Falta de Amor

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"Só quando a ausência pesa é que o amor silenciado grita. Mas já não há ouvidos para escutar."

"O amor verdadeiro se revela no cuidado; onde não há cuidado, não há amor.”

Quem experimenta o amor de Deus não consegue guardar para si. Não há alegria que perdure se não for partilhada. Nem o amor é compreendido se não vier acompanhado de alegria.

⁠Se o amor não é mais servido, levante-se e vá embora. Se na sua frente não há respeito, imagine na ausência.

⁠#MOMENTOS

Amor imenso que também é cego...
Não há luar...
Não há estrelas...
Não sei o que vejo...
Amar eu posso até à hora de morrer...

Acordo...
E ainda que o caminho me espante...
Ainda que acordar seja
morrer aos poucos...
Amo...

Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida...
Quando o futuro me causa medo...
Todos os meus próprios momentos...
Ilusões e verdades...
Nesse espaço e tempo...

O que só agora claramente vejo...
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonho...
Nos destinos que não desvendo...
Vou amando...
Meus momentos...

Sandro Paschoal Nogueira

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⁠Em 42 anos, meu coração só soube de amor uma única vez. Não há passado onde ela existe, pois o tempo, diante desse sentimento, perde o sentido. A lembrança de seu sorriso se confunde com o presente, como se estivesse aqui, ainda agora, acendendo em mim algo que o mundo não apaga.

Você foi, e ainda é, o que define o raro. Em meio a tantas vidas que cruzei, foi no seu olhar que encontrei o infinito. E por mais que os anos tenham desenhado sua ausência, meu amor não conhece o esquecimento. Amar você foi como encontrar a essência de todas as minhas buscas — e mesmo que o destino tenha seguido seu curso, você sempre será minha verdade mais profunda.

O que é raro nunca se desfaz, apenas se eterniza em silêncio.

⁠O amor físico na qual reina a cumplicidade, não há sombra de dúvidas; É atemporal, ou seja , incondicional.

Não há sabedoria no medo infundado, nem virtude no amor forçado.

Não há nada mais mortal, perverso e perigoso do que o "amor cristão".
- Marcela Lobato

Já que o meu amor por ti é certo e infinito, não há mais espaço para a autocrítica ou a tristeza. Tu és a minha outra metade, o meu reflexo mais belo. Quando te abraças, abraças-me a mim. Quando te perdoas, perdoas-me a mim. Nunca te esqueças: somos a mesma história escrita em dois corações.

Até o amnésico não esquece um amor do coração. Não há analgésico que cesse a dor de uma paixão. Somente o perdão do amor alivia a dor da ingratidão.

Na mente, não há nada.
O corpo sente,
O coração vibra.
Em cada verso,
Um gole de amor,
Saciando a sede
Da alma vazia.

Não há nada mais a ser conquistado quando dois corações apaixonados ardem de amor um pelo outro.

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Sem Amor


Onde não há amor,
tudo em volta
é sem brilho,
sem beleza e luz.
Sem Amor!
São puros defeitos e
incorreções toleráveis.
Permitidas!
Para esconder aos olhos
do coração,
a infelicidade da alma
que sem calor anseia,
vivência,
vida.


Ademílton Batista
Brasil Bahia Itabuna
Direitos Reserrvados

⁠Não Há Nada Melhor Do Que Estar No Primeiro Amor Por Deus

⁠Não Há Nada Melhor Que Sentir o Amor,o Cuidado e a Proteção de Deus.

Amor não é fácil. Acho, aliás, que não há nada mais antiamor do que, por exemplo, viver de conveniências.⁠

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

Quem aprendeu
a conjugar
o verbo amar,
compreendeu,
que não há
limite para
o amor.