Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade

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⁠Aprender o que Deus quer nos ensinar no meio da dificuldade é mais importante do que sair dela.

⁠Quão terrível e paralisante é toda conversa de predestinação, de um decreto de Deus, pelo qual tudo o que vai acontecer já foi estabelecido desde toda a eternidade. Existe algo mais devastador para a liberdade e a realidade de decisão do que essa ideia de que tudo foi predeterminado?

Emil Brunner
Dogmática. São Paulo: Fonte Editorial, 2020. v. 1.

A predestinação bíblica e ortodoxa fundamenta-se na escolha de uma ordem na qual, Deus pré-conhece, quais os agentes livres alcançam a salvação e outros não. Aqui não se trata da predestinação calvinista, onde Deus escolhe arbitrariamente uns para a salvação e outros para a condenação, mas, sim, da predestinação da ordem na qual é exercido o livre-arbítrio do agente. ⁠

⁠Oh! Quão livremente Deus ama o mundo! Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu pelos ímpios. Quando estávamos mortos em nossos pecados, Deus nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós. E quão livremente com Ele, Ele dá todas as coisas! Verdadeiramente, a GRAÇA LIVRE é tudo em todos!

⁠Nenhum homem é o mesmo depois que Deus põe a mão nele.

⁠Mesmo se um milhão de pessoas sorrissem para mim enquanto eu sei que Deus está descontente comigo, eu não estaria feliz.

⁠Aqueles que estão no centro da vontade de Deus buscam queimar e não brilhar. Buscam as chamas e não a fama.

⁠ O impossível sempre intimidará a vida de todos que não creem em Deus.

⁠Somente a Graça! Todas as bênçãos que Deus concedeu ao homem são de Sua mera graça, generosidade ou favor. Seu livre e imerecido favor, favor completamente não merecido, o homem não tendo reivindicação a menor de Suas misericórdias. Foi graça livre que formou o homem do pó da terra, e soprou nele uma alma vivente e estampou naquela alma a imagem de Deus.

John Wesley
OUTLER, Albert C. John Wesley's Sermons: An Anthology. Nashville: Abingdon, 2010.

⁠O vinho NOVO de Deus só virá quando abandonarmos o VELHO vinagre da religião.

⁠Por maior que sejam as quedas, elas ainda não são capazes de impedir o propósito de Deus na sua vida.

⁠Deus não elege por pré-conhecer nossas obras; porque ninguém é salvo pelas obras. Deus nos elege por pré-conhece nossa fé.
A fé é a condição estabelecida por Deus, e é por meio dela que somos unidos em Cristo, que é o fundamento da eleição.
Só são eleitos os que estão em Cristo pela fé.

⁠Para o propósito de Deus não existe cedo ou tarde, existe o tempo de Deus.
(Eclesiastes 3.1)

⁠Deus PERMITE determinados fins, para novos recomeços.

⁠Não fique com raiva de Deus porque as coisas não estão dando certo. Deus não está trabalhando contra você. É você que está fora do propósito de Deus.

⁠Deus é relacional
Deus não tem forma humana, mas isso não quer dizer que Deus seja amorfo (sem forma). Nas Escrituras percebemos que Deus usa a antropomorfia (O antropomorfismo significa “em forma humana” – do grego antropos, “humano”, e morfe, “forma”) e a antropopatia (O antropopatismo significa “em sentimento humano” – do grego antropos, “humano”, e pathos, “sentimentos”).
O recurso do antropomorfismo e do antropopatismo nas Escrituras são muito importantes para o leitor, pois Deus sendo infinito e os seres humanos finitos, Deus para ser entendido precisa falar numa linguagem humana. Portanto, para que pudéssemos obter algum conhecimento de Deus, Ele falou a nós de uma forma inteligível e tenhamos comunhão (relacionamento) com Ele.
As Escrituras usam partes do corpo humano (antropomorfismo) como a “face” de Deus (Ex 33.20), “olhos” e “pálpebras” (Sl 11.4), “ouvido” (Is 59.1), “narinas” (Is 65.5), “boca” (Dt 8.3), “lábios e língua” (Is 30.7), “dedo” (Ex 8.19) e sentimentos (antropopatismo) como “arrependimento” (Gn 6.6), “aborrecimento” (Pv 6.16), “furor, ira e indignação” (Ez 13.13).
Dito isto, devemos ter cuidado na interpretação da linguagem antropomórfica e antropopática na Bíblia, pois, são aplicações de características físicas e sentimentos humanos a Deus como um recurso didático e uma linguagem analógica para que possamos compreender a revelação divina. Outra coisa importante é compreender que os sentimentos de Deus não são idênticos aos nossos, apenas semelhantes em algum aspecto. Um exemplo disso são os textos bíblicos que falam de Deus como que demonstrando arrependimento (1º Sm 15.10-11,35), mas a Bíblia também diz que Deus não se arrepende (1º Sm 15.29). Então devemos entender que quando os escritores bíblicos falaram de Deus se arrependendo, eles tinham em mente um sentimento essencialmente diferente do sentimento humano de arrependimento, mas que por causa das limitações de nosso conhecimento e linguagem, não havia uma forma mais inteligível de falar.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Se for preciso, Deus usará até os pequeninos para alcançar e amolecer os corações dos que se acham grandes.


O Eterno Pai sempre surpreende!


Ele escolhe o improvável, o frágil, o pequeno — justamente para lembrar aos “grandes” que nada é pelo poder humano, mas pela graça d’Ele.


Deus não mede a grandeza da alma pela régua do mundo.


Aqueles que se consideram fortes, imbatíveis, muitas vezes se tornam cascas grossas, insensíveis…


Mas o Senhor, em sua infinita sabedoria, usa justamente os pequeninos — aqueles de coração simples, de gestos discretos, de fé sincera — para tocar e amolecer os corações empedernidos.


Assim, Ele nos mostra que a verdadeira força não está na imponência, mas na humildade; não está nos berros, mas nos sussurros; não está na ostentação, mas no amor silencioso que transforma vidas.

É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d'Ele.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

Em terras abarrotadas de trabalhadores, gente de bem e servos de Deus mijando fora do penico, muito em breve, invocar o Santo Nome de Deus publicamente será blasfêmia.