Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu vi a morte passar
Data: 11/03/2021
Senta a dor no meu peito
Sente o alívio
Quando alguém morre
E de longe estão morrendo
Desculpa baby eu não matei
Mais já sou o gelo
Não me diga nada
Apenas sinto
Pelos meus prantos
Estou só
E ninguém deu valor
Eu dancei até me esgotar
Eu estive lá
Entre as trevas
Eu vi o mar me sugar
Eu vi a morte passar
Ela terá que esperar
Mais e daí
O que fiz
Minha alma
Não vendi
O imundo do mais lixo
Eu simplesmente retirei ele de mim
Prefiro o cheiro do jasmim
Água doce
Água salgada só pra mergulhar
Sente suave
Não cave uma cova para nós
Venha conhecer o que da prazer
E espera eu indo ao mundo
E dizendo o que eu vi o tempo me detendo
Estou me libertando
Sou a virtude com mistura mãos e dedos
Saliente como o vento
Veja o sangue mais não lamente
Apenas enterrei um punho em minha alma
Ela está sofrendo
Mais ainda foco naquela luz
Que se chama esperança.
Não me agradeça se eu fizer aquilo que é o meu dever fazer. Isso é só uma forma inútil de alimentar ego.
Tenho o hábito de enfeitar janelas: as da casa onde mora meu corpo eu as enfeito com flores, as da casa onde mora minha alma eu as enfeito com sentimentos floridos.
Quando eu sai dali a única coisa que eu escutei foi a batida do portão e logo depois o choro do meu coração.
Ninguém sabe como me sinto. Não durmo à noite de frustração e raiva. Perdi meu tempo. Eu poderia ter conquistado tanto na vida, mas agora é tarde.
Desde o momento em que você nasceu, tudo que é seu deveria ser meu. Eu sei que você morreu no final mas quem deveria ter morrido sou eu.
Eles me odeiam e eu sinto isso, eles queriam ter o que eu tenho em meu pescoço, eles não sabem como é ser eu e como é se sentir mau
Você reclamou que eu mudei. Bem, o tempo passou. Se eu mudei, tive meus motivos. Se o meu novo jeito não te agrada, isso só confirma que tomei a melhor atitude.
Eu preciso na minha vida
Das suas mãos atrevidas que lêem o meu corpo dos pés a cabeça como braile
Preciso da sua boca e do beijo que arrepia.
Seus braços em volta do meu corpo. É os abraços que me alivia, sua pele macia, seu olhar doce, inocente ao mesmo tempo sedutor
Fazem eu sentir o tão ilusório amor.
Meu presente é ver você sorrindo, feliz, alegre, então eu tenho um presente à cada dia da minha vida! E agradeço por isso
as vezes sou meu presente, as vezes sou meu passado, as vezes sou meu futuro eu e talvez agora eu seja oque eu criei tentando acha o meu lugar.
Tantos sorrisos por aí, você querendo o meu
Tantos olhares me olhando e eu querendo o seu
Eu não duvido, não, que não foi por acaso
Se o amor bateu na nossa porta, que sorte a nossa
Luz é você?
Esta tudo escuro, estou cego
Tudo esta coberto, meu coração eu checo
ainda bate? ou acabou de parar?
a verdade, não sei falar.
Minhas emoções, agora sem valor
Foram sufocadas pela dor.
Ainda vivo ou sinto?
também não sei, por que ainda existo?
A luz me sufocou
E aos poucos me matou
A escuridão foi o que me restou
Mas no momento crítico algo me segurou
será que a luz para mim retornou?
Estava certo de que faria o melhor
Mas nestes momentos perco a noção do certo ou errado
Pois a escuridão está sempre ao meu lado.
não consigo evitar
ela sempre está lá
Soprando no meu ouvidinho
para minha vida tirar
Mas de uma coisa tenho certeza
Quando a luz a mim retorna
ela reinará
e a escuridão, coitada
Não mais vaga achará
Luz, por que me abandonaste?
Me despedaçou e depois me deixaste.
Não quero a escuridão
será que o que eu fiz foi tudo em vão?
Luz é você?
Veio me resgatar?
Sorrindo ela me disse:
"Não se preocupe,
Final feliz Haverá"
Este será o desfecho?
Sabe, não sei lhe dizer
mas para ser sincero
este é o meu querer.
Luz, cadé você?
Enquanto o mundo briga .... Eu sigo meu caminho fazendo versos e semeando a linda semente da paz de Deus e plantando flores...
Uma das piores sensações que já senti na vida, foi trabalhando como garçom e fora do meu país, eu não sabia se os clientes estavam rindo pra mim, ou rindo de mim.
►Meu Interior
Oi, me desculpe por ontem
Eu estava com raiva, estava com medo
Medo de me envolver como antes,
Medo de me abrir e ser deixado no relento.
Escrevi tantos textos, tantas histórias
Tantos muros foram erguidos ao passar do tempo,
Que, agora não consigo mais destruí-los
Fazem parte de minha trajetória, de meus momentos
Mas, quero me desculpar, me desculpe
Sei que te culpei, sem razão, sei que sou o vilão.
Já compus tantas letras de amor, tantas de depressão
Tantas fictícias, tantas sobre a solidão
Que acabei deixando de lado o meu coração
Esqueça tudo o que eu já lhe disse
Estou aqui, permitindo, raramente, que alguém me leia
A tristeza em mim existe, persiste em me ferir
Tenho medo de sair da minha aldeia
Tenho medo de expor meus sentimentos.
Peço perdão, não estou conseguindo rimar
Estou apenas conversando, sem me importar
Parte de mim, ninfa, se arrependeu da dedicatória
Aquela que te fiz, em melodia, aquela, melosa
Parte de mim me disse, linda, que fui tolo
Que serei enganado, como antes, que serei alvejado
Mas, sei que não devo te culpar, pois você é inocente, sou um bobo.
Sabe, fiquei triste contigo,
Quando descobri que você mantinha conversas com alguém,
Que jurava de pé junto ser meu amigo, acreditei, triste
Magoei-me profundamente e, sinceramente, ainda penso nisso
Triste às vezes reflito, aflito, se não sou ninguém
Chorei, morena, há muito tempo chorei, quando dediquei
A suposta musa, um poema, pequeno, simples, sereno
Chorei, morena, há pouco tempo chorei, sem querer
Quando li todas as serenatas que fiz, todas as poesias que escrevi
Chorei, morena, quando vi, em reflexo, o que me tornei
Sem conseguir decifrar quem sou, se de fato sou alguém.
Em crise, caminho por um bosque apagado, querida
Escrevo textos para cicatrizar o passado, feridas
Deixo em papéis listrados, romances nunca realizados
Deixo em papéis rasurados, amores nunca amados.
Desculpe, escrevo sempre de mais, escrevo sempre vazio
Tentei mudar, acredite nisso, tentei ser mais inexpressivo
Tentei, morena, mas falhei, miseravelmente
Mas cá estou, escrevo de todo peito, sinceramente.
Gosto de ti, mas tenho medo
Falo asneiras para ti, mas tenho medo
Cantei para ti, mas tenho medo
Medo que seja tudo fruto de minha doce imaginação
Que na verdade você não goste de mim
Inseguro, sei que sou, mas sou assim
Tenho falhas, minha linda joaninha, tenho falhas
Falhas essas que me assombram ao soar a madrugada.
Perdão, mas, permita-me lhe apresentar meu mundo
Espero que em minha mente, você desfrute
De perversões, de ondas e ondas de estações
Minha primavera se assemelha ao beijo em fervor
O meu outono se identifica com as minhas emoções.
Penso tanto em como te agradar, que enlouqueço
Mas, o medo, ah, o medo, ele me aprisiona
Sou um canário, preso, sem fuga, sem glória
Quero que saibas que não a odeio, mas, tenho tantos receios
Que atropelo meus desejos, meus anseios, minhas provas
Desejo repousar, sonhar, sobre seus seios
Acredite em mim, pois, estou às cinco da manhã sem dormir
Apenas para dedicar, sem saber qual será o meu fim.
Morena, o meu medo não será levado pelas ondas
A desconfiança se tornou meu porto seguro indesejado
As águas em meu pensamento não estão mansas
Mas desejo, aguardo, prezo, que eu consiga me libertar
E voar, para seus braços, ou você para os meus
Aqui eu me despeço, enfim, depois de todo este texto,
De nada singelo, e sim, lido com tédio
Beijos, virtuais, invisíveis, mas reais
Até logo... assinado, um garoto simples,
Com problemas mentais.
"As vezes eu so queria voltar no tempo e concertar meu passado, ou talvez ir no futuro para ver e evitar certos erros que irei cometer, mas viagem ao tempo passado ou futuro é besteira, as vezes é necessário errar pra acertar, logo uma viagem ao tempo se torna tolice de quem quer ser perfeito mesmo tendo a natureza pecaminosa"
Meus amigos de verdade sabem muito bem que meu olhar entrega tudo o que eu não falo, e às vezes isso é péssimo.
