Evento
PROTESTO
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Estamos a 25 dias do maior evento futebolístico do mundo e isso ainda divide, em muito, as opiniões do povo brasileiro. Não quero ser somente mais um na briga dos contra X pró copa. Não quero expor opiniões frívolas e esperar que você as aceite ou até mesmo me devagar sobre um assunto que tem muitos ângulos a serem observados e muitas coisas a serem consideradas. Segundo Issac Newton: “O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”.
Minha insatisfação é ver que muitos dos que dizem contra a Copa a favor de melhorias na saúde, de qualidade alimentação, de reforma na educação são os mesmos que gritam esperneiam, mas não fazem nada. Excitam, provocam, atiçam, mas na hora da batalha correm, na hora da luta desertam. Adiantou? Depois vão pegar seus ingressos, ligar suas televisões abrir uma bebida gelada e algo salgado para comer e gritar Goooooooooooool!
Estou falando não dos políticos (vereadores, prefeitos, deputados, governadores, presidentes e etc que são passíveis de nossas eternas críticas), estou falando de mim e de você que nos especializamos em criticar e não fazer nada.
Olhemos para nossa cidade, para nossas escolas, para nossos bairros, para nossas famílias, para nossas vidas e nada ainda mudou e queremos mudar o país? Nem mesmo mudou seu jeito ardil e intragável de ser, nem mesmo mudei minhas próprias falhas e estou me ajuntando a milhares de vozes para protestar contra algo que vai acontecer de um jeito ou de outro e quando soar o apito inicial o primeiro chute não será na bola, mas em todos os protestos que era levantado lançando para bem longe, fazendo-o cair no esquecimento?
Estou aqui para protestar a favor das reformas particulares, pessoais que precisamos ter. reformas essas que dizem respeito à modéstia, à simplicidade, ao amor e a fé. Coisas como essas há muito se deterioram e necessitam de conserto. E se nosso protesto fosse ouvido e a copa não acontecesse? E se sua voz saísse do anonimato e a política mudasse? Alguma coisa mudaria? Posso afirmar que não porque eu e você ainda não mudamos.
Exige-se amor, mas não se pratica, clamam por segurança, mas estamos com as mãos cheias de sangue, buscam milagres, mas não se cremais em Deus, fala ser um país cristão (independente da sua fé), mas de Cristo não tem nada.
Não irei expor minha opinião sobre a copa, meu protesto ou minha satisfação, venho arguir sobre quem somos. Nosso país, nossa cidade, nossa família e nossa igreja é simplesmente o reflexo de quem somos realmente. Pense nisto, e que Deus tenha misericórdia de nós.
O Enem deveria ser um evento de grande motivação para estudo e pesquisa. Todavia os candidatos tocam superficialmente nisto ou aquilo, afinal aprofundar em quê se ninguém adivinha!
Há pessoas que reclamam da falta de acesso à cultura, porém, quando tem um evento ou outra forma de acessibilidade de cultura (gratuita) essas mesmas pessoas que se queixam, não prestigiam, não comparecem. Será que realmente não temos acesso???
Sem Razão nenhuma, ou o acaso do evento.
Acontece de esbarrarmos ao vento, sei que o vento é trabalhador.
Mas sei que quem decide sou eu, cuja as formas e efeitos na vida quem manda sou eu.
Erros inesperados pode acontecer, mas por mais difícil que pareça o mais simples é a melhor forma de pedir desculpas.
Conheci Joana conheci João, nas horas do vento fiquei até sem chão.
Não suportando a ingratidão e a frigidez deixo a mentir sem saber com quem já fez.
O trabalho do vento tem vários aspectos e destinos, às vezes te trás aventura às vezes te traz desventuras.
Será que vale a pena se aventurar com o vento, sabendo que alguém o espera no silêncio do teu amor.
Um sábio um dia me disse, se quer se aventurar solte o pássaro que se prende a sua gaiola.
Não mentes para aquele que te queres bem.
Não iluda aquele que te faz alguém.
Siga simples e confiante no seu caminho seja com João ou Joana.
Seja você o vento do seu destino.
Se é quadrilha na escola, as pessoas vão vestidas de palhaço; se é evento cultural, vão nos mesmos trajes; se é mutirão de limpeza, também; onde está a graça de minha calça xadrez?
Oi querida!
Não me esqueci desse seu dia especial, mas fiquei em evento, praticamente sem comunicação.
Gostaria muito de poder estar ai, para te dar um beijo e um abraço muito apertado. Mas estou te enviando muita vibrações de felicidade, amor, saúde, paz e prosperidade! São estes presente que lhe desejo.
E por ter chegado um pouco atrasada esta mensagem, deixo-lhe o dobro de beijos e abraços. Para que você transforme todos os dias de sua vida em dias especiais!!!
Só o que vejo é gente criticando ''políticos e partidos'' por causa de um evento que já é raiz (copa do mundo), querer acabar com manifesto é uma coisa ''tola'' querer não é poder, mas poder e querer. Então se manifeste contra você mesmo, Seja você pós ou contra. Não queira deixar um País, Estado ou Cidade conhecido por causa de manifestos que sempre são acompanhados de vândalos. Manifeste e proteste nas eleições que é a hora da mudança.
Todo evento, pequeno ou grande, pode virar um acontecimento histórico, depende da importância que damos a ele.
Se o evento morte realmente interrompesse os vínculos de amizade, não chamaríamos de amigo àqueles que já partiram para outro plano, mas que, em vida, foram nossos grandes amigos. A amizade continua, ainda que não fisicamente materializada.
Ame... Ame cada detalhe da vida, cada pessoa, cada situaçao, cada evento, simplesmente ame. Porque a vida passa muito depressa pra você perder tempo com dissabores, rancores, e brigas. Pelo menos quando alguém te perguntar o que você fez da sua vida, vc podera dizer: Amei! Priscilla Rodighiero
Todos os dias são dias de celebrar um evento, amigos.
O fato de podermos abrir os braços,
apreciar tudo de belo com que a natureza nos brinda,
sentir os aromas doces que nos rodeiam,
deixar o coração descansar nos afagos
que nos vão completando a alma,
e respirar vida,
é sem dúvida alguma
o melhor evento
que alguém pode realizar!
“Avivamento não é um evento de êxtase, ou euforia onde vemos o crescimento numérico de um determinado grupo de pessoas, é sim, uma manifestação de um certo grupo de pessoas, demonstrando a satisfação da manifestação poderosa e contagiante da vida abundante em Jesus Cristo”.
Não fique na chuva no dia do seu evento, aproveite os melhores momentos da sua vida com prazer e segurança, conte com o tendasgalpoes.com.br, neste dia tão especial!!
Existe um abismo enorme entre confirmar a presença em um evento no facebook, e realmente ir nesse evento
As quatro vertentes da pedagogia do conhecimento no evento do Éden:
Gilvano Amorim Oliveira
O conhecimento é a alavanca da alma humana, uma moeda muito mais bem cotada que qualquer numerário monetário que a numismática possa dispor. O homem é, por natureza, vocação e comportamento, ávido por conhecimento. O conhecimento leva a guerras, mata, permite viver, enriquece, mutila e enobrece. O conhecimento divide classes mais que a desigual distribuição de rendas. Em cada íntimo humano há um apelo saudosista por conhecimento, uma espécie de busca às origens de uma instância inicial matricial. O desconhecimento embriológico cria o imaginário de um ambiente originário pleno e totipotencial. Desconhecemos nossa origem e nossa natureza pré-existencial. Este auto desconhecimento ontológico nos alavanca em direção ao saber como uma mariposa se vê atraída a uma fonte de luz. O conhecimento, visto assim, é caminho no sentido do alcance da autognose humana. Nascemos despidos de conhecimento e agregamos saber ao longo de nossos dias, em moto contínuo. Aprendemos desde o dia de nosso nascimento até o dia de nossa morte e a obra sapiencial, por mais elaborada que seja nas mentes mais brilhantes da humanidade, nunca está acabada e plena. Somente Deus é detentor do pleno conhecimento e da verdade absoluta e irrefutável. Por esta razão a busca por conhecimento aponta ao transcendental e passa pela espiritualidade. Sendo assim, vamos encontrar os registros mais antigos de adquirência de conhecimento no ambiente do Éden. Este modelo visto na cena do pecado original segundo descrito nas páginas bíblicas, apresenta os paradigmas de quatro modelos de se transmitir e, por conseguinte, de se adquirir conhecimento. Sem entrar no mérito da veracidade e precisão do texto, pois tal não é o objetivo neste texto, analisemos os fatos. Antes desta análise quero deixar registrado que a ideia inicial deste modelo que logo apresentarei não me é inédita. A ideia inicial me foi apresentada por um dos maiores pensadores em nosso meio, o Perito Samuel Amorim. Posto este crédito, vamos aos fatos. O capítulo três de Gênesis nos apresenta o diálogo da serpente, dominada pelo maligno, e a primeira mulher da história, Eva. Desta conversa podemos extrair quatro modelos pedagógicos no ensino do conhecimento de qualquer natureza. São eles:
1. O modelo mítico: O mito é a primeira e a mais singela das formas de aquisição de conhecimento. Em primeiro lugar vale resgatar o conceito de mito. A ideia de mito se trasmudou no mundo moderno para “coisa fictícia” ou “conto irreal”, mas o senso etimológico original está longe de ser este. O cerne do termo mito é a referência a um conhecimento que não pode ser aferido pela ciência ou pela filosofia. O mito exige crença. O mito demanda fé e, por isto, aponta com mais proximidade a espiritualidade em relação aos outros modelos da pedagogia do conhecimento. Em nosso cenário do Jardim do Éden a mulher faz referência a este modelo de aquisição de conhecimento ao contar que Deus havia simplesmente dito que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal. Não houve argumentação nem demonstrações, simplesmente uma ordenação. Para adquirir o conhecimento de que não se devia comer desta árvore para não morrerem, Adão e Eva simplesmente creram. O mito aqui era que “comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal levava à morte”.
2. O modelo filosófico: Diante da manifestação de Eva acerca do conhecimento miticamente adquirido, a serpente argumenta inaugurando o modelo filosófico de transmissão de conhecimento. A argumentação traz um elemento novo, a figura da lógica. A lógica é um encadeamento racional de ideias. O pensamento assim disposto cria uma auto pedagogia. A argumentação da serpente é a primeira manifestação filosófica de que se tem notícia. A filosofia é, por primazia, uma fonte de transmissão e aquisição de conhecimento.
3. O modelo experimental: É no Jardim do Éden que vamos encontrar os elementos que deram à luz ao pensamento científico, o método experimental. O pensamento experimental parte de uma premissa elaborada e, por experimentação, confirma ou rejeita tal premissa. Sendo assim, a mulher olha para o fruto, o examina e, finalmente, morde-o numa típica experimentação. Estava inaugurada a ciência.
4. O modelo da experiência: Cumpre distinguir, em primeiro lugar, experiência de experimentação. Experimentação é expediente do pensamento científico, como visto acima. Experiência aqui é uma espécie de acidente. Notemos que Deus propõe a transmissão mítica, a serpente estabelece o pensamento filosófico e a mulher inaugura a experimentação científica. O homem, ao saber destes fatos toma uma atitude imediata e imediatista. Simplesmente se submete à experiência de comer a fruta proibida. O homem aprende pela experiência como quem pisa num fragmento cortante de vidro e se descobre ferido. Note-se o aspecto fortuito do evento e o resultado inesperado, elementos típicos da experiência. A diferença básica da experiência com a experimentação do método científico é a figura da premissa do método científico e o evento fortuito e não controlado. Depois da pisadela inadvertida, o homem aprende que pisar em caco de vidro corta a planta do pé.
Assim, encontramos no cenário do Jardim do Éden a estereotipização dos quatro modelos pelos quais se pode adquirir conhecimento na existência humana caminhante no sentido da libertação de sua maravilhosa ignorância.
Não, o carnaval não é e nunca será o maior evento da terra como muitos dizem...o maior evento que vai parar a HUMANIDADE MUNDIAL será a volta de JESUS, todos verão ao vivo....
Conceito de acidente:
Evento inesperado e indesejávelque causa danospessoais, materiais ou financeiros e que ocorre de modo não intencional.
Ou seja, tudo, menos o que se vê no trânsito.
