Falo o que Sinto
Água de palavras
Às vezes desanimo
e me sinto inútil
portadora de estranha
doença
de que servem esses
poemas
água de palavras
frutos nascidos
de loucas sementes
de que me servem
se são menos
que estrelas cadentes
se são volúveis
se são voláteis
se fogem das mãos
como pássaros de renda
melhor seria esvaziar
as gaiolas com que tento
apreender o tempo
melhor seria derramar
no mar
as minhas gavetas
tão cheias de fios
de noites cerzidas
melhor seria arrancar
de mim como erva daninha
essa linha que me descostura
e que me faz prisioneira
de miragens
O mesmo respeito que dedico a quem me aplaude eu sinto por quem não me aprecia, porque o melhor prêmio que minha consciência prefere receber é o da sinceridade!
Eu choro, sofro, sinto sua falta...
Mas aí me lembro de tudo que passei com você e me sinto aliviada por estar de fato SOZINHA!
Não sinto mais vontade de viver, sempre me esforço para as coisas darem certo e acontecerem. Para mim a regra da vida era ‘’você colhe o que planta’’, planto girassois, colho espinhos. Espinhos que machucam, espinhos que furam, espinhos que te farão sangrar, espinhos que deixam marcas em você para sempre.
Carrego as marcas em mim, as marcas que eu nunca esqueci, as marcas que sinto todos os dias, mas mesmo assim eu resisti
Por mais que eu tentei, por mais que eu lutei, não vi resultados, apenas falhas, apenas desgraças...
Coisas que eram para durar anos, não durou horas.
Coisas que eram pra vir, não vieram.
Coisas que não deviam acontecer, aconteceram... Eu sempre aguentei, sempre suportei. Mas agora... Eu me esgotei.
A vida perdeu o seu gostinho doce, perdeu a sua linda cor. Me sinto cega e desnutrida daquela alegria que eu tanto sonhava ter...
Minhas lágrimas se esgotaram, minha vontade de viver também.
Sinto muito por todos, que eu decepcionei
Amo porque tenho de amar.
Sinto porque tenho de sentir.
Choro porque tenho de chorar.
Mas não desisto...
Deste desejo de te abraçar,
De te beijar...
Não quero aceitar,
O que a vida me oferece,
Mas se amizade tiver de ser.
Então aceito,apesar do tormento
Porque não te quero perder.
Platónico é este sentimento,
Que vem do meu pensamento.
Eu sinto tanta falta da minha infância; tempo bom que não volta mais! Era tudo tão simples, a vida não era tão complicada como atualmente. Vivia com um olhar de pureza, não conhecia a maldade do mundo. Era tudo tão tranquilo; não podia imaginar que um dia seria tão trágico, cheio de sofrimento, desamor e inveja. Queria que o mundo de hoje; fosse repleto de sentimentos bons; que não tivéssemos que viver mendigando paz!!!😳😣😕😷
Não sei quem chegou prímeiro em minha vida,você ou o amor que sinto por você,acho que a vida me apresentou ambos ao mesmo tempo...
Queria poder dizer a você tudo que eu sinto num simples olhar; queria poder demonstrar atraves de abraços, aperto de mão, beijos na testa, tudo que eu um dia pensei em dizer com voz doce. Eu na verdade, queria você! de uma forma boba, linda, idiota e irracional. Queria você como amigo, irmão, primo, tio, sobrinho, mãe, pai.. não importa! eu apenas queria... Mas o querer está muito longe, tão longe que não consigo ver, mas ainda há esperanças. Sim, por que não? esperança de um dia estar com você num dia frio para que com seus braços firmes possam me abraçar. Mas ainda estou aqui, pensando só no querer. Mas quem sabe qualquer dia eu bato em sua porta e dou um sorriso como quem não quer nada e digo: Cheguei! agora sou toda sua!
Escrevo-te toda inteira e sinto um sabor em ser e o sabor-a-ti é abstrato como o instante. é também com o corpo todo que pinto os meus quadros e na tela fixo o incorpóreo, eu corpo a corpo comigo mesma. Não se compreende música: ouve-se. Ouve-me então com teu corpo inteiro. Quando vieres a me ler
perguntarás por que não me restrinjo à pintura e às minhas exposições, já que escrevo tosco e sem ordem. É que agora sinto necessidade de palavras – e é novo para mim o que escrevo porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada. A palavra é a minha quarta dimensão.
Muita coisa importante falta nome. Foi o
que nos disse Guimarães Rosa…
No que eu sinto, realmente, falta esse tal
nome, mas enquanto isso, eu apenas
sinto.
É preciso de atrevimento e coragem para viver de verdade. Para os que amam demais, sinto dizer, mas certamente surpresas virão por ai, e não são somente boas... Quebramos a cara, caímos, somos ofendidos, machucados, desafiados, provados... e depois da dor reagimos e nos tornamos mais fortes, mas isto não quer dizer que não vá acontecer uma outra vez.
Quantas vezes temos a certeza absoluta de algo e do nada tudo muda, ou você pensa que não vai dar em nada e se torna tudo... É... a vida é cheia de entradas e saídas de sabores e dissabores. Entenda que querer não é o suficiente, nem mesmo dar o melhor de si, é preciso de um algo mais, é um encaixe da hora e momento certo.
As vezes você pode vir a ter, mas também perder... ou você nunca terá mas vai ter a certeza que sempre foi seu. Estou falando de conquistas e quando nelas entra a questão amor, é mais complicado ainda, pois nem todos pensam ou sentem da mesma forma e proporção.
São filosofias e mundos paralelos e pra que dê certo e seja duradouro um dos dois precisam desistir do seu mundo para entrar de cabeça e coração no outro.
Muitos falam de amor, mas não conseguem dizer eu te amo olhando no fundo dos olhos, muitos amam, mas não sabem se expressar como deveriam, muitos pensam que amam, mas no fundo não passa de um engano criado e alimentado pela ideia da conquista, e depois que você consegue, você não quer mais.
A vida é incontornável e os sentimentos incontroláveis. Mergulhe em tudo que faz sentido e não tenha medo de parecer um ridículo. Seja um romântico assumido e um sonhador sem medo de ouvir um não. Se vai dar certo ou não, não esquente... porque tudo passa. O maior erro é se você não tentar.
Eu tenho saudade do que ainda não vivi, dos lugares e pessoas que ainda não conheci. Sinto saudade do que ainda está por vir. Tenho saudade de um futuro que desconheço.
Sinto que hoje novamente embarco
Para as grandes aventuras,
Passam no ar palavras obscuras
E o meu desejo canta --- por isso marco
Nos meus sentidos a imagem desta hora.
Sonoro e profundo
Aquele mundo
Que eu sonhara e perdera
Espera
O peso dos meus gestos.
E dormem mil gestos nos meus dedos.
Desligadas dos círculos funestos
Das mentiras alheias,
Finalmente solitárias,
As minhas mãos estão cheias
De expectativa e de segredos
Como os negros arvoredos
Que baloiçam na noite murmurando.
Ao longe por mim oiço chamando
A voz das coisas que eu sei amar.
E de novo caminho para o mar.
Ainda aqui estou
Estou sozinha num mundo cheio
Presa na minha própria gaiola,
Sinto-me vazia e incompleta
com o necessário para sobreviver.
Choro com olhos secos,
encarcerada na minha mente
na qual a alma não sabe se sente,
se mente ou permite-se desvanecer.
Feridas que não se veem,
Palavras que não foram ditas,
carente de demonstrações de amor.
Corpo existente que não se deixa viver.
Olhos que encaram furtivamente,
boca cozida por linhas passadas,
mãos que tremem de tanto cerrar,
cabelo forte que agora se encontra a ceder.
Pulmões esgotados de ar limpo procurar
e se em alguns momentos de felicidade
dou por mim a alucinar
a escuridão aparece para dela não me esquecer.
O meu sangue levado pelo mar,
minhas alegrias a voar pelo vento,
pés na terra a enterrar,
porém, estão as minhas dores a permanecer.
Não sinto nenhuma amargura pelo que aconteceu. Pelo contrário. Tenho certeza absoluta de que o que nós tivemos foi real, e fico feliz por termos tido a chance de ficar juntos, mesmo que tenha sido por um breve período. E se, em algum lugar distante do futuro, voltarmos a nos encontrar na nossa nova vida, eu vou sorrir para você com alegria e lembrar como passamos um verão embaixo das árvores, aprendendo um com o outro, e nos apaixonando.
