Falecimento de Criança

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⁠ houve um tempo em que ser criança era uma brincadeira
corríamos
jogávamos bola na rua
e a trave eram dois chinelos ou duas pedras
e não importava se fazia sol ou se chovia
havia sempre um motivo para sair brincar de bolinha de gude
Pique esconde
há tempos Mágicos onde tudo era imaginação
e a vida era simples
era tudo perfeito
éramos felizes com toda a simplicidade

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Tudo começou comigo logo veio você meu anjinho pequena e frágil bebezinho
Que dê uma linda criança foi crescendo ah, adolescência
É o tempo
Agora moça praticamente adulta
Ainda me lembro de quando você era só uma criancinha pequena
Hoje quando te vejo mulher já casando
É só piscar o olho que o tempo avança
E sou avó da sua criança você amadureceu
Mas nada mudou pra mim você é aquela mesma menininha sapeca que corria brincava de bonéca
Que orgulhoso me lembro
Hoje te vejo na sua filha minha neta
Sou grato a vida
Por você minha filha querida
Que apesar de adulta madura mãe de família
Pra minha sempre será a minha princesinha...

Poema
Amor de paí e filha

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Desde criança meus olhos me mostraram o mundo que só eu podia ver, diferente dos normais, pude ver e ouvir mais do que a realidade sufocante que ocupa e prende quem não tem tempo de se conscientizar e ignorar a beleza das coisas mais simples que se revelam apenas para quem tem alma que pode ver e então, desde muito jovem, me dedico a escrever diferentes rimas e poemas, tudo que posso ver, ouvir e tocar com meus sentidos e sentimentos como poetas e poetisas, o que aprendi desde criança, é assim que sou como meus versos de poemas. composições simplistas de palavras que rimam amor e vida...

Meu mundo paralelo

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Nunca levante uma criança que caiu enquanto brincava
Ou você passará o resto da vida levantando um adulto incapaz e fraco...

Inserida por marcio_henrique_melo




Há tanto para aprender com uma criança pequena, e tão pouco para aprender com um adulto.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠O espelho da alma é voce se ver como uma criança.

27/03/2024

Inserida por samuelnunesdeandrade

O problema não está na criança que tem medo do escuro, mas nos adultos que fogem da luz.

Inserida por gilbertobegiato

⁠Sou uma criança
Em teus excelsos braços
Oh majestosa noite
Tu és mãe dos meus sonhos
Tu és sono das minhas dores
Tu és encanto da esperança
Tu és primor dos estertores

Inserida por noi_soul

⁠É bom ser criança
E ser amada
E, antes de dormir,
Ouvir um Eu te amo
Enquanto se derrama num abraço
Cheio de aconchego e abrigo.
Ah, como é bom ser criança!
Desse jeito assim...

Inserida por noi_soul

⁠Não é sábio subestimar uma criança,
ela sabe de coisas que muitos de nós
já não vivemos mais.

Inserida por Zuccarato

“ Criança saudável brinca com sua própria criatividade, nada de tela, precisa apenas se deixar levar por uma ideia.”
#bysissym

Inserida por BySissym

“Quanto mais interagimos com uma criança mais ela se desenvolve saudavelmente.
Saibam que no útero o bebê sente tudo da mãe, alegria ou tristeza.
E depois reconhece a voz dela.”
#bysissym

Inserida por BySissym

Enquanto o amor pesar
Mais que o mal na balança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
Enquanto existir bondade,
Fé, amor e temperança
Enquanto Deus nos tocar
Ofertando-nos mudança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
- Poema da obra Minhas Verdades ISBN 9786598117610

Inserida por freitasjuniorpoeta

⁠Não importa o seu tamanho ou a sua idade, respeite seus pais como se você ainda fosse uma criança.

Inserida por kamorra

⁠#BALANÇO

Sou uma criança insegura...
Que às vezes anda de balanço...
Se eu caio, eu levanto...
Rindo não me canso...

Não sei o que esperar, e nem me importo...
Preciso acontecer...
Hoje sei que isso é...

Vivo um dia de cada vez...
Feliz sempre quero ser...
Mas fica por saber...
Tudo isso é...
Saber viver...

É proibido chorar sem aprender...
Proibido é não rir dos problemas...
Não transformar sonhos em realidade...
É proibido não ser você...

Cada um tem seu caminho...
A sua sorte...
Não, não sou gentil só para que se lembrem de mim...

Por céus e mares eu andei..
Estou indo...
Em meu balanço...
Outra vez...

Sandro Paschoal Nogueira

www.facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#CRIANÇA

Ingrato sinal do tempo que se esvai...
Quando se tem alma de criança...
Essa estranha malícia adquirida...
E essa pressa para tudo causado-me fadiga...

E em um mundo imaginado...
Em que tudo era esperança...
A terra eu podia sentir mover...
Com um sopro criava o vento...

Fazia castelos...
E neles eu morava...
A ingenuidade era minha companhia...
E feliz sempre cantava...

À noite o céu bordado...
Me fazia querer ter...
Um belo par de asas...
Um anjo eu seria...
E ao firmamentos eu voaria...

As flores para mim sorriam...
Brincava de bem-me-quer...
O dia inteiro sobre as árvores...
Por que fui crescer?

Em todos os cantos...
Eu brincava com o mundo...
E o mundo brincava comigo...
Não lembro-me quando tudo acabou...
Diante, agora, do que pouco sinto...
Não sei o que me sobrou...

Se um dia fui criança...
Só a saudade restou...
Ah malvado senhor do tempo...
Por que a ele não parou?

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Noite à fora...
Sobre uma navalha...
Ó divina esperança...
Sonho de criança...

O tempo a criar silêncio...
Tornando o sonho poeira dos tempos...
Poço imenso e fundo...
Que engoliu meus desejos...

A ver no mundo seco a seca realidade...

Dos ébrios jogados à sarjeta...
Das matronas em penunbras das ruas da esquerda...
Dos pederastas em gargalhadas...
Disfarçando as lágrimas não jogadas...
Das mocinhas vendendo favores...
Em troca de licores...
Daqueles que só encontram alegrias...
Quando deixam suas garrafas vazias...

A vã loucura a moda é prima-irmã...
Mas quando vem o senso erguer-lhe os densos véus...
Desse desgosto...
Livrai-me Deus...

Salvo o meu desejar...
Teço beleza em tudo...

No hálito podre de um sugismundo...
No idoso porchetta...
Em quem que com qualquer um se deita...

Nessa langorosa magia...
Sob a lua que irradia...
As torpes paixões...

Sigo para meu descanso...
Aguardando, quiçá ...
Outro dia...

Valei- Deus...
Ou quaisquer outros guias...
Fim de noite...
Madrugada fria...

Eu próprio me interrogo:
– Onde estou? Onde estou?
E procuro nas sombras enganosas...
Sob essas horas mortas...
As mesmas coisas repetidas...

Inúteis os sonhos e as amarras
que nos prendem ao cais...
Mas quem sou eu que não escuto meus próprios ais?

Sandro Paschoal Nogueira

#Defendo #o #que #sou...

E você?

Que fará com a lembrança...

De sonhos perdidos de criança?

Seu futuro será em preto e branco?

O tempo correrá noite e dia ?

Passará por madrugadas frias?

Seu choro será contido?

Amargamente escondido?

O sangue ficará frio ?

Terá um irônico sorriso?

Enfrentará com coragem o seu medo?

A pureza apagará...

E no fundo do olhar...

Algum brilho terá?

Se eu lhe digo essas coisas...

Embora me odeie...

Falo da ternura que você não sabe...

Custa encontrar o amor...

A você entrego esta mensagem...



Sandro Paschoal Nogueira

Um dia fui criança sonhadora...
Muito amado pelos meus pais.
Com irmãos, grandes aprendizados...
Tive mimos e cuidados especiais.

Adolescente aguardando amor...
Invejado, desprezado...
Sem nenhum cuidado...
Enganei e fui enganado.

Fui atendente, pasteleiro, cozinheiro, faxineiro,
cabeleireiro, leão cobrador...
Vaguei nas ruas, madrugadas...
Troquei dias por noitadas...
Estrapolei, fumei... bebi...
Passei fome...
Não roubei, nem me prostituí.

Quis ser padre e templos frequentei...
Conheci párocos, pastores, pais de santo, babalorixás...
Adorei santos católicos...
Muitos oráculos consultei...
Médium, adivinho...
Invoquei demônios...
Servi a deuses esquecidos...
Tornei-me bruxo, feiticeiro, necromante...
Sempre buscando algo...
Ali, lá e acolá.

Cansei de tudo isso...
E resolvi só trabalhar...
Carreguei muito peso...
E de ninguém quis mais ser empregado.

Fui dono de empresa, proprietário de casa noturna,
lanchonete, restaurante, casa de jogo e de bar...
Artista plástico, pintor...
Tudo isso também fui.

Como sátiro insaciável...
Excelente amante...
Com muitos me deitei...
Conta perdi...
Com nenhum adormeci.

Enterrei muitos amigos...
Poucos inimigos...
Deixei família também por lá...
Tão triste ver o cal cair...
Triste ao pó retornar.

Fiz tanta coisa...
Muitas outras ainda por contar...
Algumas...
Muitas...
Melhor esquecer...
Não convém contar...
Nem mesmo lembrar...
Trazem arrependimentos...
Tristezas grandes...
Fazem lágrimas rolar.

Engoli muitos sapos...
Andei em farrapos...
Trabalhei...
Suei...
Me estressei.

Tudo foi minha vida...
Muitos caminhos...
Veredas...
Estradas que engatinhei...
Andei... passei... parei...
Tomei rasteiras...
Caí...
Não desisti nunca...
Não desisto nunca...
Nem é bom nisso pensar.

Hoje dizem que sou...
Hoteleiro... dono de pousada...
Bem vestido, bonito, cheiroso...
Elegante cavalheiro...
Grosso ou fino...
O que importa?

Alguns me chamam de poeta...
Só porque traço algumas linhas...
Poucos rabiscos.

Sem nenhuma ambição...
Por mais um dia vou vivendo...
Para Deus agradecendo...
Até onde Ele queira me levar.

Depois de um ano que terminamos o namoro, nos reencontramos novamente, e então agimos como criança..e nas escondida revivemos os bons momentos... ><

Inserida por FranValentim