Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Não sei por que eu ainda me importo. Será por que eu ainda te amo? Será por que eu ainda não consegui te esquecer? Ou será por que eu sou burra o bastante pra te querer bem, mesmo que isso traga o meu mal?!? Creio eu, que são todas as alternativas; Sim, eu te amo, amo muito, mas não naquela intensidade que era antigamente, ele sei lá, enfraqueceu…Afinal, quantas palavras duras foram ditas a ele? Quantas surras meu amor por ti levou? É, tenho certeza que você não sabe, mas eu sei, foram muitas, algumas muito difícil de esquecer. Te amo de uma forma estranha, mas mesmo assim muito verdadeira, você pode não acreditar, como você fazia antigamente, lembra-se? Mas, ele é muito, muito verdadeiro, capaz de tudo só pra ver você sorrir, mesmo que seja sem mim! Sendo sem mim, ou não, eu só quero o seu bem, afinal, o seu bem estar é o meu bem estar, por isso te protejo mesmo de longe, te protejo em pensamentos, oro todos os dias pelo seu bem… Então, por favor, se cuide.

Eu pesava 84 kg (já pesei 86) e estou com 76 kg sem dieta e apenas 90% “fazendo a coisa certa” e 10% fazendo a coisa errada.
Mas vou transcrever em que consiste minhas conquistas contra a balança para atingimento do peso normal, diga-se de passagem que eu já eliminei o nível obesidade grau 1 e estou no sobrepeso e daqui a pouco estarei com o peso normal, ou seja 64kg ou menos.
Várias coisas me fizeram tomar atitudes vou lista-las abaixo:
Efeito sanfona: Ganhei duas estrias horrorosas que mais parecem cicatrizes de cirurgias de recuperação em acidente de trânsito e isso me deixou completamente fora de mim, porque apesar das minhas inúmeras celulites (covinhas charmosas), milagrosamente não tinha estrias.
Fazer dietas restritivas, cortar doces e outras delícias radicalmente, não usar o “coma moderadamente” e poucos dias depois matar o desejo comendo o triplo do que renunciei.
Conscientização pela minha irmã que eu era determinada para todas as coisas. Conseguia e lutava por tudo que eu queria, salvo a determinação em emagrecer.
Ver um amigo recém-engordado e não reconhecê-lo de prontidão, gordo e irreconhecível, parar e pensar se ele era realmente ele, me fez refletir sobre a minha gordura, porque quando a gente engorda a gente se transforma e eu conheço vários casos de pessoas que fizeram cirurgia bariátrica e me falavam que as pessoas não as reconheciam e eu levei uns 3 minutos para ter certeza que ele era ele.
O mais determinante neste processo foi analisar o comportamento das pessoas magras e das pessoas gordas e eu me choquei vendo atitudes “horrendas” dos outros em mim mesma. Observei que gordo come sem parar, a sensação para quem observa é de que a comida vai acabar, gordo não desfruta uma caixa de chocolate belga com validade até 2014 aos poucos, ele acaba a caixa na mesma hora, gordo quer tudo para ontem, faz uma reserva no estômago de comida como se fosse passar fome por meses. Gordo só se contenta em parar de comer quando aquele bolo ou sorvete acabam e fica provando e comendo de 5 em 5 minutos até não ter mais nada. Os magros comem devagar, conversam na mesa, não estão preocupados com o prato, se deliciam mais com o bom papo do que com a refeição, preferem um delicioso chocolate fino a uma caixa de bombons garoto.
Incorporei atividade física, jogar tênis de mesa, caminhar, pedalar, deixar de ir na padaria e no supermercado de carro, fazer compras em pequenas quantidades para trazer as sacolas carregadas por mim.
Comer verduras ou legumes em todas as refeições e frutas no café da manhã e lanches. Comer tudo de 1, um pão com queijo, uma fatia de bolo, uma fatia de pizza, 1 copo de suco e me esforçar para não repetir (às vezes que repito e não consigo deixar de ser gulosa deixo de jantar). Caso eu coma uma fatia de pão naquele dia não como mais pão de jeito nenhum. Comer peixes, frutos do mar, carnes magras e pouco frango (tenho a impressão que todos os hormônio injetados nos frangos se transportam para o meu corpo).
Abolir rodízios de qualquer espécie.
Aprendendo a cozinhar: Cozinhar comidas saudáveis e transformá-las em gostosuras é impagável.
Tomar um copo d’água a cada 1 hora e ter muito saco de ir ao banheiro toda hora para fazer xixi.
Incorporar arroz integral, farinha de trigo integral, pão integral, trocar o queijo por creme de cottage ou ricota, trocar o suco por água, deixar de tomar toddynho (trocar as calorias líquidas por sólidas), comer doces apenas em aniversários, não comprar doces para ficar no armário. Como sou gulosa e quero sempre servir 4 dedos de bolo, pedir para a aniversariante me servir uma fatia fina e me contentar com ela. Fazer um prato com proteína, carboidrato, legumunosa, verduras, grãos e azeite. 1 carboidrato é suficiente se eu faço questão do purê, não como arroz.
Não se culpar por vez ou outra meter o pé na jaca e não sentir culpa em comer, o importante é não exagerar mesmo que suas escolhas não sejam tão saudáveis. Mas vale, uma fatia fina de bolo do que passar jejum e comer o dobro depois.
Descobri o quanto meu intestino funciona melhor quando eu como de 3 em 3 horas, o estômago fica trabalhando o tempo toda e não fica preguiçoso.

Espero que eu possa ter ajudado alguém e eu confesso que não estou em busca de perder peso e sim de eliminá-los para sempre.

-ESCRAVIDÃO
De dia ou de noite apanho de açoite
De manha ou de tarde a dor me invade
De noite eu ronco .De dia no tronco
Trabalhando sem parar ainda me permito sonhar

Foi por sorrisos, troca de olhares, conversas jogadas fora, que eu me apaixonei.

"Eu ..você e um edredon ...era tudo que eu queria.
A combinação perfeita para um fim de dia, ou começo de namoro?
eu nunca sei em qual situação isso se encaixa melhor"

Você sabe, as pessoas não podem se apaixonar por mim só porque eu sou bom no que faço.

Eu reluto tanto em abrir mão de um sentimento, justamente porque sei o que é ser obrigada a abrir mão de uma relação porque a morte a tomou de mim.

Não é preciso esquecer. Eu não apago ninguém da minha vida. Só readequo. Mudo de um lugar pra outro. Só sai quem quer.

A ilusão me faz sentir coisas tão reais quanto a verdade. A diferença é que a ilusão eu manipulo, a verdade, não.

Me chamas de sínico,quero ver você continuar sorrindo quando for eu que tiver que pedir desculpas por tudo

E eu que julgava ser compreensivo demais, me ví magoado em certa situação

Eu aqui querendo te proteger do mundo, te abraçar apertado e te encher de coisas boas, de tudo de melhor que eu tenho e você com esses escudos, pra que?

Alguma coisa fez com que eu me sentisse inferior, mas aí eu vi que essa coisa não era tão importante assim. Aí eu sorri.

Blá Blá Blá Blá, É o que eu ouço quando alguém está conversando comigo enquanto assisto FILME!

Eu gosto de desafios, gosto de lutar pelo que acredito e quero, não tenho medo de lutas, guerras, nem mesmo de morrer…vou atras do sentido da minha vida e apesar dos meus entraves de alma, sou forte.

Se eu precisasse de alguém para mandar em mim, me tornaria escravo.

E lá, bem no fundo, eu sempre fui aquele medo infantil de errar, de perder as coisas por um descuido. E, talvez por ironia, eu sempre acabo perdendo mesmo, quem sabe por excesso de zelo. Olhando pra trás eu só consigo contemplar ruínas de sonhos gigantes, que nunca consegui tirar do meu sono e trazer pro mundo dos acordados.

O mais intrigante nisso tudo, é que aqueles destroços e cacos ainda brilham, como se pudessem voltar à vida em um simples estralar de dedos, e eu sorrio, um sorriso meio que triste, admito, mas sincero, e por instantes eu imagino como seria se tudo voltasse a se erguer, aí eu paro por um momento, e concluo que o que passou, passou.

Nada volta, por mais que ressuscite por alguns minutos, não pertence mais ao presente. Se passou tem que ficar no passado. Naquele cemitério lúdico de sonhos intermináveis, bonitos e felizes, mas que sempre serão sonhos, e nada mais.

"Já sei namorar. Já sei beijar de língua, então eu nem preciso estudar." - Disse uma adolescente grávida e que acha que a vida é fácil...

“Eu amo você mesmo brava,
mesmo chata,
mesmo sorridente,
mesmo com este olhar,
mesmo com tudo,
porque afinal quando se ama, se ama de todas as formas.”

E eu nem ligava pra nada, nem que o tempo passava