Evangelho

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21 de março — O Evangelho Cósmico


A gestação.


Ó nobre peregrina,
com os pés na terra
e a alma no céu,
aprendo em ti meu nome de ponte:
pontífice, EU SOU,
entre corpo e alma,
entre os ciclos
do livro da vida
onde o teu nome se cravou.


21 de março.
O analema não é só percurso:
é encontro,
ponto de interseção,
transmutação,
o X da questão.


No centro do oito,
as camadas finas se tocam.
Ó meu nobre amor,
os opostos se encontram:
subir e descer,
céu e terra,
espírito e matéria,
visível e invisível.


No equinócio de outono,
céu e terra se casam.
O alto beija o chão.
E ali,
no silêncio exato da travessia,
o invisível vira semente.


O que desce não desaparece:
encarna.
O que some na terra
não morre apenas:
germina.


Na raiz da consciência,
há uma gestação secreta
no ventre da estação.
A terra recolhe,
guarda,
amadurece no escuro
aquilo que será luz.


De equinócio a solstício,
a Terra concebe e dá à luz.
O que fecunda em março
nasce em dezembro.


É o evangelho cósmico
escrito no corpo da Terra.
E então a humanidade reluz,
e um novo caminho
à luz a conduz.

A Lei veio por intermédio de anjos (Gl 3:19; At 7:53), o Evangelho veio pela boca do próprio Filho de Deus (Hb 2:3).

" O fundamento do Evangelho é Cristo… Ele é quem sustenta a vida.
A árvore só dá fruto porque está enraizada no fundamento correto… não é o fruto que sustenta a árvore.
Deus não pede fruto para dar vida… Ele dá vida para gerar fruto."

Se um dia eu pregar o Evangelho a uma criança e ela não entender, devo me entristecer, pois eu preguei de tudo menos o Evangelho.

"Evangelho de Fariseu?"


Dizem que fazem o IDE,
Que vão atrás dos de fora,
Mas deixam se perder —
Os que estavam dentro, desde o início.


"Se ele não vier até mim,
Não irei até ele", dizem friamente.
Incrível. Que evangelho é esse?
Evangelho de fariseu… indiferente?


Nem chamam de fraqueza a dor que carrego,
Chamam de imaturidade. Chamam de birra.
Como se feridas profundas
Fossem apenas dramas de quem não lida.


Mas só quem sangra,
Sabe o peso de continuar.
Às vezes, fugir é sobreviver —
Não é medo… é tentar respirar.


E ainda que eu não quisesse sair,
Não tive escolha…
Pedi ajuda, clamei apoio,
E ouvi: “Estou do seu lado” —
Mas o fim… o senhor já sabe.


Promessas jogadas ao vento,
Palavras sem presença.
No momento mais escuro,
Só o silêncio fez companhia.


Enquanto uns pregam multidões,
Outros morrem em silêncio.
Quem vai por eles?
Ou será que… só contam os que aparecem no templo?

O Evangelho do dia


No evangelho de hoje,Deus mandou uma mensagem direta pra mim.
Bom dia, flor, do dia!
Pulei da cama.Não era Deus.
Engasguei-me com um abismo de cápsulas.
Submetido a diferentes ampolas, fiz combinações com tragédias que se definem protetoras do meu organismo.Chega de evangelhos!
O homem precisa entender a sua hora.
Fui caminhar na praia.Fui saltar as sete ondinhas.Fui reduzir os meus recalques.
Pegou a visão ou entrou pelo ponto cego da linha?
As diabéticas me fizeram doce. As estomacais encheram-me de azia. As guturais fizeram escândalos.As zodiacais perderam as suas linhas.
Caminhei ao sol, mergulhado em multidões de quero-queros. Me perdoa, se a minha felicidade o incomoda, mas a lua cheia fez um traçado na barrinha, meu amor!
O rio correu ao longo da praia ea areia volúvel ou indecisa, dividiu ao meio as águas morenas do rio e as ondas brancas do Oceano.Fiquei estático.Os pés enterrados na espuma...
Consta que os caranguejos coloridos se vestiram de soldados.Diz o arauto do rei que vai haver haraquiri de aratus.
Vai haver guerra de ossos e oscilações de mercado.
São trágicas e volúveis, as confluências marinhas. eu sei, ejá começo a confundir a eletricidade dos peixes.Do bagre ao xaréu.
É loucura pensar assim, mas relaxa... um poeta quando transpira, oque ele põe pra fora é só loucura.

o evangelho não promete riqueza, promete Cristo.

Mandaram recados e avisos para os homens se salvarem pela fé no Evangelho; mas, a maioria riu disso e morreram, aguardando a sentença da morte espiritual, porque a fé já não existe mais.

O objetivo do evangelho de Cristo Jesus é servir ao próximo, sem esperar ganhar nada em troca...

ABENÇOADA LUTA.
Há uma forma de evangelho que não se encontra apenas nas páginas escritas, nem repousa exclusivamente nos templos erigidos pela tradição humana. Trata-se de um evangelho vivo, silencioso, invisível aos olhos apressados, porém profundamente legível à consciência que se encontra em sintonia com o bem, o bom e o belo. É o evangelho da doação, aquele que se escreve com gestos e se consagra no sacrifício cotidiano.
Aquele que se entrega ao próximo sob a luz do amor de Jesus não apenas auxilia, mas transforma-se em instrumento da própria luz que oferece. E, nesse movimento sublime, ocorre um fenômeno espiritual de alta significação moral: ao doar-se, o indivíduo é também abençoado pela mesma claridade que irradia. A lei de reciprocidade espiritual não é mecânica, mas profundamente ética, conforme ensina a doutrina quando afirma que "fora da caridade não há salvação", indicando que a verdadeira ascensão se dá pelo exercício constante do amor ativo.
Consideremos uma simples narrativa.
Em uma pequena casa de paredes simples, vive Helena, uma mulher já avançada em idade, cujo tempo, aos olhos do mundo, seria de descanso. Contudo, para ela, o tempo deixou de ser propriedade pessoal. Ao despertar, antes mesmo de cuidar de si, dirige-se ao quarto do marido enfermo. Ali, a primeira oportunidade de luta se manifesta: não uma luta ruidosa, mas íntima, contra o cansaço, contra a impaciência, contra a tentação de desistir. Cada gesto de cuidado é uma página desse evangelho invisível.
Mais tarde, ao sair para a rua, Helena encontra uma vizinha abatida pela dor de uma perda recente. Ainda que seus próprios fardos sejam pesados, ela interrompe seu caminho. Eis outra oportunidade de doação. Não há discursos elaborados, apenas presença, escuta e silêncio respeitoso. Nesse instante, o amor não se proclama, mas se faz sentir.
No mercado, um jovem em dificuldade tenta organizar suas compras com recursos escassos. Helena, discretamente, completa o valor que lhe falta. Ninguém observa, ninguém aplaude. Contudo, no plano moral, essa ação reverbera como um ato de elevada dignidade espiritual. Aqui se revela mais uma face da luta: vencer o egoísmo silenciosamente.
Ao retornar ao lar, já ao entardecer, o corpo cansado revela o preço físico de sua jornada. Porém, sua alma encontra-se em serenidade. Ela compreende, ainda que intuitivamente, que o tempo não lhe pertence quando é consagrado ao amor. Nesse entendimento, repousa uma liberdade profunda: a de não viver para si, mas através do bem.
Essa narrativa simples evidencia que o campo da luta bendita não se limita a grandes feitos. Ele se encontra no lar, na rua, nas relações cotidianas, nos encontros aparentemente banais. Cada circunstância é uma convocação. Cada necessidade alheia é uma porta que se abre para o exercício do amor.
A doutrina esclarece que o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. Tal ensinamento não se restringe a um ideal abstrato, mas se concretiza exatamente nesses momentos descritos. É no domínio de si mesmo que o amor se torna ação legítima.
E mais ainda, quando se afirma que a prece é um ato de adoração, compreende-se que a vida inteira pode converter-se em prece quando orientada pelo serviço ao próximo. Cada gesto de auxílio é uma oração viva, cada renúncia é um cântico silencioso, cada ato de paciência é uma elevação da alma.
Assim, aquele que vive esse evangelho invisível não busca reconhecimento, pois sua recompensa não está nas aparências transitórias, mas na íntima comunhão com a lei divina, que é justiça, amor e caridade.
Que se compreenda, portanto, que a abençoada luta não é um peso imposto, mas uma dádiva concedida àqueles que já conseguem perceber a grandeza de servir. E, mesmo quando o mundo não vê, quando o cansaço se impõe e quando o retorno não vem, ainda assim, cada ato de amor permanece inscrito na eternidade moral do espírito.
FONTES DE APOIO.
"O Livro dos Espíritos", questões 886 e 659.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XV.
"Obras Póstumas", estudo sobre a caridade e a moral espírita.
Que cada instante da existência seja reconhecido como solo fértil dessa luta bendita, onde o espírito que ama não se perde, mas se engrandece na mais alta dignidade do bem vivido.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

- O Evangelho Segundo o Espiritismo -
A COERÊNCIA ENTRE A PALAVRA E O SER.
A advertência contida no capítulo 18, item 8, de O Evangelho Segundo o Espiritismo não se limita a uma exortação moral superficial. Trata-se de um princípio de rigor ético absoluto, que estabelece a supremacia da coerência entre aquilo que se professa e aquilo que se vive.
A sentença evangélica registrada em Evangelho de Mateus 5:19 enuncia uma lei de responsabilidade espiritual que transcende o discurso e alcança o domínio das ações. Não basta reconhecer a autoridade do bem, nem pronunciar fórmulas de devoção. O critério que rege a justiça divina é a prática efetiva da lei moral. Aquele que viola os mandamentos, sobretudo influenciando outros à transgressão, compromete não apenas a si mesmo, mas amplia o desequilíbrio no tecido moral coletivo. Por isso, é considerado “o menor”, não por condenação arbitrária, mas por consequência lógica de sua própria conduta.
Em contrapartida, aquele que cumpre e ensina, isto é, que harmoniza ação e palavra, eleva-se na hierarquia espiritual. Aqui se revela um princípio antropológico profundo. O ser humano não é julgado por sua aparência religiosa, mas por sua estrutura íntima, por sua adesão real ao bem. A pedagogia do Cristo não admite a duplicidade moral. Há, portanto, uma exigência de autenticidade que se impõe como condição de progresso.
A exortação “Nem todos que dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus” constitui uma crítica direta à religiosidade meramente formal. Sob a ótica da razão espírita, essa passagem desvela a insuficiência do ritual desprovido de transformação interior. A fé, para ser legítima, deve ser raciocinada, consciente e operante, conforme estabelece a codificação kardequiana. Crer, sem viver, é instaurar uma cisão interna que inviabiliza o avanço espiritual.
Daí decorre a necessidade de um movimento integral do espírito. Ler, meditar, estudar, conhecer, viver, praticar e divulgar não são etapas isoladas, mas dimensões interdependentes de um mesmo processo de assimilação da verdade. O conhecimento que não se converte em conduta torna-se estéril. A prática que não se fundamenta no entendimento degenera em automatismo.
A declaração “Espiritismo, doutrina consoladora e bendita, felizes os que te conhecem e tiram proveito dos teus ensinamentos” revela um ponto essencial. O consolo verdadeiro não reside na promessa vazia, mas no esclarecimento que ilumina a consciência. Somente aquilo que se compreende pode ser incorporado de modo duradouro. O consolo espírita não anestesia, ele esclarece. E ao esclarecer, responsabiliza.
Quando se afirma que “Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa”, apresenta-se a síntese suprema da lei moral. Amar santamente não é um sentimento passivo, mas uma disposição ativa de viver segundo a justiça, a caridade e a verdade. A bênção divina não é privilégio, mas efeito natural da sintonia com essa lei.
Assim, a lição central deste trecho impõe-se com clareza inexorável. Não é o verbo que eleva o homem, mas a vivência. Não é a aparência de fé que o transforma, mas a sua incorporação na intimidade do ser. Entre dizer e fazer, é no fazer que se decide o destino espiritual.

A parte mais incrível do evangelho é a certeza de que o meu Criador — o Ser onisciente e onipotente que, além de me criar, projetou e planejou todo o universo e todas as pessoas nele contidas — me ama a ponto de entregar Seu Filho, Sua criação mais importante e amada, apenas para me libertar do mal infinito e absoluto.

Só porque está na imprensa não quer dizer que é o "evangelho"

Minha religião? Sou evangélico. Mas, se não viver o evangelho, vou para o inferno com religião e tudo. Ser Cristão é muito mais do que ter uma religião. É servir e amar a Cristo.

⁠Se o evangelho da graça não te deixa parecido com Cristo; isso não é evangelho da graça.

⁠Para estes cantores Gospel e pregadores de igreja que usam o Evangelho para enriquecerem deixo uma Palavra:
Mateus 10:8 "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai."

As igrejas modernas pregando um falso evangelho que precisa de fortes batidas de bateria e guitarra para sentir uma falsa presença de Jesus Cristo, telões, holofotes, bandas no show, chapéus e bermudas na igreja, está o Mundo dentro da igreja, pastores bilionários, culto à Mamom.

FELICITA O TEU DIA.
Do Livro: Florais do Evangelho.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé .
" Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal. "
Mateus 6:34. - Jesus.

Eis que amanhece mais uma vez,surgem-te uma nova oportunidade de aceitá-lo embora não te esqueças,que ontem fizestes planos similares para estar bem no transcorrer no dia de hoje,não obstante,as decepções que te assaltam em todos os campos,se impõem não como inimigos mas como um cadinho que te avalias as promessas anteriores.
Vem o dia para atender-te no que pedistes na noite.
Mas por tudo que rogastes deves parar e refletir,se de fato és merecedor e mesmo que sejas,já parastes para notar que muitos se lamentam por lograrem o mesmo êxito?
A natureza normalizada da humanidade é pedir e tão pouco agradecer.
Teus sonhos são permitidos o que não implica a realização deles,pois poderás se lamentar mais tarde em pesadelos profundos e abismais.
Acima da vontade terrestre impera por amor a celeste.
Aproveite o dia feito o dia mesmo,erguido,que gradativamente vai se afirmando até o anoitecer novamente.
Nada te é negado para o teu bem estar ou a tua agonia,analise isso e terás a comprovação,que poderias lamentar e muito se tudo te fosse atendido,mas podes iluminar-te sob os auspícios da alegria e da positividade mental que malgrado tua atenção,guiam-te e te amam incondicionalmente.
Não te contentes apenas com o amanhecer,mas te realizes também sob as sombras,não procures reclamar do sol a pino,mas movimente-se como ele que cumpre todos os dias o seu mister até dar a oportunidade à noite que de mansinho e caprichosa logo chega para servir como provas magestosas que há momentos para tudo e para todos por entre dias na imortalidade para todos e para todo o sempre.
Muita Paz!

“O Evangelho de Felipe ensina que a palavra perde força quando a alma permanece dividida.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O Evangelho de Tomé recorda que há respostas no mundo que só se revelam quando os olhos internos despertam.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.