Eu Vou Seguindo sem Voce

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Um dia pedes-me para voltar, mas eu não vou puder, vais-me procurar, e eu não vou estar, o quente vai estar frio, e o coração, certamente, fugiu (...)

Eu não posso chorar. Em vez de perder tempo chorando, hoje definitivamente vou fazer alguns amigos!

quando eu sentir sua falta, vou me lembrar dos momentos bons em que estivemos juntos e espero que faça o mesmo.

Além do horizonte, tem outros mundos a serem descobertos. Na hora da dor, é pra lá que eu vou.

Eu nunca vou me acostumar com o descaso... Posso seguir em frente, ornamentar o meu caminho com novas pessoas, me doar outra vez, mais sempre ficará uma lacuna, um vão e uma seta me indicando como é perigoso amar assim, tão desmedidamente sem limite. Arrependimento? Não tenho! Só existe uma voz insistente aqui dentro me dizendo como sou tola em me doar desta forma. Mas sei que o tempo há de passar, e as feridas que estão abertas se fecharão, e por fim, de tanto me entregar e recuar, encontrarei outras formas de amar sem me machucar tanto...

Eu disse: Eu não vou perder o controle,
não quero que isso aconteça
Eu disse: Eu não vou chegar muito perto,
mas não consigo parar

É o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar
Vou festejar
O teu sofrer
O teu penar

VOU EMBORA

Vou embora porque cansei dessa vida
Vou embora porque eu mudei
Vou embora porque a vida não é mais a mesma
Vou embora porque ficar não será fácil
Vou embora porque enfrentar as pessoas é a pior situação que existe
Vou embora porque se ficar não vou aguentar as pressões
Vou embora porque quero mudar de vida, mudar minhas atitudes
Vou embora porque me iludi, me frustrei e me arrependi
Vou embora porque apostei a minha felicidade na mão de outra pessoa
Vou embora porque com isso aprendi que a minha felicidade só depende de mim e não dos outros
Vou embora porque quero ser feliz do meu jeito e não como a sociedade fica rotulando
Vou embora porque quero
Vou embora não porque alguém está dizendo o que eu devo ou não fazer, mas porque eu cresci e mudei e vi que do jeito que está não dar mais, quero ficar sozinha, isolada, esquecer as pessoas e viver a essência do meu ser e amar, sorrir, viajar, ser feliz
Vou embora porque quero ser EU e não o que as pessoas querem o que eu seja

Eu estou morrendo cada dia mais. Até que vai chegar um dia que eu não vou mais aguentar, e eu não sei o que vai ser de mim quando isso acontecer.

Hoje eu vou ver a vida, viver grandes amores
Mosaicos, malabares, perfumes, sabores
Saltar das cachoeiras, vestir um pano liso
Viver com o necessário e não mais que o preciso
[...]
Dá pra ouvir o silêncio no ar
Capaz de te envolver, e de te transportar
Tranqüilo é, tranqüilo será
Além do que se vê e se pode tocar

Acima o firmamento, imenso campo aberto
Nas mãos do arquiteto, o abstrato e o concreto
Trilhando o bom caminho, da bem aventurança
Participante ativo da eterna mudança

Vou compartilhar o segredo de como eu constelo. Sempre faço só uma constelação. Nela todo o essencial, o decisivo, sai à luz. Um constelador deve de ter claro que: "A felicidade se logra quando primeiro se vai até a mãe."

Vou sofrer e vou chorar. Mas eu nunca vou me arrepender.
(Rider)

Minha morena

Morena sua linda
eu tô querendo te beijar
vou lhe dar várias razões
para você acreditar
que tu vai ficar comigo
vamos ser mais que amigos
e no fim vamos casar.

Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Deixe-me colocar sua mente à vontade: eu nunca vou te contar tudo.

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...

⁠Eu não chego querendo ensinar nada nos lugares que eu vou, eu chego querendo aprender. Se tenho que ensinar algo para alguém, é para mim mesmo.

Eu vou sumir quando vocês menos esperarem, estou a ponto de surtar, vou querer me fechar, viver no meu próprio mundo. Eu vou desejar ter as vontades mais loucas, eu vou sentir vontade de pisar na minha própria sombra, agarrar-me com o travesseiro só pra não me sentir só. Eu vou ter sede de atenção, eu vou querer pegar o telefone pra ligar, mas a minha vontade de viver só, isolado, falará mais alto e eu não vou querer procurar por ninguém, eu vou chorar e sorrir de mim mesmo, mas pelo menos estarei sendo feliz comigo mesmo, sem precisar me esforçar pra buscar oportunidades e objetivos. Cansei seriamente de procurar e procurar, cansei de esperar resposta e respostas. Os nãos da vida me fazem sofrer. Não quero que ninguém sinta pena de mim. Porque só eu mereço ter pena de mim. Meu sorriso pode ser até de mentira, mas minhas lágrimas não!

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Não importa se eu cair eu sempre vou me levantar