Eu Vou mais eu Volto meu Amor
O meu amor sussurrou no meu ouvido;
Não falou com a boca, mas afirmou com o coração;
Ela transmite os sorrisos mais lindos, que são únicos dela;
Ela é tão natural que eu fico bobo apaixonado;
Ela nunca deixa de sorrir e sempre procura expandir todo amor que ela sente por mim;
Eu constantemente pensando, sorrindo e sempre amando a mulher que eu vejo cantando;
Ela canta com coração, expressando gratidão em viver a nossa paixão;
Ela sorrir com o olhar e me encanta em todo lugar, Eu sou feliz com ela estar;
Obrigado meu Deus por minha Luanda a mulher que eu amo para Sempre. ❤
Minha vida, Meu amor!
Você é minha inspiração,
É um exemplo, É paixão;
Você me ensina, me incentiva, me acalma, me fascina e me faz feliz;
Eu te amo ❤
Vivo a imaginar como seria encontrar um amor pra chamar de meu.
Ora, onde deve estar?
Aquele que faz pulsar, coração periga parar de tanto querer o seu.
Boca seca, pele em chamas
No meu corpo algo inflama…
Será este o tal sinal?
Como saber ao certo?
Tal loucura me faz bem, bem querer, te querer bem.
Me perder em seu olhar, nos seus braços me encontrar.
É possível encontrar?
Vivo a imaginar como seria encontrar um amor pra chamar de meu.
Para todo sempre, você e eu.
Se você quer compreender o tamanho do meu amor por você, tente medir apenas uma pequena fração, como 1% do infinito, e então perceberá o quanto ainda há por descobrir.
Mês de março.
Meu mês.
Ali cabe a palavra amor. Cabe a palavra Amo.
Cabe a palavra roça, e a palavra Roma.
Cabe a palavra mar.
Cabe a palavra aço.
Mês de março...
Ele amanhece chuvoso,
Impestuoso,
Para lavar tudo e todos.
Para "aniversariar" os piscianos,
Todos os piscianos, em seus mares de emoções, comoções e Invenções.
Vem, feminino, todas as mulheres, homenagear.
"São as águas de março", já diziam
Antônio Carlos e Elis Regina!
Tantos "marços" em uma canção só.
Vem, mês querido,
Me presentear
Com o prazer dos 30 anos.
Venha, mais um ano
Venha, outros planos,
Me mostrar.
Venha com mar de amor,
Com amor de aço,
Venha roçar-me
Com um Coliseu de espetáculos,
Com amor de mar...
Menina
mandingueira
você enfeitiçou
meu coração
com amor colhido
no pomar canção
nele tem de tudo
tem laranjeira
bananeira, goiabeira
tem flutas de verão
Até uma roseira
junto com a fluta pão
Só não tem amor do bão.
ainda falarei de amor e das violas que desencantou meu coração
o orvalho lacrimeja o amanhecer
na neblina a canção se perdeu
pela noite de sereno de ilusão
e o poeta na madrugada se esqueceu
de conquistar o que magoa seu coração.
A beleza das estrelas na imensidão
embelezou aquela injusta traição
maldita a boca que te beijou.
ainda falarei de amor e das violas que desencantou meu coração.
e minha voz se calou na sua e meu corpo encontrou o teu, não são núpcias serenando o amor ou um namoro tirando a sorte, são lágrimas de dor embelezando a morte.
Os ventos sopram o mar, o mar vai-se embora para o infinito, meu amor se abraça com o abismo, foi-se um amor que não soube amar.
O som parece um banda tocando em rua estreita, exageradamente, é como meu amor que sobejo por ti, amor jogado e só sobras, há uma estruição de meu amor e você ainda rir...
Pelas ruas de Pombal há esperas
Que encontro na imensidão
O amor de Dona Vera
Que preenche meu coração
