Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
Passei do tempo da obediência cega. Eu obedeço a Palavra, e o que é de Deus tem que testificar no meu coração. O profeta novo morreu, porquê deixou de seguir a orientação de Deus para seguir o que o profeta velho falou.
As vezes queremos fazer tantas coisas para Deus e a única coisa que Ele quer é pararemos para ouvir a Sua voz.
Alguns estão tão preocupados perguntando "Por que, Deus?" e "Quando Deus?" que nunca desenvolvem sua fé.
Depois que Abraão ofereceu Isaque, Deus disse: "Agora sei que temes a mim" (Gn 22:12).
Paciência não é apenas a capacidade de esperar, mas é como você age enquanto está esperando.
Podemos confiar na liderança de Jesus em vez de ficarmos zangados com Deus, com as pessoas ou com nós mesmos em nossas provações. Nossa resposta de raiva não ajuda em nada nem realiza o propósito de Deus.
Quando Davi entregou uma situação difícil nas mãos de Deus (Sl 31:5-15), foi uma declaração de devoção e uma expressão deguerra espiritual que invocou a intervenção de Deus. Ele não estava sendo passivo ao colocar a situação nas mãosde Deus. Ele estava ativamente trazendo Deus para a situação em uma medida maior.
Quando nos entregamos nas mãos de Deus em momentos de dificuldade, estamos chamando Deus para confiar Nele, para intervir e estabelecer Sua vontade em nossas vidas, à Sua maneira e em Seu tempo.
Se os filhos de Deus são guiados pelo Espírito de Deus (Rm 8:14), os que não são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de quem?
Prefiro ser julgada pelo mundo e estar do lado de Deus, do que estar do lado do mundo e ser julgada por Deus.
Mesmo que Deus escolha não mudar as circunstâncias, Ele sempre usará as circunstâncias para mudar você.
Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.
Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.
Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.
Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.
O ser humano foi criado com o propósito de viver em conexão com Deus, o seu Criador.
Qualquer tentativa de burlar esta finalidade, apenas conduzirá a criatura para o mais profundo do abismo em que se tornará o seu coração.
Optar por uma vida distanciada dAquele que é a Fonte da vida, fará com que o homem afunde cada vez mais na escuridão que a ausência de Deus produz.
Está você conectado a Deus?
(Fabi Braga, 31/08/2014)
Nos lugares onde corações são terras férteis, o Reino de Deus encontra os seus mais fervorosos adeptos!
(Fabi Braga, 28/08/2014)
Os espinhos estão em nossa carne por alguma razão.
Razão que Deus conhece bem.
Mas cuidado: Não tente arrancá-los; isso poderá te ferir ou mesmo matar.
E se Deus - após você orar tanto pedindo a Ele que os extraia de você - te disser apenas que a Graça dEle te basta, conforme-se. Ele sabe o que faz.
Todas as coisas que nos sucedem – aos que O amam – irão convergir em bem para nós e Glória para Ele.
Aceite-se, como Ele te aceita. Terás que conviver consigo toda uma vida. E declarar guerra ao próprio ser não faz sentido.
Mas procure seguí-lO, imitá-lO e agradá-lO, para que Ele seja refletido através de você, apesar das tuas fraquezas.
(Fabi Braga, 31/08/2014)
Se ligue.
Dons tem a ver com serviço.
Para executar um serviço para o Seu Reino, Deus capacita pessoas.
Porém, dons não são garantias de Salvação.
O Senhor, quando quer falar, se expressa de múltiplas maneiras e, para isso, utiliza os meios que julga necessários. É evidente que Ele tem preferência por aquele que é imagem e semelhança Sua.
Entretanto, Ele pode transmitir o que deseja até mesmo através de um animal (vide exemplo da jumenta em Números 22:28)!
Procure cultivar a tua comunhão com o Senhor para que sejas salvo; e abandone a ideia de que, por ser ou ter sido canal de Deus, isso te salvará.
(Fabi Braga, 10/09/2014)
