Eu Vou mais eu Volto meu Amor
A distância não possibilita que eu fale olhando nos seus olhos o que eu quero te dizer. Mas sinto que não posso aguardar mais! Preciso te dizer o quanto você é importante para mim e como você mudou tudo desde que apareceu na minha vida. Eu estou completamente apaixonado por você! Quer namorar comigo? Sou muito fiel o último o que vc me diz tenho a certeza que N sou perfeito mais, posso te fazer a menina mais feliz do universo tudo, sou verdadeiro,puro fiel a vc faz dias, que eu tô olhando, pra vc e nem sei o que escrever as palavras falar mais alto do que sinto as letras até erra de tão apaixonado que eu estou por vc, com todo coração,vc aceita a namorar comigo?
Eu faço questão em estar ao seu lado, mesmo com os seus defeitos. Não sou juiz para julgar, sou humano para amar.
Eu só queria ouvir a chuva cair no telhado, ao som do rádio, tocando aquelas músicas de apaixonados. Eu só queria olhar pela janela e ver a chuva, lavando as ruas. Eu só queria aquele amor, perto de mim curando a minha dor!
Um dia desses eu era acordado pra ir a escola pela manhã. Um dia desses eu podia tudo. Aham. Um dia desses eu completava 18 e cometia meu primeiro erro. Um dia desses eu lutava por uma profissão. Descrevo. Um dia desses eu era o valentão, brigão. Um dia desses a vida me pregava uma peça. A beça. Um dia desses eu cometia mais um erro. E outros erros. Um dia desses eu achava que era punição. Um dia desses eu vi foi lição. Aprendizado. Um dia desses eu notei o quanto sou abençoado. Iluminado. Deus obrigado, por minha família. Essa que sonhei um dia. Filha, um dia desses...
Te Amo ❤️
Pode ser que o jeito que a gente ama seja um tanto diferente, contudo existe uma certeza:
"Eu te amei ontem;
Eu te amo agora;
E vou continuar te amando, pra sempre."
De um jeito ou de outro, sempre existirá uma forma de amor.
-E se tudo fosse diferente?
Talvez eu não tivesse que te deixar pra sempre
-E se eu não fosse tão diferente?
A conduta então será sempre indisplicente
-Não é tão simples como se imagina
Não é tão difícil quanto parece
-Mas assim, o nosso amor não merece
Mas assim também não o favorece
-Mas eu ja sei o que fazer, mas não como fazer
Antes de fazer procure planejar, mas não deixe de tentar
-E se nesse momento eu de você precisar?
Ficará com minhas lembranças até um dia nos reencontrar.
Há aqueles que vêm pro mundo pra lutar consigo e com os outros, eu prefiro viver de sonhos e imaginação.
Abraçar a sua sombra é parar de fugir do espelho. É olhar pra dentro e dizer “eu sei o que você fez" “e mesmo assim, ainda te amo” “porque você é tudo o que me sobrou e tudo o que me trouxe até aqui.”
Ninguém é inteiro sem seus pedaços escuros.
Ninguém é forte sem suas quedas.
Ninguém é livre sem primeiro encarar o cárcere da própria mente.
Você diz que vai embora.
Eu digo “vai”, mas minha voz treme.
Você diz que me odeia.
E eu rio. Porque sei que no fundo você só não sabe mais amar.
Nem eu.
A gente se estraga melhor do que se ama.
Mas tem alguma coisa nesse caos que parece casa.
Alguma coisa doente, instável, mas familiar.
Mas agora eu uso a tua ausência como um casaco: grande demais, pesado demais e cheio de coisa tua.
Ainda me aquece.
Mas só machuca.
Tu chegava como quem acende as luzes da sala e pergunta se eu quero ficar.
Mas a cada resposta minha, desligava uma lâmpada.
E eu, tateando no escuro, comecei a achar bonito tropeçar em você.
Pior: comecei a achar que amar era isso.
Tentar caber em alguém que já está cheio de si.
A verdade é que eu não queria ouvir a voz dela. Eu queria ouvir a minha voz com a presença dela no fundo.
Porque a gente aprende a falar diferente quando é ouvido com amor.
E desde que ela foi embora, eu desaprendi até a me explicar.
Eu sofro com um medo ridículo de te encontrar por acaso e o coração me entregar antes do olhar.
De você me tratar com a leveza de quem já esqueceu tudo — e eu ainda carregando cada detalhe como se fosse ontem.
De te ver feliz demais… e perceber que quem te fazia mal era eu.
Eu teria paz se não precisasse lembrar que fomos quase. Quase eternos, quase salvos, quase felizes.
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
Eu tenho andado pelas ruas
Muitos dia e noites sozinha
Eu virei minha face para o que sei que é errado
Tenho fingido não ver a fome, o frio, o velho
Mas nada me assustou mais
Do que ver a mim mesma em frente ao amor
Pode cair a chuva forte
Eu não vou me mover
Eu não recuo frente ao amor
Pode ventar forte
Minha chama mora no coração
Mesmo se eu sofrer
Eu não recuo frente ao amor
Podem transbordar os oceanos
Ou secar toda água em mim
Eu não recuo frente ao amor
E quando eu partir dos braços da realidade
Eu olharei a última vez para o céu
E não temerei,
Pois vivi pelo amor e morri pelo amor.
