Experiencias Maravilhosas
NUNCA deixe ninguém, experiências ou algo material arrastar A LEALDADE do SEU CORAÇÃO para a escuridão, PRATIQUE as virtudes FORTALEZA, ESTÓICO, TEMPERANÇA e SABEDORIA, elas vão salvar sua ALMA
Que a rotina seja produtiva
Que mais pontes sejam construídas
Percorridas
Experiências e ideias transmitidas
Ida e volta
Volta e ida
Para amor e paz
Transitarem cada vez mais
O que aprendemos é fortemente influenciado pelas nossas experiências e mais ainda pela percepção que temos de nós mesmos.
Ecoa
Conforme, ganhamos experiências, automaticamente adquirimos conhecimentos, Encontramos meios de nos adaptar as novas realidades propostas,
Sufocar os sonhos é uma forma de deixar o ar rarefeito é uma forma de matá-los lentamente, muitas vezes é neles que estão as fontes dos nossos encantamentos de uma vida,
Recuar, repensar e julgar pode ser útil, desde que não montemos acampamentos em cima dos medos,
Aprendemos muito em silêncio, só não podemos viver escondidos embaixo de uma sombra fresca,
O nosso conhecimento flui das nossas descobertas, vem como uma nascente da aguá derretida das geleiras de uma montanha,
Ecoa em versos palavras sobre o ante-regresso, ser auto suficiente dando uma rasteira no tempo, podendo na velocidade da luz, flertar com a eternidade.
A escrita poética quando usada como ferramenta de mudança, esperança, troca de experiências, apresentação de sonhos e realidades, paixões e amores entre tantos outros temas significativos, pode e deve ser objetiva e subjetiva no compartilhamento e dissipação de conhecimentos empíricos ao grande público universal, desta forma sendo tratada como arte viva e pulsante nos corações e mentes dos escritores e leitores.
Quando você se move em busca de novos desafios, você busca conhecimento, adquiri experiências e passa a ter atitudes que inspiram grandes transformações e, o mais importante, que nos dê a certeza de que podemos fazer e refazer novos caminhos em busca da nossa felicidade. O que te move é o que te inspira!
Entre incertezas experiencias e apertos, seu tudo pode ser um nada ou o seu nada pod ser um tudo?
Jamais, meio termo é uma brecha que pouco te interessa ja que a saida é ainda mais incerta..
Ngm sabe o peso real acoplado na geral de ser cada qual vivendo com um caos.
"As vezes, as experiências vividas são até parecidas no palco da vida, mas cada pessoa é protagonista do seu próprio destino"
Sobre encerramento de ciclos...
A maturidade, o tempo, as experiências da vida, nos ensina a compreender que tudo tem começo, meio e fim.
É preciso aceitar quando um ciclo se encerra e o mais importante é acreditar que nada é por acaso, mesmo que causa um susto, um certo medo! TUDO tem um motivo e um propósito, e é importante pensar naquela parábola: " Uma porta se fecha para que outras melhores possam se abrir"! E eu confio e acredito muito nisso! Sempre serei muito grato por TUDO, e por todos que cruzarem o meu caminho, por todas as oportunidades que apareceram e ainda irão aparecer, independente de como elas venham em minha direção, pois sei o quanto ainda tenho que aprender com isso e o quanto isso me faz crescer mais forte, aconteça o que acontecer, como disse NADA é por acaso! Muitas vezes as tentativas, o errar e acertar, e até mesmo nem sempre acertar, me trouxe uma bagagem imensa de aprendizado, e o melhor de tudo, me fez ser quem eu sou hoje, e eu me considero uma pessoa abençoada por tudo que passei pra chegar até aqui e conquistar tudo que já conquistei e ainda irei de conquistar.
Hoje me sinto em paz e com o coração cheio de gratidão, pronto para novas conquistas, até mesmo por ser forte e dar a volta por cima sem perder minha fé e acreditar que coisas boas e novas oportunidades estão sendo preparadas pra mim.
Mais um ciclo na minha vida se encerra e sinto que no momento certo, pois me sinto preparado para enfrentar o início de mais um ciclo na minha vida, e que irá me dar abertura para várias portas, outros ciclos, com a consciência tranquila, e o coração cheio de amor e gratidão pra poder espalhar por onde eu sempre passar, seja através da música, seja na vida a fora por onde eu estiver, com quem estiver, onde estiver que estar e como tiver que ser.
Certas experiências são únicas e beiram os limites para a surrealidade, que apresentam uma versão emocionante e atípica de loucura que questiona e aviva a sanidade, duvidadas por aqueles que não presenciam, nem podem vivenciá-las, desta forma, são muito diferentes de outras, são incomparáveis, certamente, raras, responsáveis por grandes deslumbramentos, o coração fica acelerado, agradecido, impactado por uma exultação através de seus batimentos, às vezes, também acompanhado por um medo temporário, uma experiência que faz o tempo passar devagar como a de estar em mar aberto, envolvido por um lindo cardume de uma sincronia majestosa, momento belo e inesquecível, que reflete a glória de Deus e um fragmento do seu vasto conhecimento divino.
Passando por lindos lugares, tendo experiências, vivendo com intensidade, uma arte autêntica, atraente, vai abrilhantando cada parte, usando sua liberdade na dose certa, sem tempo para banalidades, já que sua vida está em constante desenvolvimento pela providência divina, o que justifica a sua grandiosidade entre a sua beleza, os seus sentimentos e o seus atos, coerentes com a sua verdade.
Somos reflexos de experiências vividas e lidas,
às vezes, imagens nítidas, outras embaçadas,
dependem de como são por nós absorvidas,
por nós reveladas,
num fluir contínuo, ainda que com parcialidade, de tudo uma razão,
uma aprendizagem,
estamos sempre em construção,
não há fuga desta realidade.
As experiências de muitas pessoas não foram descompactadas interiormente, então nenhuma delas foi revelada para o espanto do saber.
“O despertar do corpo não é apenas um evento físico, mas um portal para novas experiências e aprendizados que o dia oferece.”
ONDE A PALAVRA SE EXTINGUE E O SER SE REVELA.
Há experiências humanas que ultrapassam a jurisdição da linguagem. O discurso organiza, delimita, conceitua. Contudo, certos afetos não cabem em definições. Eles irrompem na consciência como forças originárias, anteriores à própria formulação racional.
O amor, nesse horizonte, não é mera emoção episódica. Ele constitui uma modificação estrutural do ser. Quando alguém se reconhece transformado pela presença do outro, não está apenas vivenciando uma sensação agradável. Está experimentando uma reconfiguração delicada. A alteridade deixa de ser exterioridade. Torna se dimensão interna da própria identidade.
A linguagem falha porque opera por abstração. O afeto, porém, é experiência concreta e totalizante. Ele envolve corpo, memória, expectativa, imaginação e vontade. A palavra descreve fragmentos. O amor unifica. Por isso, diante da intensidade afetiva, o sujeito frequentemente declara sua impotência verbal. Não é pobreza intelectual. É excesso de realidade.
O encontro autêntico com o outro possui densidade metafísica. Ele suspende a trivialidade do cotidiano e inaugura uma nova percepção do tempo. O instante compartilhado pode adquirir qualidade de eternidade psicológica. Não porque o relógio pare, mas porque a consciência se dilata. A experiência torna se qualitativa, não apenas quantitativa.
O toque, o olhar, o sorriso, são gestos aparentemente simples. Contudo, encerram uma simbologia profunda. O corpo não é mero instrumento biológico. Ele é veículo de sentido. No gesto, o invisível torna se visível. A interioridade manifesta se sem necessidade de longos discursos. O silêncio entre duas pessoas que se compreendem pode possuir mais conteúdo do que tratados inteiros.
A separação, por sua vez, revela outra dimensão da experiência amorosa. A ausência não anula o vínculo. Pelo contrário, evidencia sua interiorização. Quando o outro não está fisicamente presente e ainda assim permanece ativo na consciência, percebe se que o amor não depende exclusivamente da proximidade espacial. Ele inscreveu se na memória, tornou se parte constitutiva da estrutura psíquica.
Do ponto de vista psicológico, tal fenômeno demonstra que o afeto genuíno reorganiza prioridades e valores. Ele desloca o centro do ego para uma dinâmica relacional. O sujeito deixa de existir apenas para si. Passa a existir também em função de um nós. Essa passagem do eu isolado ao eu partilhado representa uma maturação da personalidade.
Há ainda um aspecto decisivo. O reencontro. Toda vez que duas consciências se aproximam após a distância, ocorre uma espécie de renovação existencial. O amor autêntico possui a capacidade de recomeçar. Ele não se limita ao impulso inicial. Ele se confirma na constância, na decisão reiterada de permanecer.
Sob uma perspectiva mais ampla, pode se afirmar que o ser humano realiza sua plenitude não na autossuficiência, mas na comunhão. A experiência do amor revela a estrutura relacional da existência. Somos constituídos pela abertura ao outro. A solidão absoluta não é ideal de grandeza. É empobrecimento ontológico.
Assim, quando as palavras se mostram insuficientes, não se trata de fracasso. Trata se de reconhecimento. Há dimensões da vida que não se deixam circunscrever por definições. Elas exigem presença, entrega e silêncio reverente.
O amor, em sua forma mais elevada, não é espetáculo emocional. É uma escolha reiterada, uma disposição ética, uma decisão de permanecer e de elevar o outro consigo.
E quando o verbo já não alcança, resta o gesto. Quando o conceito se esgota, resta o olhar. E quando tudo parece silencioso, é precisamente ali que o ser fala com maior verdade.
