Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Paixão não é amor
Ao pesquisar na internet o significado de amor e paixão me deparei com alguns significados interessantes, mas que não deixam de serem verdade como:
Amor: ‘’Enfermidade temporária que se cura com o casamento. Palavra de quatro letras, duas vogais e dois idiotas.’’
Ou então: ‘’Sentimento de gostar muito de outra pessoa ou coisa, de forma a querer e fazer o bem para essa pessoa.’’
Veja então o que é descrito como paixão:
‘’ Sentimento que impede de se raciocinar com a lógica’’
E também: ‘’Paixão é uma emoção de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele’’
Percebe-se claramente que há uma boa diferença entre os dois.
Poucas pessoas conseguem distinguir quando estão amando e quando estão apaixonadas, a percepção de qual dos dois você se encaixa é fundamental para o auto-controle e sucesso desse sentimento. O apaixonado não pensa logicamente, ele gosta e pronto, sem porque, sem entender, sem se controlar. É algo muito maior que ele, algo que foge ao entendimento racional de qualquer um. Como já foi percebido por muitos outros é algo simplesmente patológico.
Mas e o amor?! Ahh o amor, que belo sentimento, que eleva a alma e afoga o ser. O amor é mais belo que a paixão, amor é gostar, cuidar, tratar bem, querer bem... mas espere... você tem visto alguém assim ultimamente!? Ou o que você tem visto é obsessão, disputas, egoísmo, sentimento de propriedade?! Bem isso não é amor é paixão, em seu estado mais patológico possível.
Então eu lhe pergunto, você esta amando ou esta apaixonado?!
Se Deus é amor e um dia teve que nos dar o livre-arbítrio e, deixar que o mundo nos ensinasse o quanto valor tem seu próprio amor e proteção, não há dúvida, Deus é mãe!
Ele foi machucado demais para voltar a acreditar no amor. Então aprendeu a amar apenas a si mesmo.
Você é a vela, o amor é a chama
Um fogo que arde através do vento e da chuva
Brilhe a vossa luz sobre este meu coração
'Até o fim dos tempos
Você veio para mim como a aurora através da noite
Apenas brilhando como o sol
para fora dos meus sonhos e na minha vida
Você é a única, você é a única.
Disse que te amava, mas eu menti
Porque isso é mais do que o amor que eu sinto por dentro
Disse que te amava, mas eu estava errado
Porque o amor pode nunca, jamais, me sinto tão forte.
Morrer de Amor
Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
"É você"
O amor pode vir por processos diferentes ,e andar por caminhos muito estranhos.Ele pode chegar no amanhecer,no meio do dia ou no anoitecer,ele chega de manso e penetra profundo na morada que o recebe.Suas pegadas jamais se apagam,e suas feridas nunca cicatrizam.O amor queima e seu calor muitas vezes pode levar um racional ao cáus do enlouquecimento.É um fluido de raro perfume,e sempre deve ser dosado,pois fortalece a alma.O amor é como o vento,as vezes te toca leve,as vezes bate mais forte,e as vezes causa catástrofes.O amor é uma palavra meiga,e pode também ser uma palavra dura.Pode ser um simples corte no dedinho,ou uma cicatriz de um bisturi que cortou fundo.O amor pode ser,um lápso uma fantasia,pode ser numeros,atos,pode ser astuto,insignificante ou tudo.Pode ser Pai ou Mãe,por tras de uma porta fechada,entre quatro paredes,no escuro ou no claro,61,66 ou 69,dureza,tentação ou love,o amor é o que voce chamar,tentar ou quizer,Eu Voce,tudo,enfim Ele é imortal,é como o vento,leva e traz tudo de bom e de ruim.O amor ,é voce para mim.
O amor não precisa que falem dele, até porque não existem palavras que possam descrevê-lo.Deixe-o falar por si mesmo
"Se nada nos salva da morte, pelo menos que o amor nos salve da vida"...
Pois a vida é uma experiência dura, muitas vezes confusa, incompreensível e incerta; e reconhecer um abrigo no meio de tanta inquietude é acolher o tempo da clareza, em que tudo passa a ser suprido de sentido.
Alguns amores nos salvam da vida. Por resgatarem quem somos depois que partes de nós mesmos são deixadas pelo caminho. Por fazerem de nossas cicatrizes parte de suas estruturas também. Por acolherem nossa história com delicadeza, transformando o que era imperfeito numa nova possibilidade. Por permitirem o encontro com a esperança, o cortejo com a fé. Por dividirem as angústias do existir, permitindo que nossos fantasmas sejam lapidados, nunca enterrados.
O amor nos torna vulneráveis. Ainda assim, percebemos sua urgência quando compreendemos que a vida é uma faísca, um piscar de olhos entre o nascente e o poente de nós mesmos.
Como diz a canção, "a vida tem sons que pra gente ouvir precisa aprender a começar de novo..." E descobrimos que começar de novo não significa retroceder, mas entender que não haverá mais de nós em cada esquina ou aeroporto. Que não há outro tempo em que estaremos juntos além do tempo presente que se descortina diariamente. Que não seremos melhores ou maiores além do que podemos ser nessas horas em que vivemos e permanecemos lado a lado.
De vez em quando torna-se necessário fazer o caminho de volta para que o amor nos reconheça também. Desistir das corridas, dar trégua aos projetos 'imprescindíveis' , abandonar rotinas desgastadas pelo tempo, apaziguar o contrato com a pressa. Resgatar os laços, valorizar os momentos, perceber-se merecedor daquilo que não se toca nem se vê. Arriscar a travessia, suportar os desvios do percurso, desistir de antigas rotas, aplacar a saudade do que ainda está lá.
O tempo leva embora de diversas maneiras, enquanto a vida traz sem grande alarde.
Que haja lucidez. Lucidez para enxergar os presentes que recebemos e poucas vezes enxergamos. Lucidez para valorizar o que nos pertence de fato. Lucidez para aceitar o fim de um tempo e o começo de outro, diferente, mas nem por isso pior. Lucidez para acolher o que é verdadeiro, real e provido de sentido.
Lucidez para amar e ser amado. Lucidez para finalmente permitir que o amor nos salve da vida...
Mesmo com medo e mágoa, não desista do amor. Todo mundo tem ou teve medo e mágoa. Se isso fosse razão para deixar de amar, ninguém nunca mais amaria.
