Eu Vou Seguindo sem Voce
se o laço do meu sapato soltar e tentar me derrubar,
vou andar descalça
na verdade, o que gosto mesmo é de manter os pés no chão !
Senhor de hoje em diante serei mais por mim.
Vou trabalhar e crescer na sua graça, pois ela quem sustenta a minha vida. Como eu tão pequena Senhor, permito ainda te abandonar, deixar sua presença, sei que ainda estou de pé, por sua graça, por seu amor. Meu Deus como dói meu coração ainda, me ajude a suportar. Não permita que eu desista da minha vida. Muitas vezes fico cega pela dor, mas estou tentando aguentar, pois sei que a minha vida vai mudar. Trago para o meu coração sentimentos bons, para que eu possa lutar, preciso de força para poder compreender a hora de esperar.
MENINA DANADINHA
Menina danadinha
na fiúza do que faz,
vou em busca outra vez
dos teus temidos ais!
Menina danadinha
repleta de confiança,
nas curvas do teu corpo
está a minha pujança,
A noite uma criança
na fiúza do que faz,
bate em minha porta
mas, ela, não me traz,
Irei encontrar talvez
debaixo desta lua,
vou em busca outra vez
da volúpia pele tua,
As minhas alegrias
não se apagarão jamais
nas exterioridades
dos teus temidos ais!
Vou cantar um verso triste
se tiver tempo me escute,
quero dizer como me sinto...
Mas escuto uma voz bem longe
deve ser a alegria que insiste
e lá do fundo me responde
que a tristeza não existe!
Vou esquece de quando
conversas foram trocadas,
Sorrisos foram provocados,
Amores foram despertados.
Talvez para mim
o som que sai de tua boca,
que soa como um sedativo,
precisa ser ignorado.
Será assim,
pela dor que dói aqui no peito,
que mata-me pouco a pouco,
que deixa-me por inteiro enfermo.
Viver por ti foi outrora a maior magia,
recompensa e sintonia,
agora será velhas páginas
jogadas ao ar!
E nessas controversas do mundo, vou criando sentimentos que me fazem ser bem mais ágil aos desastres naturais e os pessoais.
Irei morrer,
morrer vou,
que seja de amor
Deus por favor,
que seja sorrindo
e quem sabe dormindo,
que seja sonhando,
com você me amando!
Segio Fornasari
Não aprendi a dizer adeus. Não me acostumo com as perdas, apenas vou aprendendo a conviver com as ausências. Esquecê-las? Jamais!
E vou chorar
Cada vez que o meu sorriso se lembrar de nós
Vai me doer cada saudade dos momentos que vivemos á sós
E se você pensar que vou te esquecer,
Não esqueça que no meu corpo só da você.
Se pensar em mim por um minuto
Vai lembrar,
De todas vezes que tentei te abraçar
De cada dia que implorei o teu olhar
Não vai esquecer dos meus pedidos
De canção,
Das poesia que rolou no ar
Vai se lembrar da carta que te mandei
Das ligações que te fiz
Das mensagens que te enviei,
Vai ficar tatuado em você
Poesias que te dediquei
Palavras que te cantei,
Que deixei rolar...
Deixei no ar
Sonhos, ilusões.
Odôiá, minha mãe, Odôiá
Hoje vesti braço
Hoje vou ao mar
De alma leve
Vou te saldar, Odôiá
Te levo flores
Te levo amor
Um filho humilde
Um pecador
Me guia, me rege
Com teu canto, Inaê
Seu povo, sua cultura
São pedaços de você
Te bendizer
É tudo que quero
Rainha do mar
Ô Iemanjá
Odôiá, minha mãe, Odôiá
(Edson Patrick Vasconcelos Pereira)
Quando a saudade aperta...
Me dá uma dor no peito...
Mas fingir não é meu jeito...
Vou logo chorando, então...
E as lágrimas que caem dos meus olhos...
Vão confortar meu coração.
Vou te levar para conhecer a lua e mostrar a vida de um ângulo diferente. Lá de baixo, milhões de pessoas nos observaram a meia noite, verão sombras de amor.
Não vou mais me redimir
Procurar motivos...
Tá certo, tem razão.
Tenho que entender
Jogar fora velhos sonhos
Apagar memórias,
Ocultar,
Segredos,
Meus, só meus.
O que não dá,
Não deu,
É chutar sentimentos
Rasgar bilhetes,
Tapar ouvidos
Esconder palavras
Conviver com o silêncio
Esquecer !
Balaio
Ói, vou abrir o meu balaio
Vou começar a dizer
Quem quiser sair, que saia
Mais quem ficar não vai se arrepender
No meu balaio tem de tudo
Parece até a feira de caruaru
Arrasto bala, espingarda
Arrasto até cururu
Vem vê menina espeio
Pra você se embelezar
Que daqui arrasto até marido
Se você quiser casar
Num se ispante meu amigo
Pra você tenho de tudo
Tenho pó de guaraná
Pra o veio mais maduro
O bicho dá um fogo danado
Vem isperimentar pra vê
Sua veia vai ficar doida
Coidado pra ela não correr
Minha gente to ino embora
Vem ainda da tempo
De vê o balaio mágico
Ô bicho fi do febrento.
Não perca oportunidade
Que o balaio ta fechano
Vem que to ino embora
E só volto no próximo ano.
(Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (06/05/2011)
Minha mente se confunde
Perturba,
Pensar,
Perdeu o sentido
Perdi o rumo,
Vou deletar do meu caminho
Qualquer traço seu,
Passos,
Não me dirão mais nada
Muito menos tua voz.
Quando gosto de alguém, não desisto facilmente, vou a luta, dou minha cara a tapa, exponho meus sentimentos sem medo, nem receio de levar um 'não'. Faço o impossível acontecer, removo montanhas e coloco jardins de rosas no local, tudo para mostrar que meu sentimento é real. Mas, se vier um não como resposta, fico triste, sofro, só não me permite mergulhar na tristeza. Levanto, sacudo a poeira acumulada e costuro meu coração, não é um não que conseguirá me desmoronar. Sou rocha forte, sou mulher de coragem, que tem a determinação desenhada na alma. Quem disse não ontem, amanhã estará implorando por um sim, acontece sempre. Aí, cabe a mim avaliar antes de responder, usando sabedoria e não orgulho-ferido.
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