Falecimento
Minha arrogância me cegava. Só quando me vi como Barrabás, condenado à morte, é que pude entender a misericórdia de Jesus.
O recurso mais valioso que você tem, não é seu dinheiro, éo seu tempo. Tudo fica depois da morte, menos o tempo.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Está escrito: Tragada foi a morte na vitória em Cristo Jesus. 1 Coríntios 15:54,55
A morte de Jesus na cruz cancelou a condenação imposta pela Lei, e a ressurreição de Cristo oferece a justificação, também revelada na Lei, e a vida eterna a todos que creem. Cl 2.14; Rm 4.25
A fé tem como base a obra de Cristo: sua vida, morte e ressurreição, que são o centro da crença e da confiança do cristão.
Tenho a impressão
que a gente vive esperando
nossa própria morte.
- Você não?
Temo que a resposta seja definitivamente
semelhante.
É o que nós fazemos,
conscientes ou não disto,
é o que nós fazemos!
Sempre
sempre
sempre
Estamos sentados na vida
esperando a própria morte
e o próprio desatino do momento.
Nenhum momento será como
aquele momento, este momento
e, por mais que não possamos supor o tal momento,
nós sempre o sentimos muito perto,
ao lado, acima, abaixo…
Às vezes arranha a superfície,
às vezes engata a ré,
às vezes cerca como num círculo,
às vezes entende os escombros.
- Somos nada!
Eu penso e peno,
mesmo diante das magnânimas construções,
dos suntuosos escritos,
das reverberações mil.
- Somos nada!
Contudo temos a deliciosa presunção
de sermos tudo,
tudo o que há de mais importante sobre a Terra,
tudo o que existe entre o bem e o mal,
tudo o que ocorreu de melhor no Universo.
Somos parte. Somos gente. Somos
o que estamos nos tornando
constantemente...
Quando vejo os olhos da morte
Não posso mais temer a pequenez
A suavidade do dia é milagre
O sol da pele que me toca é milagre
A hora ainda acordada é milagre.
Quando olho no fundo dos olhos da morte
Não há mais temores tolos
Não há mais confusões
Nem necessidade de ser notada
Não há mais desculpas para brigar
Não há mais nada.
Quando a vejo tão de perto assim
Quando a percebo inculcando meus brios
Dando-me calafrios
Não há mais nada a temer
Porque, no fim das contas,
Tudo o que eu sempre temi
Está diante de mim
Olhando-me com profusão e piedade
Permitindo-me desfrutar um pouco mais
E viver o que ainda preciso...
um dia fui eu
outro dia não mais
o que serei eu
sem um pingo de paz?
a guerra
a morte
o não
o talvez
o tempo
a hora
o espaço
desfez
Flores para Vicente
Neste mundo onde
viver comemorando
o quê nos traz a morte
tornou-se costume,
Eu apenas procuro tudo
o quê nos torna eternos,
Eu celebro a vida
e toda a resistência
contra tudo isso
que nos coloca em perigo,
Com meu buquê
poético e colorido
tornando-o um
ofertório a Vicente,
e meus versos rebeldes
para todos os povos.
O Sol do Amor profundo
que gloriosamente venceu
a Morte se ergueu
e iluminou a minha cidade,
Páscoa tem sabor de chocolate,
de oração e de Humanidade
Ainda nesta manhã fria
e silenciosa em Rodeio,
o meu coração agradece
por tudo o quê o Senhor
nos deu sem receios e por inteiro.
No meio do Médio Vale do Itajaí
aqui se escreve poesias
com o coro da passarada
e com verdades doloridas
para a utopia de um
mundo novo e em liberdade.
Assim vem se cumprindo
a poesia do nosso Médio Vale....
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