Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu quero o meu eu para mim,estou cansado de dividi-lo e ver uma parte dele se indo, e as outras ficarem lamentamentado e proucurando pela a parte que se foi mas nao a encontrando, eu quero o meu eu para mim.
Por que eu sou assim?
Por que você é assim?
Por que esta tão longe?
Por que tatuou meu nome?
Por que ainda te amo? Por que finjo que te esqueci?
Acho que é somente pra não me ferir...
Meu nordeste.
Não há nada que se faça
eu não fujo dessa guerra
nem a seca que amordaça
o cabrito que não berra
até a última carcaça
não vai ter uma desgraça
que me tire dessa terra.
Eu soube o momento em que me apaixonei por você!
Quando suas doces palavras tocaram meu íntimo
Tudo mudou e se fez mais bonito.
Você me dizia quão prazeroso era me ter em sua vida
Eu nem poderia imaginar
Você me dizia sobre seus sentimentos
E eu pude sentir no tom da sua voz a pureza daquelas afirmações
Em minh’alma, houve um turbilhão de sentimentos
Que nem mesmo usando todas as palavras do dicionário não saberia descreve-los
Naquele instante, todas as dúvidas que ainda fazia morada no meu coração foram embora pela porta da frente
Hoje, eu só quero lhe agradecer, por ter me feito amada e por me ensinar a amar novamente
Eu profundamente espero se merecedora desse amor
Tão puro e tão bonito.
O que o vento não levou
Restou más lembranças,
de um passado que não era meu.
E toda vez que eu me deito,
lembro-me dos olhos teu!
E por mais que dói em mim,
ainda desejo o seu bem...
Nada disso teria mesmo acontecido
Se eu não tivesse ido além.
O vento não levou as lágrimas...
que um dia me traumatizaram.
E mesmo a perturbação,
das outras que hoje restaram.
Eu que ja me sentia morta...
tinha colocado um letreiro
no meu peito, dizendo:FECHADO POR DEMOLIÇÃO..
E agora sem nem porque apareceu você
me fazendo renascer...
pintando as paredes,
abrindo as janelas
fazendo um jardim, me trazendo flores...!1
.
Um dia vendi meu cavalo.
Foi num domingo, nessas voltas de rodeio...
Eu garboso bem faceiro vinha com pingo a lo largo....
Me ofereceram um trago e seguimo ali proseando...
Logo vieram ofertando uns troco no meu Picasso...
Era lustroso o bagual, calmo como chirca em barranca...
Mansidão não hay quem compra, disse um velho paisano...
Largaram uns peso no pano de primeira refuguei...
Depois logo pensei, hão de cuidar do pingo...
Eu nunca fui de apego, meu rancho é a solidão...
Ainda dei o xergão e vendi o meu velho amigo...
Quando voltava pras casa, a pezito curando o trago...
Fui lembrando das andanças que fizemos pelo pago...
Lembrei até duma noite, que quase se fomo nas barranca...
Por causa de uma potranca o Picasso enlouqueceu...
Depois obedeceu e voltou a compostura...
São coisas da criatura, da natureza do bicho...
Eu sei bem como é isso comigo se assucedeu...
Mas eu já tinha vendido, de nada mais adiantava...
A vida continuava, quantos já venderam cavalos...
Uns bons outros malos, mas é coisa da tradição...
Depois pegamo outro potro...
Domamo e mais um tá pronto pras lides de precisão...
E assim se passaram os anos, e nunca mais vi o Picasso...
Mas ainda tinha a lembrança daquelas festas campera...
Debaixo de uma figueira nos posando prum retrato...
Eu virado só em dente, tamanha felicidade...
E ele bem alinhado, com pescoço arrolhado, mostrando garbosidade.
E o tempo foi passando, eu segui domando potros...
Mas um deu pior que outro nunca mais tirei pra laço...
Lembrava do meu Picasso, manso, bom de função...
Trazia ele na mão, nunca me refugo...
Desde do dia que chegou potranco bem ajeitado...
Se acostumou do meu lado vivendo ali no galpão...
A vida é cerca tombada, quando se sente saudade, dói uma barbaridade...
O coração em segredo as vezes marca no peito, qual roseta na virilha...
Não fica bem pro farroupilha ter saudade dum cavalo...
Que jeito se vai chorar, são coisas de índio macho...
Sentimento é um relaxo difícil de aquerencia...
Mas o tempo vem solito, não trás amadrinhador...
Num dia desses de inverno, juntando geada no pala...
Eu vinha nos corredor pensando nas cosa da vida...
Foi quando vi um cavalo magro ali atirado junto a cerca caída.
Fui chegado mais perto daquele coro jogado
Os olho perdido e triste, me perguntei qual existe gente mala nesse mundo.
Pra atirar assim um crinudo, pra morrer a própria sorte
Pedi licença pra morte em me cheguei sem alarde.
Não creio em divindade, mas o milagre aconteceu
Ali na beira da cerca, quando me olhou com tristeza...
Na hora tive a certeza que aquele pingo era o meu.
Levei ele pro rancho, tratei e curei os bixado...
Dei boia e fique do lado, até ele melhora...
Perdão meu Picasso amigo, agora ficas comigo...
Não te vendo nunca mais...
Por mim pouco importa se já não serves pra lida...
Aqui será tua vida até o dia que morrer...
Talvez não tenha perdão, sofresse em outras mãos...
O que fiz naquele dia?
Te vendi por alguns trocados, um amigo não tem preço, o que fiz foi judiaria...
Nunca mais vendo cavalo.
Todos os dias quando eu acordo, o meu primeiro pensamento é você. você é a garota em que eu enfrentaria um tsunami só para realizar o desejo de te beijar.
"E desde aquele dia, você roubou meu coração e você é o culpado.
E é por isso que eu sorrio.
Você é tudo que eu preciso, a razão pela qual...eu sorrio."
Passastes
Esqueço de ti, nem pelo meu pensamento passas.
Não que eu tenha vontade de o fazer, mas de mim
te afastastes, e eu nem senti.
Evidente é que me lembro de ti, teu sorriso,
olhos lindos, porém nada disso faz com que eu
volte aos teus encantos viver.
Foste um passado, que na realidade, completou-se.
Que possas dar alegria a quem a quiser de ti
recebê-la.
Mas no que diz respeito a mim, de há muito a única
coisa feita, foi te esquecer.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
MORADyA
"Ela foi o ar que invadia meus pulmões
Foi meu lar, onde eu podia me sentir em paz
Mas parece que os ventos cessaram sobre mim
E a casa está desordenada.
Assim sigo em poesias
Acreditando que um dia irá cicatrizar."
meu bem
se eu te perder
só vai sobrar saudade
e isso me assusta um pouco
porque sou tão nós
que não consigo imaginar essa vida
sem você
E mesmo que o rio desague no mar
Eu permanecerei intacta de mim porque sou mar dentro
Do meu pequeno rio "Solidão".
Você é calmaria no meu furacão é a paz que eu precisava é o meu gatilho e o meu pensamento diário. Tem sido também o meu ideal o meu depósito de confiança a razão para eu religar e o meu desejo que não passa..
É Doce Te Amar
Como é doce te amar,bom seria ,
que sem que eu percebe-se
você ao meu lado, pudesse estar.
Sonho que eu tenho sempre.
Vontade de te ver, a todo instante.
Pena que em mim não acredites.
O que sugeres que eu faça, para
provar que é verdade?
Se possível fosse eu tiraria uma
foto do meu coração, uma de cada lado.
E de todos eles com clareza, verias
bem no centro, o teu nome gravado.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Se atirar uma pedra e machucar o meu corpo, pedir ou não desculpas é mesma coisa. Eu não sou do tipo que aguenta dor e perde sangue sem revidar... tarde ou cedo!
Aqui eu escrevo e alguns curtem, mas é ao lado do meu cachorro e amigo Bob que eu me sinto um JORGE AMADO.
