Falar da Vida Alheia
Liberdade e Verdade
Não somos juízes da vida alheia. Cada pessoa carrega suas dores, suas dúvidas e suas batalhas invisíveis. Muitas vezes, olhamos ao nosso redor e só vemos caminhos fechados, mas, em meio ao caos, há sempre um espaço para a esperança.
Na jornada da vida, muitos se acham no direito de ditar o que devemos fazer, como devemos sentir e quais escolhas devemos tomar. Mas, no fundo, o que realmente importa é ouvir a voz que ecoa dentro de nós, aquela que nos guia com serenidade e nos lembra que, independentemente do barulho externo, nossa verdade merece ser vivida.
Eu defendo o livre-arbítrio. Para todas as pessoas, em todas as situações. Acredito no direito de cada um ser quem é, amar quem quiser e construir sua própria história sem medo ou vergonha. O que importa não é o gênero, mas o amor que une, respeita e fortalece.
Respeito todas as formas de fé e acredito que a espiritualidade pode ser encontrada nos mais diversos caminhos. As respostas chegam quando estamos prontos para ouvi-las, e, às vezes, o aprendizado vem exatamente de onde menos esperamos.
Defendo as mulheres, assim como defendo os homens. Porque o respeito deve existir para todos, sem distinção, sem privilégios, sem imposições.
Minha verdade não depende da aprovação dos outros. Não busco agradar, não finjo ser quem não sou para convencer os indecisos. Se alguém deseja caminhar ao meu lado, que compreenda a clareza da minha mensagem: autenticidade acima de tudo.
A vida é sobre escolhas, sobre coragem e sobre amor. Que sejamos livres para sermos quem realmente somos.
O filme da vida alheia pode ser mais doce e atraente somente quando a vida de alguém se tornar amarga.
Preocupação pela vida alheia é jogar tempo fora, uma vez que Deus deu a inteligência para ocupar a vida do próximo com o bem.
Cristãos que, sem sabedoria, se metem em vida alheia das ovelhas fiéis e justas, estão entrando em fogo cruzado e próximos da vergonha e desonra.
Faça-se autêntico, seja original, viva a sua vida e não se preocupa com a vida alheia, pois ainda é normal;
Enquanto a covardia desonesta perde tempo falando mal, tentando denegrir a vida alheia, a coragem continua honestamente trabalhando.
A dor maior naqueles que por falta de bom senso
põem em risco a vida alheia
será quando virem suas atitudes irresponsáveis
consequentemente serem refletidas na vida daqueles a quem amam
Para muitos a vida alheia se faz tão mais interessante do que a possibilidade de todo um universo a ser explorado ou a própria vida ser vivida.
Tanta badalação, amigos de farra, sorrisos, azaração, drinks e falação da vida alheia levando tanta gente a lugar nenhum. A galera se diverte, vive aquela euforia, veste a máscara da noite e esquece todos os problemas, finge que é feliz, mas um vazio estranho permanece e ninguém entende a razão. "É natural", a gente releva, afinal todo mundo tem sua fase de boemia... Que assim seja, afinal aqui se fala pra gente de toda cultura, sair pela noite, encontrar amigos, curtir um som e viver pra conhecer os prazeres da vida é da natureza humana. Mas existe uma coisa muito mais latente nessa vida, uma coisa tão simples que muitas vezes passa e a maioria nem vê: vamos alimentar a natureza humana no sentido mais amplo da palavra, nutrir a alma, canalizar energia à festa que acontece em si mesmo, longe de música alta, maquiagens, grifes e red label, observar o próprio universo e descobrir novos prazeres na vida, aqueles do tipo que dinheiro não paga e que de tão sutis ficam cravados em nós, ecoando por toda existência e sustentando um sentido real à palavra FELICIDADE.
"Talvez você diga que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único." John Lennon.
