Eu Vou Seguindo sem Voce

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Olha eu aqui apaixonada depois de dizer que não ia me apaixonar, que não iria sorrir bobo e que não ia deixar o coração dominar a razão.

Sei que me arrisco a solidão, se é isso que me perguntam. Mas, eu sei viver assim!

Sou um dos fracos? fraca que foi tomada por ritmo incessante e doido? se eu fosse sólida e forte nem ao menos teria ouvido o ritmo? Não encontro resposta: sou. É isto apenas o que me vem da vida. Mas sou o quê? a resposta é apenas: sou o quê. embora às vezes grite: não quero mais ser eu!! mas eu me grudo a mim e inextricavelmente forma-se uma tessitura de vida.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz. Descobri tantas coisas... Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor.

Fernanda Mello

Nota: Trecho da crônica "QUANDO O CORAÇÃO NÃO USA FPS".

Felicidade, se eu não estiver muito enganada, é ter noção da precariedade da vida, é estar consciente de que nada é fácil, é tirar algum proveito do sofrimento, é não se exigir de forma desumana e, apesar (ou por causa) disso tudo, conseguir ter um prazer quase indecente em estar vivo.

Me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu respondi: "feliz".

Desconhecido

Nota: Adaptação do trecho, que costuma ser atribuído a John Lennon, mas não há provas que confirmem essa autoria.

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Eu e minha liberdade que não sei usar.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Hoje eu acordei bem... Bem, para ignorar o que me faz mal.

Tudo é vago e muito vário,
meu destino não tem siso,
o que eu quero não tem preço
ter um preço é necessário,
e nada disso é preciso

Se eu fosse fofa, meiga e sonsa, não teria metade dos meus problemas.

Como é dificil acordar calado. Se na calada da noite eu me dano. Quero lançar um grito desumano.

Faze com que eu sinta que amar é não morrer, que a entrega de si mesmo não significa a morte.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou o Livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Antes de morrer, quero lutar pela vida. Se for preciso andarei sozinha. Mas irei até onde eu quero.

Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou eu mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora.

Eu via a natureza como quem a veste.
Eu me fechava com espumas.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

Eu acredito em segunda chance, só não acredito que todo mundo a mereça.

Eu gostava do lugar, tinha grandes árvores que davam sombra, e desde que algumas pessoas haviam me dito que eu era feio, sempre preferia a sombra ao sol, a escuridão à luz.

Quando eu estou chateado, eu não fico mal-humorado, ou melancólico, ou com raiva. Quando estou chateado, fico quieto.

O problema é que comigo tudo é demais. Eu penso demais, sinto demais, me dedico demais, amo demais e me decepciono demais.

Meninas, quando bater aquela vontade louca de ligar pra ele. Façam como eu e lembrem-se da frase: VONTADE DE DÁ, PASSA! Opa, desculpe! A frase correta é: vontade dá, depois passa, né? Ai, ai, esse meu subconsciente lembrando dele é fogo!