Experiências
Cada indivíduo carrega consigo uma bagagem única de experiências, moldando assim a sua perspectiva única sobre o mundo.
Dentro de mim, reside um universo de sentimento e experiências, onde a dor e a força dançam em eterna valsa...
Falando de amores da vida...
Os amores da vida, são experiências únicas de sentimentos e em nossa caminhada temos a oportunidade de experimentar diversos sentimentos. Cada um de nós temos um tipo de sentimento dentro do nosso ser, que é a natureza própria do sentir.
Dentro de nós, sabemos o que queremos sentir quando doamos ou recebemos um sentimento, com a nossa forma de viver. E então escolhemos viver um sentimento qualquer, seja ele intenso, raso, superficial, profundo, seco ou quente...
Cada escolha na sua forma de sentir, diante da sua própria natureza. O amor vem de várias formas, e para sentir é preciso entender o que quer sentir para se sentir confortável... O amor é calmo, mas tem suas formas, o amor é quente, mas tem suas intensidades, o amor é o equilíbrio que se encontra e se descobre dentro do próprio ser.
O amor é entendimento de escolha. O amor é um sentimento de decisão, decisão de si e do outro, quando se entendem na forma de amar.
Há quem goste de amores frios, outros preferem os amores quentes, cada um com sua forma de sentir e aceitar qual amor se quer viver quando busca na vida entender o que tem dentro do próprio ser. Esse é o livre arbítrio do amor, quando se pode escolher sentir o amor que quer viver e que complementa a natureza do próprio ser.
Bruna Feliciano Alves, 2024.
Falando sobre os amores da vida...
São experiências únicas repletas de sentimentos variados, moldando nossa jornada com uma riqueza de emoções.
Cada indivíduo abriga em si uma diversidade de sentimentos, uma expressão singular de sua natureza interior.
No âmago de nosso ser, sabemos discernir o que desejamos sentir ao dar ou receber um sentimento, influenciando nossa maneira de viver.
Assim, fazemos escolhas sobre os tipos de sentimentos que queremos experimentar, seja uma paixão ardente, um afeto mais suave, ou uma conexão mais profunda.
O amor se manifesta de múltiplas formas, cada uma com suas nuances e intensidades, mas todas convergindo para um equilíbrio que se encontra dentro de nós mesmos.
O amor é uma decisão consciente, uma escolha que envolve não apenas a nós mesmos, mas também o outro, quando ambos se entendem na arte de amar.
Alguns preferem os amores serenos, enquanto outros se entregam às chamas da paixão, cada um abraçando sua própria essência e aceitando o tipo de amor que ressoa com sua alma.
Essa é a essência do livre arbítrio no amor: a capacidade de escolher o sentimento que queremos vivenciar e que complementa nossa natureza intrínseca.
Bruna Feliciano Alves, 2024.
Não é sobre experiências passadas. É sobre fazer das lições melhores adubos para conquistas futuras.
Insta: @elidajeronimo
O perfil de um profissional nem sempre tem correlação com as experiências profissionais. As experiências são um meio de sobrevivência, o perfil é vocacional, existe independentemente da experiência.
Minha história é feita de reviravoltas, de experiências que nos ensinam a não desistir e a tentar sempre voar mais alto.
"Refletir sobre nossas experiências é como olhar para o espelho da alma. Nele, vemos não só o que aconteceu, mas o que podemos nos tornar ao compreender o que passou. Na reflexão, encontramos a chave para desbloquear a verdadeira evolução."
"O desenvolvimento infantil é um mosaico de experiências que moldam mentes curiosas e corações resilientes."
Sábio é quem tem HUMILDADE na vitória e DIGNIDADE na derrota, pois ambas as experiências são aulas da escola da vida no processo de aprendizagem da disciplina das virtudes humanas.
As experiências de fragilidade podem fortalecer uma pessoa, trazendo-lhe mais empatia e sabedoria...
Você poderá reagir às experiências da vida e ao curso dos acontecimentos com a parte animal de sua natureza ou com a parte espiritual dela. E escolha é sua.
O ego é uma estrutura construída em vidas passadas a partir de tendências, hábitos e experiências num padrão específico. Mas no fim, tudo isso não passa de um pensamento, ainda que um pensamento forte e contínuo.
Chega uma hora em que o homem velho tem que virar as costas ao passado, pois ele está-se tornando um estranho e um novo homem está nascendo. Memórias obstruiriam esse processo.
A verdadeira posse não está nos bens materiais ou nas experiências passageiras, mas sim no que guardamos em nossas memórias e escrevemos. Essas lembranças são como um lar invisível, um lugar seguro onde permanecemos inteiros, independentemente do que acontece ao nosso redor.
Esse é um convite a valorizar o que realmente importa: as histórias, os sentimentos, os aprendizados. Porque, ao final, são esses registros na mente e no papel que nos imortalizam e nos humanizam, tornando-nos parte de algo maior e eterno.
A história do blues é uma rica tapeçaria de experiências humanas que reflete as lutas e triunfos da comunidade afro-americana. Desde suas origens humildes nas plantações até sua ascensão como um dos gêneros musicais mais influentes do mundo, o blues continua a ressoar com profundidade emocional em suas letras e melodias. Através da sua evolução constante, o blues não apenas preserva a memória cultural de um povo, mas também continua a inspirar novas gerações de músicos ao redor do globo.
“Quando você sabe que ninguém é capaz de viver exatamente as experiências que o outro vive ou viveu, você entende que uma opinião dada sem pedir é um ato irresponsável com a vida alheia.”
Você tirou todas as nossas fotos como se fosse apagar da memória nossas experiências de vida... você sempre some e aparece quando bem entende, tentando se encontrar ou se perder em algum lugar.
Sinto admitir que cansei de me preocupar com você, se está bem ou por onde tem andado, mas não consigo conter a alegria de te ver, de te ouvir, de tocar nossas canções e fumar aquele do bom.
Nossa, como a ingenuidade ás vezes é engraçada, sempre achamos que fazemos amigos para a vida toda, mas aí por obra do acaso tudo acaba.
Tudo acaba ou nós deixamos acabar? Destruímos, não cuidamos?
Vão se os anos e aí você para pra pensar, e dá uma tristeza saber que agora outras pessoas são amigos do seu amigo e você não. Que você foi excluído de tanta coisa da vida daquela pessoa como se nunca tivesse participado dela.
Na maioria das vezes, somos nós mesmos que permitimos que essa quebra aconteça. A questão é: que quando o tempo passa, chegamos a conclusão de que é tolice guardar lembranças das pessoas.
Quanto mais me abro para ter experiências salutares, mais percebo que não sou humana. Sou um ser espiritual em uma experiência humana.
No fim da vida só teremos as experiências sobre o que vimos ou comemos, pois o restante terá sido só distração e passatempo.
