Euforia
"Não faça promessas movido pela euforia
Ec 5:4–5
Não responda quando a ira assumir o controle; a mansidão preserva relacionamentos
Pv 15:1; Tg 1:19–20
Não tome decisões sob o peso da tristeza; confie seus caminhos ao Senhor e busque discernimento
Pv 3:5–6; Sl 37:5."
A euforia preenche meu peito tão rápido quanto um relâmpago trazendo estranheza e confusão a minha mente
Em um show musical há muita euforia pelos seus ídolos, enquanto que em culto de adoração há tristeza pelo arrependimento de pecados.
Não quero que Deus seja para mim um momento de euforia, louvor e alegria sem limites, quero que ele permaneça comigo quando tudo estiver dando errado, quando as lágrimas me machucarem e sufocar minha fé. Que eu permaneça nele e ele em mim quando eu menos merecer.
Cocaína é a ilusão do bem-estar; Destruição disfarçada de prazer.
Promete euforia e sensação de poder passageiro, em troca, cria depressão o tempo inteiro.
Em tempos de tanta (cão)fusão, sob chuva ou sob sol, que a euforia da Meta não confunda Etanol com Metanol.
Amém!
“A euforia não vem do que você conquista — vem de perceber quem você se tornou para chegar até aqui.”
As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.
Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.
Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.
Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.
O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.
A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.
E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.
Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há silêncios que não são covardes — são cuidados.
Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.
Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…
Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.
Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.
Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.
E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.
Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.
O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.
O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.
Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.
Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.
E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.
Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.
E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.
Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!
A Era da Euforia Limpa não é um manifesto moral, nem um guia de abstinência, nem um elogio à disciplina rígida. É um retrato de época. Uma leitura crítica — e profundamente humana — de uma transição cultural em curso, na qual clareza, movimento, saúde mental e longevidade deixam de ser exceção e passam a ocupar o centro da vida cotidiana.
“Euforia limpa” não significa ausência de prazer, mas reorganização dele. Trata-se de substituir picos desregulados por estados sustentáveis de vitalidade. É uma mudança sutil — porém profunda — na forma como o ser humano se relaciona com recompensa, desempenho e identidade.
Mensagens não entregues,
Mal entregues
Causam euforia ou até mesmo aflição
Mesmo para os sãos
Que se dane o coração
E mesmmo que minhas dúvidas nunca fossem respondidas
Que meus sentimentos nunca fossem encorajados
Eu estava ali, e eu viveria assim por muito tempo se fosse a única forma de te ter ao meu lado.
Um amor em sol maior, que em meio à euforia da minha poesia e do teu cantar nos encontramos Max Reygson.
Balança da alma
De uma euforia total
A um desastre sem igual
Tudo isso dentro da mente
A alegria é um exagero
Tão igual é o desespero
Isso é o coração que sente
O julgamento que odeio
É o mesmo que semeio
Não há nada de diferente
A cabeça que muito pensa
Gera uma indecisão imensa
E pouco vivo no presente
Imagine uma circunferência: a metade é a euforia, a outra metade é a depressão. Por isso sempre andam juntas. Imagine agora uma linha no meio: é o equilíbrio ou entusiasmo. Cuidado para não cair num círculo vicioso.
