Falar de Estrelas
Machado dizia, as mulheres são como maças, eu digo, as mulheres são como estrelas, cada qual com seu brilho, cabe ao homem aprender a voar para chegar até elas.
As pessoas só se tornam verdadeiras estrelas,
quando tem personalidade digna;
quando lutam pelo seu direito de viver;
quando agüentam os problemas,
quando ajudam os outros,
sem se importar com a ingratidão.
Quando mesmo tropeçando,
correm atrás de sua felicidade.
Quando em uma plantação de ódio,
colhem sementes de amor.
Pessoas como você têm o direito de
terem sua luz própria,porque estão
sempre brilhando!!
Hoje eu sei
estava escrito nas estrelas
no sol, no mar
sei lá...
em algum lugar.
Tinha que ser
eu e você
e tinha que ser complicado
de um jeito gostoso
mas mal calculado.
Hoje eu sei
seríamos um do outro sem ser
caminhos iríamos percorrer
diferentes e parecidos
como amantes e como amigos
e nunca ninguém iria saber
se você gostava de mim
e eu de você.
Hoje eu sei
que estaríamos sempre ligados
pelo presente e pelo passado
que nossas vidas em certo momento
até poderiam perder o sentido
se um de nós
pelo outro fosse esquecido.
Hoje eu sei
o que ninguém mais conseguirá entender
que você nasceu pra mim
assim como eu pra você
e por mais que a gente tente
isso se tornou difícil de esconder.
Hoje eu sei
o que gostaria de não saber
que fugimos um do outro
por medo de sofrer
e vivemos sempre juntos
porque separados iria doer.
Às pessoas que olham para as estrelas e desejam…
Às estrelas que ouvem e aos sonhos que são atendidos.
Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
E sei que quando morrer, você estará em meu pensamento
E eu te amarei, sempre.
– Sim – respondi-lhe –, quer seja a casa, as estrelas ou o deserto, o que os torna belos é o invisível.
Como Romeu ¨& julieta somos dois apaixonados
Como a lua ¨& as estrelas sou feliz ao teu lado
fico pensando em nós dois , nos teus olhos de mel
no cheiro da tua pele, que me leva até o céu
e me faz desejar o teu beijo ,desperta em mim
um desejo louco de te amar, princesa dos
meus sonhos encantados , viver contigo
é mais do que sonhar é ver a lua dançando
pro nosso amor ,poesias soltas pelo ar
passaros cantando pra você
e eu vivendo só pra te amar.
Princesa minha ,doce desejo
viverei só pra te amar
Nós todos carregamos estrelas em nossos corações. Luz e trevas sempre acompanham uma a outra, se você estiver com medo das trevas, mesmo um pouco, e lhes mostrar uma lágrima, as trevas se tornarão imensas e perseguirão e engolirão toda a sua luz.
As mais belas jóias o mais puro ouro as mais belas flores as estrelas e todo seu resplendor simplesmente perto de ti perdem o seu valor.
Vou te procurar entre as estrelas e os satélites distraídos, que confusos me ditaram caminhos errados e esparsos. Eu irei caminhar por trajetos errados em diferentes passos. Em destinos errantes nas mais estranhas pegadas na areia. E vou te encontrar em um planeta abandonado no curto espaço entre nós dois. Em nossos abraços, em seus sorrisos largos.
(...) Quando o sol sossegava e começava a querer fugir do que causou, vinham então as estrelas, tão espertas. Propunham brilhar-se todas e entreter os dois, fazê-los amolecer com o frio da noite e dizer bobagens quaisquer para esquecer o que se passava. não dava.
As estrelas deles vinham separadas, também. Por oceanos, terras, mares, rios, planetas, ventos, tudo. Era muito longe. Ele cá, ela lá. Doía de novo.
A noite propunha sacanagem e desgosto de estar só. Mas ao final só sobrava o segundo e a certeza de que era mesmo a maior sacanagem da história estarem sem poder se tocar, daquele jeito...
Aí pensavam em largar tudo, em largar trabalho, escola, família. Em se largar em nome do outro. E desistiam. Doía.
Enquanto um amanhecia, o outro adormecia e seguiram os dias com essa brincadeira de gato e rato que nunca se encontram. Ficavam assim, então: sobrevivendo a cada dia e esmorecendo a cada noite. Lutando contra o medo do mundo e o medo deles mesmos, por estarem em mundos tão diferentes por hora, agora, pra sempre, quem sabe? Não sabiam.
Tentavam acreditar numa mudança, num descaso do destino que insistiu em manter-lhes assim, um descuido que deixasse um deles passar, fugido. Tentavam fugir da verdade e se encontrar um no outro, mas se perdiam. Estavam perdidos. Nos dias quentes, nas noites longas, na espera fria. Só sei que doía.”
Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas,
mas minha senda se perde
na alma de névoa.
A luz me quebra as asas
e a dor de minha tristeza
vai molhando as recordações
na fonte da ideia.
Todas as rosas são brancas,
tão brancas como minha pena,
e não são as rosas brancas
porque nevou sobre elas.
Antes tiveram o íris.
Também sobre a alma neva.
A neve da alma tem
copos de beijos e cenas
que se fundiram na sombra
ou na luz de quem as pensa.
A neve cai das rosas,
mas a da alma fica,
e a garra dos anos
faz um sudário com elas.
Desfazer-se-á a neve
quando a morte nos levar?
Ou depois haverá outra neve
e outras rosas mais perfeitas?
Haverá paz entre nós
como Cristo nos ensina?
Ou nunca será possível
a solução do problema?
E se o amor nos engana?
Quem a vida nos alenta
se o crepúsculo nos funde
na verdadeira ciência
do Bem que quiçá não exista,
e do mal que palpita perto?
Se a esperança se apaga
e a Babel começa,
que tocha iluminará
os caminhos da Terra?
Se o azul é um sonho,
que será da inocência?
Que será do coração
se o Amor não tem flechas ?
Se a morte é a morte,
que será dos poetas
e das coisas adormecidas
que já ninguém delas se recorda?
Oh! sol das esperanças!
Água clara! Lua nova!
Coração dos meninos!
Almas rudes das pedras!
Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas
e todas as coisas são
tão brancas como minha pena.
Todas as estrelas acabam caindo. Mas uma estrela é apenas uma pequenina centelha do grande facho de luz que há no céu.
Na encruzilhada silenciosa do destino,
quando as estrelas se multiplicaram,
duas sombras errantes se encontraram.
A primeira falou:
-Nasci de um beijo de luz, sou força, vida,
alma e esplendor....
Trago em mim toda a sede do desejo,
Toda a ânsia do Universo.
Eu sou o Amor!
O Mundo sinto enxágüe em meus pés!
Sou delírio, loucura...
E tu, quem és?
A segunda:
-Eu nasci de uma lágrima.
Sou flama do teu incêndio que devora.
Vivo dos olhos tristes de quem ama,
para os olhos nevoentos de quem chora.
Dizem que vim ao mundo para ser boa,
para dar do meu sangue a quem queira.
Sou a Saudade, a tua companheira,
que punge, que consola e que perdoa...
Na encruzilhada silenciosa do Destino,
as duas sombras comovidas se abraçaram,
e, desde então, o Amor e a Saudade
nunca mais se separaram.
Nota: Adaptação do poema As Duas Sombras.
