Falo o que Sinto
Eu tenho medo de acabar sozinha, é uma sensação estranha já que adoro estar sozinha mas também sinto falta de um aconchego de verdade, de um sorriso quando não são necessárias palavras. Eu só penso: será que o problema é realmente eu?
Oi, felicidade!
Não se assusta com o que vou revelar…
É que eu já sinto saudades sua e eu estou te amando muito. Se for possível ficar por um tempo indeterminado ou se puder pra sempre eu vou ser muito grata.
Assinado alguém que está toda boba, porém muito feliz e que está brilhando como uma estrela!
Sinto-me encurralada, sobre pressão, presa em uma jaula onde não tem saída, ou devo simplificar; sinto-me uma garota sem direção...
Todas as formas que eu sinto sua falta é confusa. Era o primeiro sorriso depois de um dia cheio, era o primeiro desabafo depois de uma lágrima escorrida pela face, era a primeira ligação do dia, a última da noite, e pela madrugada com voz de sono e exaustão era o único consolo, era o colo distante, era o abraço sincero, era o beijo que preenchia, as vezes te culpo, mas também sempre tive a minha parcela por isso ter escapado e saído do controle, por duas vezes, duas vezes acreditei em mudanças, mas te via a cada minuto se afundando mais, seus amigos e os bares são testemunhas disso. Por inúmeras vezes eu chamei, eu até gritei, eu escrevi, eu liguei, eu pedi, te livrei... mas você nunca quis ouvir, você não dava a mínima porque como você mesmo disse “eu não te amo e foi isso que eu tentei chamar, gritar, escrever, ligar, pedir e livrar o mundo”, apenas eu não queria acreditar apenas eu sabia e não queria que fosse real. Eu pedi tanto isso para de vez te deixar ir, só não calculei que seria tão dolorido ouvir.
A rosa no fim da estrada
No ar sinto o seu cheiro
Meu frio vive seu calor
Pássaros ressoam melodias
Que meu coração puro cantou
Hoje as nuvens observam
O que a lua a mim falou
Olhe as folhas no caminho
Na terra que a chuva aguou
Meus passos seguem sozinhos
Deixei a alma encontrar
A rosa no fim da estrada
Que me espera em algum lugar.
A rosa no fim da estrada
A que o livro falou
Que suas pétalas eram mágicas
É um anjo em uma flor.
A rosa no fim da estrada
Que está em algum lugar
A minha poção do amor
Pra fazer você me amar.
Tudo o que sei
É que sinto-me mais cheia
Com o passar dos dias
Em que me deparo comtoda essa gente vazia
Saudade tem a ver com vida e não com morte. Porque sinto saudade do que está vivo dentro de mim e o tempo não é capaz de matar.
Dói, doeu, n sinto mais n sofro mais, sou usado demais, e agr percebo q eu n sou mais o inocente de 1 ano atrás hora de viver mais, ajudar mais, e tentar conquistar posso até errar mas assim a vida vai continuar
Por que me sinto tão fora de equilíbrio? Tão fora de controle? Com tanto medo? (...). Tanta coisa havia mudado, mas aparentemente não havia mudado o suficiente. Eu ainda era sozinha. Mas eu estava sozinha porque era assim que eu queria.
Quando pensoo que posso produzir,
sinto a ânsia deviver intensamente.
Quando penso no tempo,e tenho
que partir,sinto a angústia
da morte iminente .
Teu toque
Como o toque da seda
Sinto você chegar
Delicado, inspirado
Modificado pelo luar
Aquecido pelo calor das rosas
Das flores a perfumar
Teu toque
Toca-me
E quero muito
Contigo voar!
Me golpeie todos os dias, mas o amor que sinto não sairá nem com duzentas mortes, porque ele é singelo.
Luiza tem o cheiro de poema e daquele mar azul em tarde ensolarada
Ao lado dela eu me sinto em um lugar feito de risos e sorrisos.
Ela é forte, decidida, sabe exatamente o que quer e o que não quer ! Ela é mulher de fé, mulher Deus como ela mesmo diz que é.
Ela é intensa, ama, sente, abraça e é verdadeira! Ela sabe se expressar e simplifica a vida.
Ela é prática. É livre de agradar aos outros. Diz aquele NÃO, puro, simples e sorrindo.
Ela tem raciocínio rápido. É inteligente. Criativa. Amável. Amorosa. Carinhosa e
Corajosa. Muito corajosa.
Ela é e sabe ser é graciosa, plena.
Me diz que quer ser bailarina, quer amar e se casar. Ela quer ser MÃE !
Eu a admiro.
SIM. Minha doce LUÍZA GARCIA SODRÉ.
A minha garota de faculdade que me foi apresentada pela Tia Grazy em pleno Maternal.
Há tempos que não me sinto bem,
Há tempos que não venho um brilho do sol
Só há tempestades em minha memória
Contente estaria se tivesse algo dentro de mim, mas me sinto vazia, me sinto tão profundamente só
Não há se quer uma faísca da felicidade em mim.
Síntese Nossa em Minha Sinopse
Sinto-me fraco,
Síndrome da falta,
Porto um vácuo,
Uma pausa na pauta.
Estagnado em minha lauda,
A cobertura sem a cauda.
Ouso escutar a cantoria,
Ouço executar a sinfonia,
Simpática força que culmina.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Sou sua serifa,
Tu és minha haste,
Me mantém proporcional,
Irracional em minha arte.
Não escrevo mais
O que vem da inspiração,
Pira-me a tua tenaz convicção.
O diário está mudo,
Nada mais me diz,
Fui criado graúdo
E a grafia não condiz.
Mas antes de ontem
Se antecipou,
Hoje é a conseqüência
Do que passou
E também somou
E tão bem semeou.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Sente-se agora,
Sinta-se com vontade,
Sossegue e levante sem alarde,
Ainda não é tarde
Para aliar, para obter, para habitar.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Me sinto velho demais, apesar da pouca idade...
Não tenho mais aquele vigor. Não me referindo ao vigor físico, mas a disposição de submeter-me a certas situações da vida. Novas ou novamente. Não importa.
Custa muito se reencontrar e alcançar aquela paz, antes considerada inalcançável.
Naqueles momentos de turbulência onde vemos nossa estrutura inabalável escorrendo pelas mãos e achamos que nunca mais a teremos de volta...
Mas sem aviso prévio ela vem, trazendo consigo aquela paz.
AH! Aquela paz... Cura...
