Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade

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⁠Acreditar em Deus e ir buscar quando a gente sofre é muito fácil, porque acreditar todo mundo acredita. O difícil é sacrificar o nosso eu egoísta, orgulhoso, maldoso. Nós temos uma falha grande. Só buscamos quando a gente tropeça e quando a gente sofre. A palavra de Cristo disse que nesse mundo teríamos aflições, e Ele estava certo disso! Porque tem muitos aqui que sofre por muitas e muitas coisas. Mas por que não busca a Deus todos os dias?...Agradecer pela criação das vidas, das nossas vidas... agradecer pelo ar que respiramos, pelo dia que conquistamos, pelo pão de cada dia e agradecer pela família que temos. Tudo isso ele nos proporciona, e tem gente que não consegue enxergar. É cego.

Inserida por Djdavidaraujo9616




Ô Senhor, meu Deus, como é bom sentir a sua presença diante de mim, como é bom sentir o teu espírito santo invadindo o meu ser e penetrando toda minha alma, me fazendo sentir-se leve, e forte, e seguro. PAI, a melhor coisa que eu tenho agora em minha vida é o Senhor dentro de mim. Minha mente firme em ti está! Grato a ti estou meu Senhor por tudo ! Dependo de ti. Eu não consigo parar de pensar em cada dia e a cada minuto e até a cada segundos do passar dos dias... . Louvo a ti com gratidão e honra . Sua graça me basta !!! É bom ! Me satisfaz, me preenche.. a cada passo que eu dou E a cada lugar que piso no meu cotidiano e conheço novas pessoas, novas amizades, e novas experiências. É gratificante. Sua presença é Divina, é inexplicável. Eu olho para o céu para os montes para as estrelas e vejo sua face olhando para mim, olho para a lua e no amanhecer olhando para o sol vejo o quão grandioso tu és, tu és belo lindo e perfeito. Ô glória. Obrigado Senhor por me proporcionar a melhor coisa que eu já tive em toda minha vida. Minha melhor fase, a minha melhor versão. Sinto seu amor me perseguindo todos os dias! Sinto o seu amor me mudando sempre quando eu lhe peço seu socorro

Inserida por Djdavidaraujo9616

Deus honra o matrimônio e abomina o divórcio e quem odeia ou separa-se do seu cônjuge está também separado do amor divino

Inserida por HelgirGirodo

EXPERIMENTO
(Bartolomeu Assis Souza)

Viver é Deus e o Diabo
ao mesmo tempo
É viver nesse
''experimento"
Nessa manifestação
Buscar a evolução
Sempre com muita devoção
Sempre com muita oração
Sempre com muita paixão...

Inserida por bmdfbas

⁠FILOSOFICAMENTE...

Filosoficamente nossa melhor ideia é Deus...
Nossa melhor resposta é Deus
Só Ele é capaz de responder a todas dúvidas e questionamentos da existência...
Metafisicamente...Deus
Amém!

Inserida por bmdfbas

⁠ORAÇÃO CONTRA OS MORCEGOS DA VIDA

Deus de todas as misericórdias.
Inteligência Infinita.
Deus conhecedor de todos os corações.
Deus de todos os caminhos.
Direciona os meus...
Livra-me de todo mal;
Livra-me dos invejosos e
todos os sugadores e todas tribulações e encostos...
Põe luz, alegria, coerência, foco e prosperidade
No meu dia-a-dia...
Pelo Cristo que é vida, libertação e salvação
Amém!

Inserida por bmdfbas

ABSURDO EXISTENCIAL

O outro sinônimo de Deus é vida. Se existe vida existe Deus. Se existe Deus existe vida.
Podemos não admitir querer falar que Deus existe, conforme alguns filósofos e pensadores...
Mas existe vida, pulsar nas veias, e Alguém há criou.
O que acredito que fomos lançados no Absurdo da vida. E esse Absurdo nos diz: você tem pouco tempo, você é apenas uma poeira cósmica. Aceita e sofre menos. Aproveita o que a vida representa, o que ela te ensina no cotidiano, nos pequenos gestos.
A vida tem muita futilidade, arrogância, mazelas, frustrações e perdemos muito tempo com bobagens. Aceita o Absurdo da existência. Para quê se preocupar tanto. Torne-se o que você é. A vida é mistério que se des-cortina a cada instante. Cada um deve fazer seu caminho, acreditar em si, preocupar menos com os outros...
E no Absurdo da vida que diz: seu tempo está acabando...

Inserida por bmdfbas

⁠PROVIDÊNCIA

Só peço que Deus "complete"
Aquilo que não posso.
"Termine" o que não posso terminar
Na construção da vida.
"Toque" os corações que não consigo "tocar"
E que transforme a existência em "plenitude".
Amém!

ISBN: 978-85-7893-909-0
Livro: Licença Poética
www. biblioteca24horas.com

Inserida por bmdfbas

FÉ NA TÁBUA

Só existe uma religião...
Fé em Deus e pé na tábua
E basta ser o que se é
O resto é doutrinação...
Fé em Deus e pé na tábua
Mais pé na tábua acredito
Fé na tábua...
Amém!⁠

Inserida por bmdfbas

PÁGINAS LIDAS E NÃO LIDAS (B.A.S)

Sou a minha catedral, meu templo
Dos meus deuses e meu Deus
Moldados ou não à revelia, à rebeldia...
São minhas dores, torturas...
Que busca a cura, a paz, a salvação...

Sou minha casa, minha rua, minha cidade...
Em todas moradas e lugares...
Memórias gravadas, computadas
Sou o relógio, a medida do meu tempo
São minhas horas contadas
São dias de labutas e de esperas
São meus dias de ócio e preguiça...

Sou mais do que tudo
O livro de minha vida
Dos meus encontros e desencontros
Minhas chegadas e partidas
Sonhos vividos e negados
Meu riso e meu choro
Páginas lidas e não lidas...

Inserida por bmdfbas

CADA UM TEM UM PERCURSO A CONCLUIR (B.A.S)

Cada um de nós tem um percurso a concluir.
Deus tem um lugar para cada um de nós preencher, e um trabalho para cada um de nós executar, Os nossos tempos
estão em Suas Mãos. A alguns é dado um período curto para a sua obra; outros recebem mais tempo, mas não é o comprimento da vida que conta, mas a sua profundidade e força. Um dia a vida terminará para você e para mim, vamos cumpri-la bem e com fé...

Inserida por bmdfbas

ORA QUE TUDO MELHORA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Ora que melhora...
Tudo vai melhorar...
Deus te abençoe aqui
E na outra Morada...

Amém!

Inserida por bmdfbas

DEUS ME PROTEJA NOS CAMINHOS
(BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Caminhos se faz andando
Por isto é importante
também se perder...
Deus me proteja nos caminhos
Iluminai meus passos
Quando me perco pergunto...
E perguntando vou descobrir
novos caminhos...

Inserida por bmdfbas

QUANDO ME SINTO FRACA,
ENTÃO É QUE ME FAÇO FORTE.
Sei que Deus não me criou
para que me sentisse derrotada
pelos problemas que a vida me apresenta.
...Deus não me criou para o desânimo
que insistente bate à porta de meu coração,
sempre que alguma coisa não dá certo.
Ele não quer ver esta ruga
que aparece em meu rosto,
reflectido no espelho,
sinal de toda a preocupação
que ocupa minha mente.
Ele sabe que se hoje
as coisas não me parecem bem,
amanhã, à luz de um novo dia,
elas me parecerão menos graves,
do que o impacto que me causaram.
Ele sabe, que não obstante,
à pequenez de minha fé,
sinto que posso contar
com a Sua protecção.
Sabe que tenho a certeza absoluta
de que não colocará em meus ombros
peso maior do que eu possa suportar.
Sabe que entendo
que essas experiências desagradáveis
pelas quais passo em minha vida,
servirão apenas para
evoluir e fortalecer meu espírito
e enriquecer meus conhecimentos.
E é por tudo isso,
que não devo esmorecer,
não devo dar ao meu inimigo,
seja ele quem for,
físico, moral ou espiritual,
o gosto da vitória sobre mim.
Deus me criou para ser amada,
principalmente por mim mesma!
DEUS ME CRIOU PARA VENCER...
SEMPRE

Inserida por Luzmarcia

"Esperar não é perder tempo, é perceber que há tempo pra tudo,
porque DEUS não demora, Ele capricha."

Inserida por Luzmarcia

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores

Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.

Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Que é Deus?” — A Primeira Pergunta de O Livro dos Espíritos.

Parte I — Estudo Filosófico e Universal.

Na questão n.º 1 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec formula a indagação que inaugura toda a Filosofia Espírita:

“Que é Deus?”

E a resposta dos Espíritos Superiores ecoa com a simplicidade dos princípios eternos:

“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”

A pergunta, aparentemente simples, encerra o âmago de todo o pensamento filosófico humano. Definir Deus é impossível, pois o finito não pode compreender o infinito. Nossa linguagem e nossos instrumentos de percepção são limitados à relatividade da condição humana. O próprio apóstolo Paulo advertia que “as coisas do espírito não podem ser entendidas nem explicadas pelo intelecto”, sugerindo que há uma dimensão supra-racional que apenas a intuição espiritual pode vislumbrar.

Ainda assim, a ideia de Deus é imanente à consciência. Não é uma criação cultural ou um produto do medo, mas uma necessidade ontológica. Sentir Deus é mais importante do que descrevê-lo. Santo Agostinho, em uma de suas mais belas confissões filosóficas, afirmou:

“Quando me perguntam o que é Deus, eu não sei; mas, se não me perguntam, então eu sei.”

Léon Denis, herdeiro do pensamento kardeciano, aprofunda:

“Deus não é um desconhecido: é somente invisível. Não compreendemos, em essência, a Alma, o Bem, a Beleza Moral, que são igualmente invisíveis. Entretanto, sabemos que existem e não podemos escapar à sua influência e deixar de cultuá-los, assim como a Deus, origem de todas as virtudes.”

A analogia é perfeita: o invisível não é o inexistente. Assim ocorre com o átomo, a eletricidade ou o açúcar dissolvido na água não os vemos, mas sentimos os seus efeitos.

Na questão n.º 14 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta:

“O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é um sentido que lhe falta.”

Diante da insistência do Codificador, os Instrutores Espirituais acrescentam:

“Deus existe, não podeis duvidar, é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto de onde não podereis sair.”

A consciência da existência de um Princípio Superior é, pois, um sentimento inato. Desde os primórdios da humanidade, o ser humano manifesta “apetite pelo divino”, “anseio de transcendência”, uma “sede de sentido” que o diferencia dos demais seres da criação.
Percebendo que há forças além de sua vontade, o homem primitivo buscou explicá-las. Assim nasceram os cultos ao Sol, à Lua, ao Trovão; depois, os ídolos de pedra, os deuses antropomórficos e o politeísmo expressões de uma mesma busca pelo Absoluto. Em todos esses estágios, permanecia a intuição de um Princípio Único, anterior a todas as formas.

A limitação humana em conceber o Infinito levou, naturalmente, ao antropomorfismo: um Deus com traços humanos, com virtudes e paixões. Esse “Deus sentado num trono”, guerreiro e ciumento, ainda sobrevive em muitas crenças contemporâneas. Entretanto, o pensamento espiritual universal transcende tais representações, elevando a concepção divina a um Princípio Inteligente, ordenador e soberanamente justo.

Mesmo o ateu, diante do infortúnio extremo, volta-se instintivamente ao invisível, como se uma centelha da eternidade nele se reacendesse. A Lei de Adoração, presente em toda a humanidade, revela-se como uma expressão universal desse vínculo sagrado.

Kardec ensina que “é princípio elementar que se julgue uma causa por seus efeitos, mesmo quando não se vê a causa”. Assim como um pássaro abatido denuncia o atirador invisível, e um relógio indica a existência de quem o construiu, a harmonia do universo revela a ação de uma Inteligência suprema.

“A harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.” (O Livro dos Espíritos)

A grandeza cósmica — do movimento das galáxias ao mundo microscópico testemunha essa Inteligência que ordena e sustenta o ser. Tudo o que é belo, justo e harmonioso reflete o pensamento divino em ação.

Entre os atributos de Deus, a Codificação Espírita destaca: é único, eterno, imaterial, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom. E, como ensina o Evangelho, a verdadeira adoração não se faz por símbolos, mas por comunhão interior:

“Importa adorar a Deus em espírito e em verdade.” (João 4:24)

Assim, o estudo filosófico da divindade conduz à experiência íntima da transcendência. Deus deixa de ser uma hipótese e torna-se uma certeza vivida, o fundamento da consciência moral e a fonte do destino espiritual de todos os seres.

Referências:

Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 1ª Parte, cap. I e 4ª Parte, cap. I.

Kardec, Allan. A Gênese, cap. II.

Denis, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor.

Santo Agostinho. Confissões.

Inserida por marcelo_monteiro_4

João C14 v6
Caucionou-lhe o filho de Deus:
Eu sou a direção a exatidão e a vida;
Nenhum ser humano vem ao Progenitor, exceto por mim.

Inserida por AertonL

Somos todos cobaias de deus,
Brasil
PauloRockCesar