Eu Vou mais eu Volto meu Amor
NITERÓI MEU AMOR
Do alto das estrelas
surgiste tu Niterói...
o teu sorriso é um motivo de flores,
sorriso que começa quando
o sol deliciosamente
desperta mil amores.
Entre o mar e viadutos
as imagens são motivos
de um aceno urbano.
As poesias se desenham
com sotaques indígenas.
Tudo, tudo em ti é motivo de alegria.
Assim: a natureza
em forma geométrica se compõe,
e na memória guarda-se a melodia
Niterói...
mística, côncava, gloriosa
nos quatro cantos ornamentos.
Os pássaros sobrevoam
além do teu improvável
passado de museu.
Niterói...
sou louco por ti
e o teu sorriso sou eu.
© by Alberto Araújo
TESTAMENTO
Deixarei para você
Todo meu amor
Nele encontrarás
Meus bens
Minha fala
Minha canção
Meus sonhos
Minhas lembranças
Minhas alegrias
Meus choros
Minhas conquistas
Minhas dores
Meu afeto
Meus prazeres
Minhas paixões
Minhas palavras
Minhas declarações
Meu perdão
Minha luz
Meu brilho
Minha promessa
Minha paciência
Meus pensamentos
Minha saudade
Meu caminho
Meus medos
Minha coragem
Minha esperança
Minha amizade
Meu carinho
Minha companhia
Minha força
Minha razão
Minha emoção
Meus sentimentos
Minha paz
Minha vida
Meu ser
Meu viver
Mas tudo que deixo
Só pude ter
Porque tive você
“Meu sentimento por você está em perfeito equilíbrio de amor e paixão. Estava escrito, o meu destino é te amar.”
“Apenas peço que nunca me deixe, nunca abandone o meu coração, apenas me dê o seu amor, pois o meu já é seu.”
No calor de meu cobertor
Escrevo palavras de amor
Pra uma menina que nao conheci
E quando uma amiga paracecer aqui
Nao sera o menor dos problemas
Por trocaremos poemas
E se isso acontecer
Uma certeza vou ter
Que no conforto do cobertor
Vou escrever deveras juras de amor
''Na rua do meu silêncio''
Canto já só em minha solidão,
Na quietude desta minha rua,
Onde amores passam corridos
Como pássaros perdidos,
Acalentados pelo brilho da lua
Que os abraça em nuvens d'algodão
Na rua do meu silêncio,
Passam figuras risonhas
Do passado à que pertenço,
Contando histórias tristonhas.
Conservo no olhar uma tristeza incomum
Que veio de não sei de onde,
Mas que me é um grande tormento,
Sento-me nas calçadas do sofrimento,
Procurando a minha sombra que se esconde
Dentro de mim não indo a lugar nenhum.
Na rua do meu silêncio,
Há vozes que ecoam pelo ar,
Pensando que me convenço
De que devo um dia falar.
Paro e penso: O que foi que aconteceu?
Lembrei-me: Foi o amor que bateu na porta do meu coração e eu a abrir.
E em seguida me perguntei a mim mesma: Qual foi a minha reação? E eu respondi: Ele invadiu o meu coração e deixei-o entrar.
Autora: Renata Mendes
Quanto maior é a dor, maior é a minha força. Quanto maior for o desprezo, maior será o meu amor. Quanto maior for a mentira, gigante será a minha verdade!
Cachorra meu amor... Viaja no meu mundo q vc vai saber se oq sinto por vc é verdadeiro e vai me conhecer. Te amo como nunk amei ninguém!
Teu amor meu maior tesouro emocionalmente me atrai, e me leva ao paraíso
Enquanto esse amor valer, me alimentarei do seu poder.
E quando o encanto se quebrar, estarei apenas sonhando.
O grito do amor ecoará no vácuo do universo.
Não digo isso para tonificar meu verso.
Digo por é, e é pelo simples fato de ser
Do germinar de uma árvore ao sol nascer.
Do sinal mais profundo do materno amor
Ao simples e magnífico sol se por.
De toda tempestade que nos rodeia
Sou a mosca na teia,
O maça que alimenta e sacia.
A plana que ignora o chão de cimento.
Os quatro ventos que velejam.
Estou em ti assim como você está em mim.
O amor ecoa, como a menor partícula de luz
Na velocidade que a conduz em milênios.
Eu sou você!
Toda a vontade do saber, da verdade absoluta
Sou a luta entre o bem e o mal.
Sou a forma de equilíbrio mais oscilada
Entre todas as outras, que também sou.
Sou a chave da consciência
Atraída como imã e ferro.
Sou os trilhos do trem,
O verde do semáforo,
A água da fonte,
O monte, a montanha.
Sou toda forma e não forma.
O elefante, o leão, o homem e futuro infinito beija-flor!
Sou a decomposição, o nascer.
Sou a formiga, a vida.
Minha face está em tudo, assim como o tudo está no nada,
E no nada no tudo, como se fossem um só entre todos!
Sou o gameta, o último momento e tudo que está entre eles.
Sou o grito que ecoa no vácuo do universo!
Sou a tonificação involuntária do próprio verso!
Sou e somos!
O tudo e o nada!
A metamorfose da borboleta,
A areia da ampulheta.
Toda a melodia!
Toda história, a memória!
A árvore da vida que eu mesmo pedi.
Toda dificuldade que criei,
Tudo!
Sou a luz e consequentemente sou todas as cores!
Vou ecoar por toda eternidade, o teu, o meu grito de amor
Que mesmo no vácuo do universo propagará eternamente!
todos dias ante de dormir penso no meu amor,
e nos dias que se passou,
sempre em frente
nossos sonhos são sagrados
diante do meu amor,
agora vejo tempo que se passou,
diante o momento,
que lhe disse te amo,
diante do meu coração,
nada mais foi como antes,
ate olhar o que temos,
no distante extremo,
nossos olhos estão perdidos,
ainda vivemos o amor,
sempre em frente,
sentimos o amor em nossas vidas,
tudo que temos apenas um a outro,
seja como for te amo meu amor.
por celso roberto nadilo
sementes do amor
