jeito e no gesto…
Daniel Rolin,
Muito grata pelas palavras certas,
Pelas brincadeiras de muitos sentidos…
Oh Marcelo,
Valeu pelo sorriso claro de menino franco
E pelo quartinho(…e olha que só fui hoje!!!)
Claudio, moço de óculos e chapéu,
mil vivas a sua voz de falar gostoso,
Por essa maturidade sem tempo ou idade.
Elisa, dona do foco,
Essa persona lúcida e linda que é vc, Lucinda!
Sem palavras para agradecer por mais essa vez!!!
Que a sua casa seja sempre assim
Esse lar repleto de poetas e versos…
Que aqui, neste lugar de flores
e adornos carinhosamente ajeitados,
haja sempre esse universo mágico
para lá do elo que nos conecta a vocês…
Saio com uma vontade danada de doida de ficar…
De um jeito ou de outro é certo
Vou voltar, voltar e voltar…
Seja nos risos ao lembrar das aulas,
essas experiências extra-ultra-mega-super-multi sensoriais
Ou no viver esse jeito de dizer palavras dos outros
Como se fossem verdades nossas
Adquiridas e incorporadas pelo saborear
e malhar de cada verso
dos poemas que agora
Dona de minha voz,
Buscando aqui e aqui dentro
essa pessoa que diz o que sente e sente o que diz
eu venha a falar naturalmente por aí…
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