Experiência de Vida
Velho e cheio de sabedoria, que tem uma vasta experiência de vida para transmitir aos jovens. Por isto, os jovens só serão bem-sucedidos nesta vida se puderem compartilhar o conhecimento de um velho.
Alma que resoa nas sombras da minha vida.
Adiqueri experiência num apse do meu apogeu...
Apocalipse de outras auroras.
Me torno entorpecido por claras lembranças.
Calida floresta no resquícios dos devaneios...
Exalto que a superfície é calma clara até ser obscura por suas atitudes.
Vejo que mundo está mais obtuso...
Pois tudo que acha se tornou assombroso...
Num ambiente onde tudo é muito atroz...
Aonde está sua opinião e apenas um fluxo de um pesadelo.
Aonde nada mais será feito ou importante.
(...) VIDA: UM ENTRELAÇAR DE LUZES E SOMBRAS
A vida, essa tessitura intrincada de experiências, revela-se como um espetáculo de múltiplas nuances, ora sublimes, ora dolorosamente cruéis. É uma travessia inevitável, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam em dança constante, desafiando a linearidade do tempo e a estabilidade da razão. Viver é lançar-se, diariamente, no abismo da incerteza, sem mapa, sem bússola, apenas com o pulsar do coração e a esperança como timoneira.
Nos dias dourados, a existência nos sorri com generosidade. São os momentos de plenitude, quando a alma se vê envolta por afetos sinceros, pelas risadas compartilhadas, pelo brilho dos olhos que nos amam. Nessas horas, a vida se assemelha ao fulgor da aurora: clara, cálida, promissora. São os instantes em que os bons atravessam nosso caminho — seres de luz, cuja presença apazigua nossas angústias e cuja bondade transcende o trivial. Esses encontros são bênçãos disfarçadas de casualidade, cujas marcas permanecem impressas no âmago de nossa memória afetiva.
Contudo, não se pode ignorar a face sombria da existência. A vida, em sua imparcialidade brutal, também nos apresenta o amargor dos dias nublados. São os episódios de queda, de perda, de desalento, em que o chão se desfaz sob nossos pés e a solidão se impõe como única companhia. E, nesses momentos, surgem também as figuras que, longe de somar, se dedicam a corroer: indivíduos de alma empedernida, tomados pela inveja, pelo despeito e pela amargura. São espectros humanos que, incapazes de reconhecer a própria luz, empenham-se em apagar a dos outros. Sua presença, embora nociva, é pedagógica — pois nos ensina a distinguir o genuíno do falso, o profundo do superficial.
E, entre encontros e desencontros, a vida segue seu curso. Leva consigo algumas pessoas queridas, insere outras inesperadas, sempre testando nossa capacidade de adaptação, resiliência e compaixão. Os bons, quando partem, deixam saudade; os maus, ao irem, deixam alívio. Mas todos, sem exceção, deixam aprendizado.
Viver, portanto, é aceitar esse fluxo constante de encontros e despedidas, de júbilos e tormentas. É um exercício contínuo de humanidade. E que, ao final, ao cruzarmos o limiar da última fronteira, possamos dizer — com altivez serena — que vivemos com intensidade, com verdade e, sobretudo, com amor. Pois é o amor, afinal, que dá sentido à vida, mesmo em meio às suas inevitáveis sombras.
Às vezes é preciso se sujar para se redescobrir.
A vida é feita de experiências, e cada mancha na roupa é um lembrete de que viver intensamente vale a pena.
Abrace a bagunça, pois é nela que encontramos a verdadeira essência da felicidade.
Líderes com experiência de vida nas periferias trazem autenticidade e paixão às políticas de saúde.
A verdadeira justiça sanitária só é alcançada quando líderes com experiências de vida difíceis guiam nossas políticas de saúde.
A vida é boa no começo, quando tudo é incrivelmente novo e as experiências são descobertas. Depois, as experiências se somam à rotina de uma vida de trabalho árduo, dia após dia, e o que parecia uma novidade incrível agora é um cansaço à beira da exaustão. E quando os anos se passam na vida, a idade passa a ser apenas mais um fardo para um corpo que vê a velhice logo ali, com sinais que dizem que o fim está próximo. E viver é um cansaço que não se quer mais correr, e o tempo se preocupa no fim. E só resta seguir em frente, olhar para trás e relembrar o melhor período da vida, o começo vigoroso e inexperiente, quando tudo era novidade. Agora só resta o desgaste como alívio, as lembranças do que foi bom ao longo do caminho desde o início da vida, e agora, no fim, sou eu quem acena, afinal, os novos amadurecem, vivendo para aprender que o tempo acabará por tomar para si o que nunca foi nosso...
Não se deixe endurecer pelas decepções ou experiencias ruins submetidas nesta vida! Mantenha-se firme e jamais perca sua fé e capacidade de acreditar nas pessoas, mas principalmente em você! Aprender com as decepções é o maior sinônimo da resiliência!
Não se se deixe consumir pelo negativismo oriundo de experiencias frustrantes na vida! Seja resiliente, mantenha a fé e aprenda com as adversidades!
Não lute contra o tempo, deixe-o trazer sobre você as marcas benéficas da experiência de vida e da maturidade!
Ela tem a experiência de quem já navegou em diferentes mares da vida.
Mares revoltos, já não a assustam.
E mesmo na calmaria, ela sabe que a qualquer hora, o tempo pode mudar.
O seu olhar observa cada detalhe.
Se a experiência falhar, Deus a livra e faz os seus pés novamente em terra, pisar.
Nessa vida, iremos experienciar de tudo. Mas, haverá situações que serão inevitáveis. Então, faça todo o possível para resolvê-lo. A válvula de escape é viciante igual a uma droga. Depois que você toma gosto é difícil deixar de fazer uso.
Quem é velho de corpo é rico de memórias e dono de experiências que somente a vida lhe proporciona.
A experiência da poesia,
aquiesce a chama da esperança
avia-se, a vida a harmonia das cores
dialoga, com o sublime interior
"As vezes, as experiências vividas são até parecidas no palco da vida, mas cada pessoa é protagonista do seu próprio destino"
