Experiência de Vida
Jardim do Èden
Entre o Céu e o Inferno á os limites, respeitá-los te dará melhores frutos na árvore da vida,
passar por alguns problemas e dificuldades encarando-os com coragem não te farão indestrutível, mas te dará um ganho gratuito de experiências para você seguir em frente através das escolhas de oportunidades certas,
O teu "jardim do Éden" SÓ DEPENDE DE VOCÊ, TENHA FÉ, ENCONTRE E VIVA NELE TODOS OS DIAS.
Se já entende que o que leva da vida, é apenas o que foi vivido e experimentado sua vida fica muito mais leve e fácil aqui na terra.
A vontade de ter e de ostentar posses está sendo substituída pela vontade de viver e de compartilhar experiências.
O escritor, com sua sensibilidade, capta o mundo como se tivesse antenas.
Pode ou não ter vivenciado determinadas experiências- amor, ódio, fome, guerra, morte-, mas dela se apodera como se fosse sua.
A matéria- prima da arte é a própria vida, transmitida em literatura por meio das palavras; em pintura, por meio de cores e dos traços; em cinema, por meio da imagem, do ritmo, das palavras.
Plano de Vida
Tenho planos que me surpreendem
Muitas vezes otimista, outros destemperados
A força de vontade ainda é o que me sustenta
Desistir, em muitos momentos, me rondam a cabeça
Mas a alma clama por continuar. Preciso continuar
A vida tem muito a ensinar...
E penso: ainda preciso aprender um pouco mais, a cada dia e sem pausas
Muitas vezes, as experiências que já tive não servem para os novos desafios
E me sinto perdida no tempo
Temos muito a aprender, não somos quase nada neste universo
Mas somos grandes quando nos deparamos com as dificuldades alheias.
Somos capazes de vencer qualquer obstáculo
Somos capazes de ajudar nossos semelhantes
Somos capazes de amar ao próximo
A vida não termina quando achamos que morremos
Ela é apenas uma etapa de um novo começo
As experiências são nosso maior bem,
Porque podemos levá-las a qualquer lugar que possamos ir!
É preciso saber viver... é preciso aprender isso, continuamente, na escola da vida. E cada dia que se passa aprendemos algo novo através das coisas, através de alguém, ou até através de nós mesmos...
Foi-se o tempo em que me importava advogar meus sonhos e sinceridades. Hoje sou gladiador de minhas próprias arenas internas, pois é lá que se dão minhas guerras mais relevantes!
Vim fazer uma louvação à boa leitura! Ela sempre, sempre é bem vinda, é salutar e contribui muito até para o aperfeiçoamento da oratória e da escrita. Mas é sempre bom lembrar que muita coisa não tem livro que ensine, a vida, o tempo, o mundo em volta ensinam muito mais. Como reflexo do plano mental, somos constituídos pelo fator sentimento e o conjunto de fatores decorrentes deste constroem o entendimento real acerca do que se processa no intelecto, especialmente nas áreas humanas, o que não contrapõe os bons livros de forma alguma. Mas muito além dos grandes homens que discorreram sobre sua forma de ver o mundo e influenciaram povos inteiros há a experiência latente no dia a dia, nas emoções e provas que nos conduzem à clareza quanto aos singelos segredos da vida. Quem já leu O Alquimista, por exemplo, livro escrito por um brasileiro membro da Academia Brasileira de Letras e celebrado em todos os continentes, ali encontra uma boa lição sobre isso, enquanto o estudante de alquimia se perdia confuso e aflito com símbolos e livros infindáveis, o pastor de ovelhas observava com atenção ao deserto e por ele penetrava na "Alma do Mundo", como diz o autor. Salve salve aos bons livros e bons leitores que trazem para prática boas lições e ainda assim conseguem ver no mundo um livro aberto. Gente assim, muito mais que copiar lições, gera conteúdo.
Trace seus caminhos e crie metas a serem cumpridas por você mesmo. Um caminho traçado uma meta cumprida só acrescem sua experiência de vida.
Por mais que você tenha concelhos e respostas para tudo e todos, em determinado momento da sua vida, se verá perdido em suas próprias desventuras.
"Não há como nós seres humanos passarmos nesta vida sem deixar um legado, “isso quer dizer não viva em vão”, torne suas experiências únicas e jamais deixe para traz um sonho, pois é nele que existem as mais verdadeiras alegrias".
Ninguém consegue tirar das coisas, incluindo os livros, mais do que aquilo que ele já conhece. Pois aquilo a que alguém não pode chegar por meio da experiência, para isso ele não terá ouvidos.
(do livro em PDF: Se eu pudesse viver minha vida novamente)
A vida é única e não temos tempo a perder. Cada minuto da nossa vida são preciosas! Apenas viva sem medo de errar pois toda experiência vira conhecimentos.
Eu entendo a plenitude, considero inclusive a linearidade das sensações de uma beleza irreparável, algo que de fato não se deve contestar, mas em mim isso segue oscilante demais. Momentos de uma felicidade inegável, de uma luminosidade tocante, como a observação de gente amada reunida, por exemplo, em contrapartida fases de incessante falta de sensações, sem cor, com a palidez desaforada de um triste azulejo branco encrustado na parede de um corredor de hospital.
Não entendo a felicidade constante, não entendo essa ode ao ser feliz o tempo inteiro, quase que como obrigação. Sou cercado de esquinas onde a vida se torna intolerável e isso não se deve ao fato de um olhar pessimista, eu sei olhar ao meu redor e contar todas as minhas bênçãos. Acredito que essa rejeição expectante, que essa intolerância viva venha justamente de tudo o que nos envolve e que pérfido dolorido ou nulo.
Sentir-se infeliz, entristecer-se, passar por uma fase em que a vida se torna intolerável também faz parte da completude que é existir, é no contraste que aprendemos a reconhecer nossas graças, é na intolerância pelo que é atual, por todo o cenário desastroso em que vivemos que aprendemos a reconhecer o que abre a nossa ferida interna.
Quando a vida fica intolerável é justamente quando ela se aprofunda, quando ela invoca a reflexão, quando toca a consciência, quando aflora nossas questões internas. Quando a vida fica intolerável é justamente quando aprendemos sobre nós mesmos, quando administramos a própria solidão, quando identificamos relações debilitantes.
Felicidade é a superfície, é quando o mar perde a profundidade e termina em uma coisa bonita e mansa que chamamos de praia, felicidade é rasa, é a bolha do conforto que criamos a nossa volta, é o que não nos permite ver além da própria felicidade. Felicidade é bonita, é necessária, mas não abre brechas para grandes reflexões.
Por outro lado, o intolerável da vida é quando o mar se aprofunda, é onde o sol não bate, é quando poucos nos suportam, é na negação das profundezas que fazemos bobas entregas superficiais, é na negação do intolerável e do difícil da vida que surgem as relações por conveniência a aceitação da comodidade em detrimento do que se é, os relacionamentos por medo de estar só. É na negação do intolerável da vida que a gente cria artifícios de felicidade momentânea, que alguns se entregam a vícios e às relações descartáveis.
Em contraponto a essa negação eu aprendi a reconhecer que tudo bem se eu for um pouco triste, que faz parte eu zelar pela vida quando esta se torna intolerável, que aplacar dores particulares faz parte da beleza e da completude que é estar aqui, que repensar sobre o meu caminho é o que me leva além e que a contrapartida é uma felicidade consciente, que vem e que sempre virá quando eu souber conhecê-la, ao invés de ficar perseguindo-a com tudo que for superficial demais.
SOMOS MÃES PERFEITAS, ATÉ NOS TORNARMOS MÃES...
Quando somos crianças, somos presenteadas com lindas bonecas. Nossas brincadeiras são voltadas a como ser dona de casa e mãe. Somos induzidas desde a infância a acreditar que a nossa maior responsabilidade é ser uma dona de casa excelente e uma mãe excepcional. Com nossas bonecas, crescemos acreditando que tudo é mais fácil do que parece, afinal é simples cuidar de uma casa de mentirinha e de um bebê que não chora, não sente a necessidade de afeto , não possui necessidades reais.
Na adolescência, em meio a descoberta do mundo, perdidas em nossos conflitos, emoções e cobranças, achamos que nossas mães não sabem ou entendem o que estamos passando e sentindo. Como resultado, batemos de frente com as mesmas e ouvimos a clássica frase: "Quando você for mãe, você vai ver".
Determinamos, quase que unanimemente, que seremos diferentes de nossas mães. Que elas erraram por não acompanharem a evolução da sociedade e por sermos mais modernas, lidaremos muito melhor com as crises e problemas que os nossos filhos tiverem.
Observamos as mães conhecidas e determinamos o que não admitiremos que nossos filhos façam. Traçamos a metodologia perfeita , para uma educação perfeita, afinal, acreditamos que seremos mães perfeitas.
Um belo dia acordamos com um resultado de gravidez positivo. A dádiva de saber que um ser humano está se formando em nosso ventre. Passamos a ser um instrumento para gerar vida e isso é maravilhoso. Nossa única responsabilidade neste momento é se cuidar...
...Até que o bebê nasce e nossas convicções não parecem tão certas assim. Somos pressionadas o tempo todo e por todos a acertar, nossas mães, o companheiro, a pediatra, a avó, a vizinha, a amiga e se bobear até quem está passando na rua deseja opinar com uma teoria perfeita de como criar nossos filhos.
Nossas determinações e certezas vão ralo abaixo nos conflitos diários que enfrentamos. A incerteza de saber se a melhor opção é tirar da chupeta, mamadeira ou peito quando o pediatra diz? voltar a trabalhar ou ficar em casa com o filho? educar da forma que pensamos ou seguir os conselhos de nossos pais? colocar na escolinha ou deixar com os avós? Colocar de castigo ou bater? Encher de brinquedos ou regrar tais mimos? Tentar conversar ou se impor como mãe?
O fato é que independente da escolha, nos sempre iremos errar.
Nossos filhos vão crescendo e cada dia mais entendemos que estamos longe de ser mães perfeitas. Cada dia mais entendemos que por mais que diariamente possamos nos empenhar para fazer as melhores escolhas, podemos errar.
Entendemos que ser mãe está longe de ter poderes sobrenaturais, que nos façam saber de tudo e infelizmente não conseguiremos proteger os filhos o tempo todo.
Somente quando nos tornamos mães entendemos a dimensão de ser mãe. Entendemos o que não era compreendido. Entendemos que é impossível alcançar a perfeição e nos resta procurar fazer o nosso melhor , sempre, amando nossos filhos.
..."Lutar contra as minhas próprias limitações e ignorâncias por teimar em querer aprender e continuar aprendendo, não me torna ou me faz mais sábio e nem mesmo inteligente, essa luta diária apenas me torna um pouco menos burro com relação ao dia anterior e um pouco mais esclarecido no momento atual até que um novo amanhã chegue e que um outro o suceda e assim, sucessivamente." ... Ricardo Fischer
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