Evangelho
O máximo que o evangelho coach alcança são os sentimentos, gerando apenas emoções. Já o Evangelho do Reino tem o poder de alcançar os corações, gerando transformações.
É patético ver alguns “teólogos” tupiniquins se vendendo e corrompendo o Evangelho para serem aceitos por grupos de intelectuais arrogantes, artistas degenerados e de uma elite podre. Alguns "teólogos" tupiniquins colocaram a teologia a serviço da política, da ideologia, da ciência social e do interesse próprio. A teologia desses "teólogos" tupiniquins não passa de desvarios de Balaão, Jezabel, Judas, Anás/Caifás e Diótrefes.
O verdadeiro Evangelho não tem nada a ver com aquilo que você conquistou e acumulou na vida, mas com o que você fez com aquilo que você conquistou e acumulou em favor do próximo nessa vida. Será isso que vai refletir como você viveu o Evangelho na vida.
Um líder segundo o Evangelho de Jesus (João 13.14) sabe a diferença fundamental entre ser um líder PARA o povo versus ser um líder SOBRE o povo (Provérbios 31.8-9).
Todo bom livro tem a capacidade de mudar como pensamos, mas somente o Evangelho tem o poder de transformar vidas.
Toda igreja que tem como carro chefe do ministério as obras sociais e não a pregação do Evangelho que é o poder para transformar vidas, está de portas abertas para a politicagem e o liberalismo teológico.
O Evangelho não promete uma blindagem das adversidades da vida para ninguém, mas ele promete que Jesus estará com seus discípulos até a consumação dos séculos (Mt 28.20).
Só lembrando aos desinformados:
O Evangelho não é calvinismo.
O Evangelho não é Arminianismo.
O Evangelho não é comunismo.
O Evangelho não é neoliberalismo.
O Evangelho não é conservadorismo.
O Evangelho não é justiça social.
O Evangelho não é psicologia.
O Evangelho não é autoajuda.
O Evangelho não é motivação.
O Evangelho não é coach.
O Evangelho não é mais um monte de babaquices sendo anunciadas por ai.
O Evangelho “é o PODER DE DEUS para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1.16).
Aprenda isso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Muitos teólogos abandonaram a simplicidade e a centralidade do Evangelho da Graça para tagarelarem sobre as divagações de monges obscuros da idade das trevas.
Quem é o eleito? O eleito é o que persevera até o fim! Pois esse é o critério do Evangelho, sem aquelas falácias e gambiarras teológicas do calvinismo.
Somente o falso Evangelho faz os homens aparecerem, pois o verdadeiro Evangelho nós faz desaparecer.
Uma igreja que não tem zelo pela Sã Doutrina, já se desviou do Evangelho faz tempo.
(1° Tm 6.3-5; 2° Tm 4.1-4; Tt 2.1)
O mundo não se sente atraído pelo Evangelho porque ele anuncia uma cultura que confronta a sua cultura caída. A cultura do Reino de Deus ensina que é preciso morrer para viver, perder para ganhar, não buscar os melhores lugares, dar a outra face, pedir perdão quando for ofendido, perdoar 70x7, tomar sua cruz, amar seus inimigos, diminuir para crescer, etc... Essa cultura ofende a cultura do mundo.
O Evangelho é contracultura ao reino dos homens (mundo caído)!
O reino dos homens (mundo caído) é contracultura ao Reino de Deus!
Qual parte você ainda não entendeu que estamos em uma guerra de implantação de culturas?
